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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Certamente que não vos interessa
ou interessa tanto como a reprodução das formigas na África do Sul, mas hoje foi a primeira vez na vida que comi arroz de cabidela (e até achei comestível).
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O meu serão de ontem
Comer à colherada uma lata inteira de leite condensado, passada do prazo de validade 3 meses.
(sobrevivi, se bem que um bocado enjoado no final).
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Momento Filipa Vacondeus (essa grande querida)
A pedido de várias meninas (os meninos devem estar à espera que os bolos lhes apareçam feitos certamente), aqui vai a receita do Bolo de Canela. A receita foi publicada naqueles pequenos livros distribuidos com a revista Activa (eu prefiro a Mulher Moderna na Cozinha - deve ser mesmo muito moderna), da colecção Cozinha Regional Portuguesa, no volume dedicado ao Ribatejo.
3 ovos
380 g de açúcar
3 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa rasa de canela (eu ponho sempre mais, mas sou cinnamon addicted)
2,5 dl de leite
200 g de farinah de trigo com fermento (eu não tinha, juntei 2 colheres de sobremesa de fermento)
banha e farinha para untar e polvilhar a forma (uso manteiga ou margarina)
Batem-se os ovos com açúcar, junta-se a manteiga amolecida, a canela e depois o leiteBate-se de novo e adiciona-se, aos poucos, a farinha, sem bater.
Deitar a massa numa forma untada e polvilhada e vai ao forno.
sábado, 13 de março de 2010
Como é que é possível
só ontem ter-me dado conta que o Frutalmeidas do Saldanha Residence ter fechado, logo que ia todo lampeiro para uma fatia de bolo de morangos e chantilly e, quiçá, um pastelinho de massa tenra?
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Não sou fã
de chocolate, mas se tivesse agora um destes em casa (ou dois ou três), ia ser um ver se te avias. (Vá, e poupem-me às piadinhas fáceis).
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Como fazer para ficar a salivar?
Fácil. Enviem-me qualquer coisinha (no caso em questão foi a Amazon) e coloquem juntamente com a encomenda, publicidade a isto:
Fillet Steak. Se está bom para a tia Bélinha, está bom para mim. Aqui.
sábado, 27 de junho de 2009
Foi hoje o dia
Estão a ver aqueles pacotinhos de açúcar amarelos, da Nicola (que por acaso é uma das minhas marcas de café preferidas, ao contrário da do Senhor de Campo Maior, embora os afamados bifes do próprio Café, no Rossio, já não sejam o que foram - tanto me falou o meu avô deles, mas também já em nenhum sítio os bifes são como eram. Toda a gente sabe que os melhores bifes de Lisboa são no Café de S. Bento.)?
Pois bem, foi hoje o dia.
Eu não gosto de Martini. Gin tónico fica bem a qualquer hora do dia, sobretudo nos de maior calor (lembro-me de ser bem miúdo, os meus pais beberem gins tónicos na quinta, naqueles dias abrasadores e eu pedir para provar - estejam descansados que eram bem mais fraquinhos que os do Peter's, mas de qualquer forma, quando comecei a sair, foi o que comecei a beber), mas não sou particularmente fã de os beber antes da refeição.
Resolvi perfeitamente a situação, bebendo sempre que a ocasião assim o exige, vinho do Porto branco seco, gelado, que tenho sempre no frigorífico (pode faltar muita coisa cá em casa, mas este vinho e Dimple, não podem faltar).
Ora, eu gosto tanto, mas tanto de vinho do Porto branco seco, gelado, que era capaz de acompanhar a refeição inteira (às vezes acontece acompanhar o início da refeição, quando começam a servir antes de o ter acabado).
Hoje, depois de um dia de praia, apetecia-me jantar algo com alguma sustança. Bacalhau à Lagareiro pareceu-me bem - não está muito calor e eu adoro pratos de forno, porque por muito que goste de pilotar fogão, nada melhor que usar o piloto automático (até porque significa também menos loiça para lavar).
Se há coisa que eu não consigo, é comer bacalhau sem vinho. Água está fora de questão e refrigerantes só com pizza. Só que, por desleixo, não havia uma única garrafa de vinho cá em casa (branco é muito raro, porque não acho grande piada, mas tinto até costuma haver). Só um resto de vinho tinto que terá sobrado de um qualquer jantar, que nesta altura só para servir como vinagre, que nem para um coq au vin servirá (não gosto de peras bêbedas).
