Neste excerto, o Pas de deux e variação do III acto, com Aurélie Dupont e Manuel Legris. Descobri por acaso esta gravação, amadora e ao vivo, na Ópera de Paris. Apesar da fraca qualidade da imagem, escolhi-a por a nível de técnica está irrepreensível, a nível do Pas de Deux - uma sincronia invejável, obtendo-se o resultado pretendido.
domingo, 9 de novembro de 2008
La bayadère VII
Neste excerto, o Pas de deux e variação do III acto, com Aurélie Dupont e Manuel Legris. Descobri por acaso esta gravação, amadora e ao vivo, na Ópera de Paris. Apesar da fraca qualidade da imagem, escolhi-a por a nível de técnica está irrepreensível, a nível do Pas de Deux - uma sincronia invejável, obtendo-se o resultado pretendido.
domingo, 26 de outubro de 2008
La Bayadère VI
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Brava!
Ontem, estive no site da Companhia Nacional de Bailado a procurar informações acerca do elenco da produção de O Quebra Nozes, que irá estar em palco durante o mês de Dezembro, não no Teatro Camões como habitualmente, mas Teatro Nacional de São Carlos. Como sempre e ao contrário do que acontece em todas as salas pelo mundo fora, nenhum dado a esse nível. E mais uma vez, como sempre faço, escrevi um mail a pedir informações (das quais já sei a resposta, a esta altura ainda não sabem quem irá dançar). Bem, mas o que interessa mesmo foi a boa notícia que tive - a minha bailarina preferida de toda a companhia, Filipa de Castro, passou a bailarina principal. Apesar de já há algum tempo executar papéis de solista, pertencia ainda aos Corifeus.
Para mim, Filipa de Castro além de uma técnica exigente que, obrigatoriamente, tem, apresenta aquilo que considero que marca a diferença - a interpretação. Porque ballet não pode ser exclusivamente perfeito a nível de técnica - tem também de suscitar sentimentos. E é isso que Filipa de Castro faz em palco. Lembro-me particularmente de uma Giselle interpretada de forma magistral. Com uma técnica perfeita. E, sobretudo, uma grande humildade em palco, porque os verdadeiros artistas não precisam de artifícios para encherem o palco.
Por isso, a minha homenagem à bailarina Filipa de Castro (que certamente não lerá este blog).
sábado, 27 de setembro de 2008
La Bayadère V
A orquestração do final da variação propriamente dita é diferente daquela que possuo em Cd, apesar de ser realizada por John Lancheberry. A direcção de orquestra é que difere - em Cd esteve a cargo de Richard Bonynge. Prefiro a do Dvd, por ser mais emotiva.
sábado, 14 de junho de 2008
La Bayadère III
No Palácio do Rajá, têm lugar os festejos do casamento.
Aqui, a dança dos papagaios, pela Ópera de Paris.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
La Bayadère II
Solor espera encontrar a amada Nikiya e por isso, espera por ela, ao longe.
Nikiya dança junto ao fogo sagrado, ao pé do mesmo o Grande Sacerdote tenta demonstrar o seu amor, mas é rejeitado.
Nikiya deixa o templo e encontra-se com Solor. Os dois juram fidelidade, perante o olhar discreto do Grande Brâmane, que jura vingar-se.
Aqui, a variação de Nikiya, junto ao fogo sagrado, com Isabelle Guèrin, Ópera de Paris
segunda-feira, 7 de abril de 2008
As primas Grisi


quinta-feira, 27 de março de 2008
La Bayadère
Apesar de ser pouco divulgado na Europa Ocidental, faz parte do reportório de qualquer companhia de Leste (soa um pouco a terminologia Guerra Fria, mas não me ocorre nada melhor - adiante!).
É a história de uma bailadeira hindu, ou seja, uma espécie de sacerdotiza, cuja função é dançar para o Deus do templo ao qual pertence, de seu nome Nikiya, e do guerreiro Solor. Estão ambos enamorados um pelo outro, mas tinha de vir alguém para estragar tudo - o grande Brâmane está apaixonado por Nikiya e Solor é prometido pelo Rajá a sua filha, Gamzatti.
E estão lançados os ingredientes essenciais para o desenrolar da trama.
Para já, queria deixar-vos apenas com este trecho, um dos meus preferidos - O Reino das Sombras. Aqui, na versão de Nureyev, com a Ópera de Paris, 1992.


