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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
É por estas
sábado, 11 de julho de 2009
Dúvida XII
domingo, 28 de junho de 2009
Le roi est mort
Vive la Reine!
Vogue, VMA, 1990
Isto só porque já não se aguenta ouvir falar do senhor. Sobretudo por todas as manifestações públicas, a maior parte das quais eu acho bastante idiotas. Se quando foi da morte da Princessa de Gales, na altura me pareceu fazer algum sentido, passados 10 anos, com The Queen, achei tudo aquilo muito ridículo, de facto. Agora, já acho, portanto daqui a 10 anos, o que acharei?
terça-feira, 19 de maio de 2009
Mostrem-mos XV
O Paulo envia-nos dois porta-chaves todos catitas. O Gato (se fosse tigrado diria que poderia ser o Diniz) foi oferecido por uma colega, logo são as chaves do trabalho! O segundo... é uma visão surrealista de si mesmo (palavras dele), tendo sido feito pelo filhote e oferecido no dia do pai, em 2006. Aí estão as chaves de casa e do carro.
Escolhi para o Paulo, Wise Up, de Aimme Mann, cuja música faz parte da banda sonora do filme Magnólia. Eu não vi o filme (pasme-se), mas tenho a banda sonora (coisa estranha! - foi oferecida). Espero que o Paulo goste. Eu gosto.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Mostrem-mos XIV

O Zeh, cujo blog se chamava La vie en rouge e agora La vie em vert (se fosse agora, teria enviado certamente uma foto com o fundo em verde) mandou-nos a foto do seu porta-chaves: um pequeno recuerdo que trouxe de Amsterdão há um par de anos e que no seu entender retrata muito bem a cidade, já que se trata de uma parte de uma correia de bicicleta (no meu imaginário, a Holanda ainda é a das túlipas, das socas de madeira e das camponesas barra leiteiras com umas toucas engraçadas!).
Escolhi para música, uma que sei que o Zeh gosta (já lá esteve no estaminé) e que eu gosto muito e que faz parte da banda sonora de um filme que gostei muito - Verdes Anos (com a Isabel Ruth no principal papel).
sábado, 18 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
A Sucessora
Eu, pecador me confesso. Mas quem diz a verdade, não merece castigo. A Cora que não me oiça, mas sempre tive grande dificuldade em ler autores brasileiros. Desde os meus 11 anos, quando fiz a primeira comunhão e me ofereceram O Meu pé de laranja lima, que nunca mais consegui ler mais nada em português do Brasil. E não foi por ter chorado baba e ranho (quem é que diz que aquilo é livro para crianças?!?).
Várias vezes que tentei ler Jorge Amado, sem o conseguir. Ouvir o português musical não me faz confusão nenhuma. Mas ler... às tantas o meu cérebro já fala também com sotaque brasileiro e é uma grande trapalhada e não vou além das cinco primeiras páginas.
Eis senão quando, um destes dias em que saía à pressa de casa, mas queria levar alguma coisa para ler, apanho um livro que estava à mão ("herdei" imensos livros há pouco tempo portanto leitura não me falta para os próximos anos). Chama-se A Sucessora, de Carolina Nabucco. Rumores há, que Daphne du Maurier se terá inspirado nela para escrever a sua obra-prima, Rebecca, que devo ter lido a primeira vez com 15 anos, numa edição que trazia 5 ... novels (romance não é a tradução indicada) de suspense, de diversos autores.
Se esse foi o primeiro que li dela, outros se lhe seguiram.
Com algumas diferenças substanciais, visto a acção de A Sucessora desenrolar-se principalmente no Rio de Janeiro, durante a década de 30 e não existir nenhum crime por desvendar, este não lhe fica, no entanto, atrás. E foi com grande satisfação que, ao fim de tantos anos, retomo os autores brasileiros.
