Sobrevivi a um fim-de-semana pautado por um jantar de anos de uma colega do liceu e um almoço com colegas de faculdade, no qual era o único solteiro e sem filhos.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Provavelmente, só teremos amigos estranhos
The Philadelphia Story, 1940
Ontem, em conversa com uma amiga, demos por nós a olhar para
a vida de certos casais heterossexuais entre os 30 e 40 anos e a reparar, como,
na maior dos casos, o homem, sobretudo quando em solteiro enchia a boca para
falar da sua liberdade e individualidade, acaba por ser o capacho e faz-tudo no
seio da relação. Não nos referimos à tão desejada (e defendida por nós) partilha
de tarefas domésticas e outras responsabilidades, mas sim quando são sempre
eles a fazerem as tarefas domésticas (pelo menos quando lá estamos em casa ou
quando ligamos), quando são eles que ficam com os filhos por a mulher ter o
jantar da empresa ou com as amigas (e ela nunca fazer o mesmo quando o marido
quer ir jantar com os seus amigos). Obviamente que poderão ser casos isolados,
que não se poderão generalizar. Todavia, independentemente da guerra dos sexos
que muitos parecem querer perpetuar, em prol de quê, se abdica da
individualidade por algo que nada tem de partilha, mesmo estando-se muito
tapadinho de amor? E quem pode ficar contente com esta subjugação do parceiro?
E quem pode achar que, a longo prazo, isto não trará consequências nefastas
para a relação (sim, sim, essa mesmo, a boazona lá do escritório, sempre tão
disponível e solícita)?
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Abraços
Gustav Klimt - Abraço
Penso ter contado a história aqui (não me apetece ir
verificar). Faz já algum tempo, apresentaram-me uma rapariga, calhava ser
brasileira. Muito simpática, como geralmente são, embora algo me estava a fazer
muita confusão. Tínhamos acabado de nos conhecer e já me tocava? Aquela invasão
do meu espaço fez-me muita confusão. Disseram-me que era uma questão cultural,
que socialmente era comum.
Primeiro dia do ano. Ao passear por Lisboa, encontro casualmente alguns
conhecidos. Amigos de amigos, sem grande intimidade. No entanto, pessoas de
quem gosto particularmente. E dei por mim a achar que os abraços efusivos com
que os brindei pudessem ser entendidos por si como excessivos. Provavelmente serão.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Vamos encontrar o Patinhas?
Desapareceu dia 26 de Novembro junto ao Pingo Doce do Forte da Casa. Cão adulto, arraçado de Teckel, patas curtas, pêlo castanho misturado com preto e rabo de pêlo comprido. Qualquer informação, é contactar para o número ou email que acompanham a imagem, ou para a página de facebook. Obrigado!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Experiências post-mortem
Tacones Lejanos, 1991
Na semana passada assisti ao concerto de Luz Casal no CCB e por breves momentos pareceu-me estar a assistir a tudo aquilo, não só o que se passava no palco, mas também na plateia, no outro lado dos camarotes, pelo lado de fora, como se aquela realidade fosse exterior a mim; como se por instantes, se tivesse rompido as conexões de partilha entre espectador / artista, entre espectador / espectador. Depois, a percepção do quão é difícil superarmo-nos a nós próprios, quando atingimos mais ou menos precocemente algum sucesso e da importância de cortamos de vez essa ligação ao passado. Deixar ir aquilo que já não somos, que já não temos, que não queremos. E ressuscitar.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Deve ser este meu ar de galã de trazer por casa
Anuncio, urbi et orbi, que vou participar num projecto de voluntariado relacionado com a terceira idade. Tenho meio mundo a dizer que as velhinhas me vão amar. Continuo sem saber porquê (e tenho medo de saber a resposta).
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Quando o mural do facebook se torna uma viagem de táxi
Não sei o que sucede aos amigos e conhecidos que temos tenho nas redes sociais, por vezes até aos mais instruídos, nem sempre os melhores educados, mas parece que são possuídos pela alma de algum taxista, não um qualquer, mas um daqueles que tem opinião sobre tudo e que termina sempre com um: -"Dantes é que era bom". Por favor, saiam desse corpo que não é o vosso; é muito triste assistir, não tanto à lavagem de roupa suja em público (para isso até vou buscar as pipocas), mas à pobreza franciscana da vossa argumentação, susceptível de causar vergonha alheia. Pelo menos a minha.
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Quem tem amigos, tem cadilhos (ou como eu seria um pai galinha do pior)
Situação: amiga vai pôr um ponto final num relacionamento amoroso, com alguns meses de atraso, um daqueles que já se acabou, mas sem ser por todas as letrinhas (na verdade queria mesmo era ir buscar uns tarecos que tinha lá deixado em casa, coisas de gaja que fazem sempre falta - pares de sapatos e coisas do género, rímeis já fora do prazo, mas não há-de ficar lá nada para uma hipotética gaja que apareça futuramente).