No entanto, falta ainda ver uma das obras primas de Hitchcock, Rebecca. Não consigo encontrar o filme à venda e sempre que a Cinemateca o passa, é sempre a horas em que estou a trabalhar. É protagonizado por Laurence Olivier e Joan Fontaine, irmã de Olivia de Havilland, a Melanie Hamilton de E tudo o vento levou (e também a Mariam, de Robin Hood, com Errol Flynn - mas não vamos falar desse senhor, senão há uma prezada leitora que fica com calores). Curiosamente, Vivien Leigh foi uma das actrizes pensadas para desempenhar o papel principal (era à data namorada de Laurence Olivier), mas não conseguiu o papel.
Fiquemos com o início do filme.
Fiquemos com o início do filme.
*A tradução que tenho, há bem 20 anos, de A maravilhosa viagem de Nils Holggerson pela Suécia, da Selma Lagerlöf é também em brasileiro, e numca a consegui ler... Infelizmente.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Amália - o filme
Ficamos a saber que:
- Berta Cardoso nunca existiu;
- Amália nunca gravou nos Abbey Studios antes dos Beatles;
- o único filme em que participou foi Os Amantes do Tejo;
- David Mourão Ferreira apenas lhe entregou uns versitos num envelope, por interposta pessoa;
- Medo, composto por Alain Oulman para Amália, foi composto (e cantado!) antes de se conhecerem;
- Estranha forma de vida afinal nunca passou por ser da autoria de David Mourão Ferreira;
- Amália só conheceu o continente Americano, Espanha e França, apesar de ter uma casa em Dublin, o que significa que a estrondosa digressão em Itália nunca existiu;
- Celeste Rodrigues engravidou por obra e graça do Espírito Santo (o verdadeiro);
- Amália em 1984 é igual à Lia Gama, mas disforme e mais magra;
- coitaditas das Espírito Santo, tão pobrezinhas que eram, que nem umas pérolas negras tinham para levar ao enterro de Ricardo (Espírito Santo).
Mas, fora todas estas escolhas, vale a pena. O filme é bonito, mas de biográfico pouco tem. Nem ficamos a saber mais da vida pessoal, nem ficamos a saber mais da vida artística. Mas bonito.
Falta apenas um fado, na minha opinião - aquele que a visão do realizador parece querer insistir ao longo do filme.Grito.
domingo, 28 de dezembro de 2008
There's no place like home
Ou então: -Toto, I've a feeling we're not in Kansas any more! - uma das 100 mais famosas frases da História do cinema.
Já reconhecem? É isso, O Feiticeiro de Oz / The wizard of Oz. Chamem-me infantilóide, que sou, ou o que quiserem, mas continua a ser um dos meus filmes preferidos. Tinha-o gravado em cassete e ontem revi-o, passados imensos anos, pois passou na televisão. Decididamente, vai ser uma das próximas compras.
Deixo-vos, não com Somewhere over de rainbow, de facto uma das minhas músicas preferidas, mas já bastou ontem ter estado com o spleen...
E até vos deixo a letra, para vos deixar a cantarolar!
We're off to see the wizard,
The wonderful wizard of oz.
We hear he is a wiz of a wiz
If ever a wiz there was.
If ever, oh ever, a wiz there was,
The wizard of oz is one because,
Because, because, because, because, because--
Because of the wonderful things he does.
We're off to see the wizard,
The wonderful wizard of oz.
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Um verdadeiro Mimo
Nesse mesmo jantar, que referi anteriormente, acabámos por passar a noite divertidíssimos a jogar um famoso jogo de salão, comum em qualquer lar norte-americano: o jogo da mímica, para se adivinharem nomes de filmes.
Foi das noites mais divertidas que tive. Não só pelas figuras ridículas que se fizeram, mas também pelo raciocínio fantástico de outras. Como uma amiga minha, que adora filmes de Páscoa (tudo o que meta uma túnica e cristãos jogados aos leões é com ela*) que bastava eu fazer cornos a mim próprio para me dizer romanos e lá ia ela por aí fora, desfiando um rol de filmes. Mas foi assim que conseguiu adivinhar Uns Espartanos do pior (e não, ao que consta não é nenhum filme porno...)
E descobri em mim talentos natos, como mimar Melhor é impossível (só eram aceites os nomes em português) - não me perguntem como foi, que não me lembro.
Também achei curioso acharem que eu não seria capaz de mimar O feiticeiro de Oz. Além de ser um dos meus filmes preferidos (tinha de fazer com que adivinhassem desse por onde desse!), tinha à mão uma Schnauzer amorosa, de certezinha disposta a fazer de Toto.
Experimentem em vossas casas e decerto que vão ser surpreendidos! O difícil é lembrarmo-nos de filmes para mimar.
(Os filmes baseados em Jane Austen, desistam. Como se mima Sensibilidade e Bom Senso. Ou Orgulho e Preconceito?)
*Túnicas e collants, neste último caso com Errol Flyn... haverá aqui algum padrão que me escapa?!?
The Wizard of Oz - Theme of the wicked witch
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Lotação esgotada
Ontem dirigi-me à noite ao Cinema São Jorge, para assistir ao Il Bacio di Tosca, que ia ser exibido no doclisboa2008. Tinha visto um excerto aqui e achei que deveria ver, apesar de não ser fã de festivais de cinema e muito menos de documentários.
Infelizmente, sala esgotada (não sei se foi optimismo, se ingenuidade). Terá de ficar para uma próxima vez. Se houver.
Enquanto não sucede, fiquemos com o excerto que me despertou o interesse.
domingo, 12 de outubro de 2008
Savage Grace II

Julianne Moore a fazer de Julianne Moore - óptima, como sempre. Guarda-roupa lindo; interiores deslumbrantes... e é tudo.
Fiquei sem entender se o incesto foi a forma encontrada por Barbara para se livrar da solidão e do abandono, se o modo para suscitar o interesse pelo lado feminino no seu filho. Nem se se percebe se terá sido isso que a terá levado à morte.
domingo, 5 de outubro de 2008
5 de Outubro
Perante a ida de ontem do nosso PR ao Portugal Fashion e o seu discurso hoje, acho que vou seguir o conselho da minha amiga A. para este dia e ver, de enfiada, os filmes da Sissi.
(Definitivamente, caríssima D. Maria Pia, se querem rainhas, paguem-nas!)
Strauss - Kaiser Walzer, Op. 437
terça-feira, 24 de junho de 2008
Sex & City II
Para quem repara em pormenores, terá reparado que no gabinete da editora da Vogue, está um móvel, género contador, com molduras douradas e com uns puxadores igualmente dourados, tal qual estes do aparador cá de casa.

E na produção de moda com Carrie, era exibido um candeeiro como este, também com lâmpadas redondas. Este, está minha casa de banho.
Portanto, tenho uma casa Vogue e não sabia.
E se pensam que vão ouvir o Vogue, de Madonna, estão muito enganados, seria demasiado previsível.
E na produção de moda com Carrie, era exibido um candeeiro como este, também com lâmpadas redondas. Este, está minha casa de banho.
Portanto, tenho uma casa Vogue e não sabia.
Madonna - I Love New York
segunda-feira, 16 de junho de 2008
O Sexo e a Cidade

O Sexo e a Cidade revelou-se um epílogo que deixou algo a desejar. Algo lamechas, muito do mesmo e um pouco à parte do que a série nos habituou.
No entanto, 3 surpresas agradáveis – os desenlaces de Charlotte, Miranda e Samantha.
Charlotte, porque é aquela que, no final de contas, todos queremos ser. Pode não ser por aquilo que tem, mas por aquilo que sente. Não se sente todo o dia feliz, mas todos os dias se sente feliz. Mesmo depois de um casamento de sonho de toda uma vida fracassado e de um novo casamento que em nada faria supor a sua longevidade. O marido de Charlotte não é, de todo, aquilo que sempre sonhou para si, mas a relação perdura.