Na véspera, envia-me mensagem e a outro amigo, dizendo: "Vocês deixem os telefones ligados não vá eu precisar que me vão buscar ou que chamem a polícia caso ele me queira prender lá!" Isto, claro, para além do implícito: "Eu mando SMS se isto estiver a ser demasiado mau, para que me liguem para que possa ter um desculpa para fugir de lá a sete pés". Assentimento da nossa parte, palavras de incentivo da minha parte, qualquer coisa como: "É: "vai-te f@der meu grande c*brão" que se diz, ouviste?"
Meio dia e três minutos do dia do encontro: SMS relatando que estava já a caminho do encontro, sem vontade nenhuma (e mais uns pormenores que não vos interessam). Mais palavras de incentivo da minha parte (sem tantos palavrões).
Cinco da tarde. "Porra, mas para conversar é preciso tanto tempo?" - penso eu. SMS: "Estás viva? Ele não vai ver o jogo e deixar-te da mão?"
Cinco e meia. Nenhuma resposta. Começo a pensar em ir ligar para a polícia, hospitais e morgues da zona. (Nunca imagino nada que não tenha faca e alguidar à mistura.) Talvez seja um pouco precipitado. Resolvo aguardar.
Seis horas. Nem sinais de vida nem de morte. Não adianta enviar-lhe mais SMS; recebeu a anterior. Se não respondeu foi porque não quis ou não pode. Não sei porquê. Envio SMS para o outro amigo: " Sabes alguma coisa?". Não, não sabe. Agora em vez de um, são dois a ficarem preocupados. Boa, Pedro!
Finalmente, seis e meia da tarde. SMS: "Está tudo bem. Mas vamo-nos rir, nós os dois."
A sorte dela é que hoje estou bem disposto.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Não, não casei
Ontem foi um dos dias mais felizes da minha vida - desculpem lá esfregar isto nas vossas caras, até porque isso não significa que tenha uma vida de conto de fadas, que não tenho, mas como na vida de qualquer pessoa, há dias melhores que outros. Encerrei um capítulo da minha vida que se prolongava há bastante tempo, tempo demais, que teve repercussões em todas as outras áreas da minha vida, na maior parte das vezes negativamente. Foi reconhecido publicamente todo o trabalho que tive durante todo esse tempo, de forma pública, e exaltado todo o mérito que esse trabalho representa. Quando não estamos habituados a elogios - por as pessoas serem habitualmente parcas em fazê-los, por feitio ou sabe-se lá Deus porquê - isto sabe, efectivamente, muito bem. Mas, provavelmente mais importante do que o fim desta etapa e o reconhecimento desse mérito, foi sentir o amor das pessoas que me rodeavam - carinho, amizade, seja o que queiram chamar. Não que desconhecesse a sua existência, mas mais uma vez devemos fazer esforços para o demonstrar - é efectivamente isso que levamos desta vida.
terça-feira, 29 de abril de 2014
Percebes que estás a ficar crescido
quando encontras um amigo teu da noite no supermercado, antes das nove da manhã. Ou é isso ou vieram todos morar cá para o bairro.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Não sei o que ela toma, mas também quero
Ontem fui cortar o cabelo. Por si só, acto nada digno de menção, não fora à saída ter encontrado uma conhecida, amiga de um amigo, cujo local de trabalho é ali na zona.
"- Nem te reconheci! Pareces uma estrela de cinema!"
Durou seis segundos. O tempo de me lembrar que o Danny DeVito é uma estrela de cinema.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
De como pode custar caro ficar alapado no sofá
Não é a primeira vez que o passado nos bate à porta. Aliás, é assim o passado, fica agarrado a nós, à nossa pele, não vale a pena esfregarmo-nos uma e outra vez no banho, à espera que saia, que a cola se perca, somos nós e o passado; o devir; não sei se nós nos transformamos em passado, se o passado em nós.
Este sábado estive para não sair. O sofá é tão, mas tão tentador quando se passa o dia a caminhar. Mas não, à última da hora lá me decidi, afinal de contas é sábado à noite, não chove, dog days are over - quero acreditar que sim.
Depois de muito dançar, lá estavas tu, caminhando na minha direcção, sorrindo, se não sorrisses não te reconheceria - um misto de surpresa, de constrangimento, o que se diz a alguém que não se vê há seis anos, de quem se perdeu o contacto, a amizade, a cumplicidade?