Nunca supus que Miranda perdoasse a Steve após a traição. Porque das três, talvez Miranda fosse a que mais acreditasse no Amor. Só assim se justifica que pensasse que só por amar uma pessoa, seria o bastante para que essa relação durasse. Talvez seja esse o erro praticado na maior parte das relações, acreditando que o sentimento, por si só, seja o suficiente.
Também nunca imaginei que Samantha fosse fiel até ao fim ao namorado (pelo menos em acções!). Mesmo anulando-se continuamente, em prol da relação, este também um dos erros mais recorrentes das relações. E porque nem todas as pessoas são iguais, nem todos temos de o padrão “Casal” (hesitei em usar a palavra monogâmico, que não me parece ser o mais correcto neste contexto), não me entristece minimamente que Samantha fique só.
Carrie sempre foi a tonta de serviço. E novamente voltou a sê-lo. Porquê insistir numa relação de 10 anos, que teve mais altos que baixos e que lhe trouxe tanto sofrimento? Até porque sempre que acabava com Mr. Pig, perdão, Big, fazia realmente algo de útil da vida – assim se explica a remodelação que fez no apartamento, que finalmente, ficou com ar de casa.
E se as três primeiras relações reflectem o quão importante é o sexo na relação amorosa – Charlotte por o ter; Miranda por o desvalorizar e Samantha por o não ter como tinha – Carrie deixa-nos outra mensagem. A da amizade. Porque sem aquelas 3 amigas, o que seria dela?
Por isso, o único toque de Amor de todo o filme cabe à personagem da assistente de Carrie que, apesar de absolutamente deliciosa, é, no meu entender, acessória e desnecessária em toda a trama.
É Amor que falta ao filme. E a nós também.
Por isso, fiquemos com
Amy Winehouse – Love is a loosing game
terça-feira, 20 de maio de 2008
Cartas a uma ditadura

Fui ver este documentário na semana que passou. Cinema Londres, 20 horas da noite. É das minhas horas preferidas para ir ao cinema. Geralmente está pouca gente e é uma hora simpática: saímos do trabalho, damos uma voltinha, lanchamos e lá vamos nós. E com isto tudo ainda se chega a casa cedinho, para se tratar do que há a tratar-se.
Confesso que ficou um pouco aquém do que esperava. As imagens de arquivo muito bem escolhidas, tal como a banda sonora. Mas os testemunhos deixaram um pouco a desejar. Não pelas poucas senhoras que acederam falar, mas sobretudo pelo pouco que acrescentaram. O que demostra, a meu entender, o desconforto que persiste em falar abertamente de um pretenso apoio à ditadura. Como se esse apoio pudesse ser considerado colaboracionismo. Poderá ser assim entendido? Não o creio.
quarta-feira, 19 de março de 2008
E tudo o vento levou
O filme que primeiro teria de falar é, sem dúvida, este. Este é clássico por excelência.
Desde que me conheço, este foi sempre o meu filme fetish. Enredo, banda sonora, décor, guarda-roupa...
Queria mostrar aquela que era uma das minhas sequências preferidas - o garden party inicial, onde Scarlett se encontra rodeada de vários pretendentes, flirtando aqui e ali, dominando por completo os pobres coitados, mas não a encontrei.
Até que, anos mais tarde, percebi que pior do que não se ser correspondido, é não se puder corresponder.
Fiquemos, pois, com o trailer.
Desde que me conheço, este foi sempre o meu filme fetish. Enredo, banda sonora, décor, guarda-roupa...
Queria mostrar aquela que era uma das minhas sequências preferidas - o garden party inicial, onde Scarlett se encontra rodeada de vários pretendentes, flirtando aqui e ali, dominando por completo os pobres coitados, mas não a encontrei.
Até que, anos mais tarde, percebi que pior do que não se ser correspondido, é não se puder corresponder.
Fiquemos, pois, com o trailer.
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