6 anos depois de teres partido, teres ido viver para o estrangeiro, de te ter encontrado por puro acaso na véspera da viagem no meio da rua, encontro-te novamente por puro acaso, num sítio improvável, com companhias improváveis, reconheces-me na escuridão. E eu, que fico desarmado com as coincidências, com o sentido de humor divino de quem escreve direito por linhas tortas, espero apenas que estes anos de afastamento mitiguem os meses de desentendimentos.
quinta-feira, 13 de março de 2014
O fim de uma era
Pensei muito se escreveria ou não não este post, pelo excesso de exposição. Mas, ao fim ao cabo, se não escrever aqui o que sinto, este blog deixa de fazer todo e qualquer sentido.
Teria uns três, quatro anos, quando a psicóloga me pediu para desenhar as duas pessoas quem mais gostava. Perguntei se só podiam ser duas, se não podiam ser quatro, só podiam ser duas, acabei por desenhar os meus avós maternos, o que certamente terá provocado algum desconsolo aos meus pais.
Esta ligação não consigo explicar. Apesar de serem avós muito presentes e de, a partir dos meus oito anos, viverem no mesmo prédio que eu, não se pode dizer que tivesse sido por eles educado ou que tivesse com eles coabitado.
Esta proximidade fez-me durante anos recear a sua perda, sobretudo com a sua velhice e o agravamento do seu estado de saúde. As sucessivas operações da avó, o acamamento do avô, desde os meus 15 anos. Desde essa idade que tenho vivido com o coração nas mãos, sempre a pensar que, em cada recaída, se iria dar a sua perda inevitável. Imaginamos sempre como será o dia da sua morte, se vamos ser capazes de ultrapassar facilmente essa perda. Nunca estamos preparados para a perda. Nunca estamos preparados para a morte, para lidar com ela, escondêmo-la, fugimos dela sempre que podemos. O avô partiu há nove anos, a avó no passado domingo.
Agora sim, sinto que me tiram as raízes da terra. A partir de agora não vou saber mais os truques para tornar aquela receita infalível. Os objectos físicos que atentam um casamento, uma vida em comum, uma linhagem, um clã, vão ser separados, infelizmente outros vendidos. Os segredos de família que ficaram por contar. Os álbuns de fotografias, onde habitam pessoas, vão passar a ter rostos de desconhecidos, para sempre desconhecidos.
Mas, no meio da dor, que há-de passar, das saudades que nos hão-de atormentar para sempre, da inevitabilidade da perda de conhecimento, o cenário que traçámos para estes dias não se cumpriu. Vamos buscar forças não sabemos onde, a cada momento saímos para muito além da nossa zona de conforto. E depois... depois temos o apoio de quem nos quer muito, de outras árvores que nos amparam e nos fazem sentir que não estamos nem sós, nem isolados. Este caminho é sempre partilhado.
quinta-feira, 6 de março de 2014
Old School
Foi o que me acabaram de chamar, quando defendi acerrimamente os pedidos de namoro em vez dos desenxabidos: "Temos de definir o que há entre nós".
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Dos epitáfios e outras mortes
Tenho um conhecido cujo último desejo é que do seu epitáfio conste exclusivamente, para além do seu nome, das datas de nascimento e morte, aquilo que se acha: poeta. Bom, na minha perspectiva uma boa dose de presunção - não acho que baste escrever poesia para ser poeta, quando no dia-a-dia não seja isso que se respire, de manhã à noite, e nos seus sonhos não se sonhe poesia.
Estes meus pensamentos levaram-me a pensar nas graças que tenho na minha vida e em tudo o que atingi até hoje, levado por ser um momento de viragem, em que concluí uma árdua tarefa que me perseguia há anos e que durante muito tempo parecia interminável. Talvez seja altura de começar a pintar uma nova tela em branco, visto a anterior já ter pouco espaço disponível para o fazer.
As percepções destes 34 anos e meio são francamente positivas. Tenho descoberto, nem sempre da melhor forma, que tenho a melhor família do mundo. Mesmo. Mesmo quando não reagem da forma que gostaríamos ou até mesmo quando nos chateiam a cabeça com pormenores que a ninguém interessa.
Nos últimos tempos, descobri também que tenho os melhores amigos do mundo. Um clichet, é certo, mas verdadeiro. Amigos que não estão presentes diariamente, mas que estão quando são precisos, com uma palavra ou simplesmente um olhar.
Se há que conservar este estado de bem-aventurança familiar e na amizade. Porém, faltam-me atingir outros objectivos, nomeadamente a nível profissional, onde sinto que tenho andado em círculos, provavelmente a fugir de mim mesmo. Infelizmente, há um caminho que falta percorrer para que me sinta verdadeiramente preenchido.
Talvez seja por tudo isto, quando penso em tudo aquilo que até agora vivi e nas minhas realizações pessoais, só me ocorre verdadeira e presunçosamente que já vivi grandes histórias de amor, daquelas que nos fazem inchar o peito e sentir borboletas no estômago, perder o apetite. Verdadeiro porque assim foi; presunçoso por elas não se distinguirem certamente das dos demais. Também é certo que nem todas com finais felizes, como nos filmes, mas no final de contas não são os finais que constroem a história. E eu já amei muito.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
No fundo, no fundo, eu sou um sortudo
Há coisa de cinco anos atrás, quando mudei de casa e por ocasião do meu aniversário, dois amigos ofereceram-me um quadro. Bom, uma amiga e um amigo que não sei, entretanto, como lhe chamar; as pessoas afastam-se sem justificação, já me interroguei que merda terei feito (facilmente assumo as culpas, até da fome do mundo), pelos vistos não suficientemente importante para falar comigo e esclarecer as coisas. Dizia eu, ofereceram-me um quadro. Melhor, uma moldura daquelas para várias fotografias. E que fotografias escolheram? As de umas férias em que passámos os três juntos - bem divertidas por sinal - em que sou eu o retratado. Uma sequência de figuras tristes, divertidamente tristes, em pleno largo da Pousada de Estremoz, as quais me recuso descrever, ainda tenho uma reputação blogosférica a manter, poucochinha, mas tenho. A moldura só poderia ter um destino: o meu quarto. Retratos do próprio só num canto privado, ainda mais numa situação tão constrangedora - como seriam as reuniões de condomínio com aquilo pendurado na sala?
Pendurado que ficou durante cinco anos, mesmo por cima da cabeceira da cama (sim, alguns engates terão visto, mas assim como assim também me viram a fazer outras acrobacias, portanto a coisa disfarça). Até quinta-feira passada, quando chego a casa ao final do dia e tenho a ripa inferior da moldura num ângulo de 180º e o vidro a escorregar lentamente, faltando muito pouco para cair por completo. No meio desta história, uma sorte dos diabos; se fosse durante a noite, não sei o que teria acontecido.
(Entretanto, colocou-me outro problema, bem menor, é certo: o que colocar na parede? Até o meu mais novo olha para o gancho e mia, desaprovando a nudez da cabeceira.)
(Entretanto, colocou-me outro problema, bem menor, é certo: o que colocar na parede? Até o meu mais novo olha para o gancho e mia, desaprovando a nudez da cabeceira.)
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Fazes pela calada
Quando no grupo ainda há solteiros, ou recém-separados/divorciados, a coisas leva-se bem. Um bocadinho quando começam a surgir os primeiros casados - as fotos da lua-de-mel, o vídeo do casamento, a decoração das casinhas (todas iguais umas às outras). Ou quando nascem as primeiras crianças - as fraldas, os cócós, as shantalas. O problema é quando, por acaso ou não (eu acredito muito nos fenómenos de grupo), de repente voltou tudo novamente a ser solteiro e as conversas não vão além da prospecção de mercado, avaliação do produto, performance dos mesmos, supressão de potenciais concorrentes e por aí fora. Eu, como sempre gostei da caça solitária e não dar cavaco a ninguém, tudo isto ainda me faz mais confusão, o suficiente para tornar uma noite, que prometia ser divertida, um tédio de morte.
Sancho
Final de tarde. Rumo à serra. Como habitualmente, coberta de nevoeiro. Gosto do moinho, sobretudo quando tem pouca gente, mesmo que não se aviste o mar. Gosto dos pregos, dos mojitos, do bolo de chocolate, do cuidado da empregada em verificar se ainda está em condições de ser servido, não estava, encetou um novo bolo. Dois gatos passeavam-se. Corriam. Chamei um deles, não veio. Ao fim de algum tempo, rendeu-se. Não só veio pedir festas, como acabou por se sentar numa das cadeiras vagas da minha mesa. Adormeceu.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
O humor das minhas amigas (ainda me estou a rir)
Chegava eu ontem dos Santos, tinha uma mensagem de uma amiga, com a imagem de um tipo em tronco nu e que dizia (a mensagem) "este deve ser da tua família; é parecido de cara contigo". A foto, vista no telefone, não me deu essa impressão. O ecrã era pequeno, tinha vindo dos Santos, estava a cheirar a sardinha assada, queria era dormir.
Só há pouco me lembrei da história da mensagem. Fui ver a foto. E descobri quem era o tipo. Precisamente. Mister Venezuela 2012.
(continuo a achar que em vez de cara, ela queria dizer peito)
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Amizade é...
pedirmos a um amigo de matemáticas para nos resolver um problema estatístico simples. Dar os dados dados errados. As contas não baterem certo. Detectar o erro. Fazer os cálculos novamente. Ao fim de tudo concluído, perceber que afinal não eram precisos, porque já estavam feitos, umas folhas mais à frente do sítio onde foram retirados os dados iniciais. Dizer isso ao amigo e ele simplesmente se rir.
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