O que me valeu, foi a garrafa de vinho do Porto branco seco, gelado. Foi hoje o dia.
sábado, 16 de maio de 2009
What happened to... V
Desta vez não vou falar de alguém, mas sim de algo. Delicioso, por sinal.
No início da semana que passou, a L. veio cá a casa. Entre um café para mim e um descafeínado para a L. (não vou contar porque é que a L. não toma café à noite, isso são contas de outro rosário), a conversa girou à volta de comida. Petisco para cá, petisco para lá, vieram à baila as anchovas em conserva. E o que nós gostamos de anchovas! A L., sempre que vamos a um restaurantezinho simpático para os lados do Saldanha (do qual não vou fazer publicidade, claro está), dá-lhe forte e feio na pizza de anchovas. E eu recordo-me das sandes de anchovas que acompanhavam uma cerveja (que eu não acho grande graça, mas que com estas coisas até bebo), que comia com o meu Avô.
Ficou combinadíssimo uma petiscada cá em casa para a próxima sexta-feira (ontem), para matarmos saudades da bela da anchova.
A questão é que nem eu, nem ela, conseguimos encontrar anchovas. Tirando a Loja das Conservas que existe na Baixa e que sabemos que tem (mas nem um, nem outro lá conseguiu passar até sexta-feira), onde pára a Anchova?!?
Obviamente que o facto de não haver anchovas, não nos impediu de lambuzar com todas aquelas coisas que equivalem a muitos pontapés no figado...
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Il neige sur mon coeur
Há uns anos atrás partilhei casa com uma belga. E não, não estou a falar das bolachas. Foi uma situação que durou meia dúzia de meses. Mais nova que eu, mais alta que eu, mais loura que eu e mais bronzeada que eu. Tinha um namorado português execrável que, entre outras coisas, ressonava alto. Ensinou-me quais as melhores pralinés e com ela comi as melhores gauffres do mundo – as feitas pela sua avó. Estas, certamente não as irei comer novamente. Acabou com o namorado e voltou para a Bélgica. A pouco e pouco fomos perdendo o contacto e há muito que não sei dela.
Ficou esta música que me deu a conhecer, do Brel (que fazia questão de frisar a toda a hora, que era belga e não francês), acerca da cidade que a viu crescer.
Porque, muito embora os dias estejam maiores e mais cálidos, é bom recordar os dias em que vimos neve pela primeira vez e em que sentimos saudades das águas profundas que nos habitam.
Jacques Brel – Il neige sur Liège
Il neige il neige sur Liège
Et la neige sur Liège pour neiger met des gants
Il neige il neige sur Liège
Croissant noir de la Meuse sur le front d'un clown blanc
Il est brisé le cri
Des heures et des oiseaux
Des enfants à cerceaux
Et du noir et du gris
Il neige il neige sur Liège
Que le fleuve traverse sans bruit
Il neige il neige sur Liège
Et tant tourne la neige entre le ciel et Liège
Qu'on ne sait plus s'il neige s'il neige sur Liège
Ou si c'est Liège qui neige vers le ciel
Et la neige marie
Les amants débutants
Les amants promenant
Sur le carré blanchi
Il neige il neige sur Liège
Que le fleuve transporte sans bruit
Ce soir ce soir il neige sur mes rêves et sur Liège
Que le fleuve transperce sans bruit
Et la neige sur Liège pour neiger met des gants
Il neige il neige sur Liège
Croissant noir de la Meuse sur le front d'un clown blanc
Il est brisé le cri
Des heures et des oiseaux
Des enfants à cerceaux
Et du noir et du gris
Il neige il neige sur Liège
Que le fleuve traverse sans bruit
Il neige il neige sur Liège
Et tant tourne la neige entre le ciel et Liège
Qu'on ne sait plus s'il neige s'il neige sur Liège
Ou si c'est Liège qui neige vers le ciel
Et la neige marie
Les amants débutants
Les amants promenant
Sur le carré blanchi
Il neige il neige sur Liège
Que le fleuve transporte sans bruit
Ce soir ce soir il neige sur mes rêves et sur Liège
Que le fleuve transperce sans bruit
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Prazos e metades
Ainda é terça-feira e sinto-me como se fosse sexta.
Prazos (em inglês deadlines) para cumprir até dia 31. Um deles não depende só de mim (e já não estou a achar muita graça.
E este bolo, de coco e gila, já vai para lá de meio. Só a semana é que não.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Eu?!?
Eu estou óptimo. A minha boca é que nem por isso. Portanto e até ficar reestabelecido, caldinhos, empadão, esparregado. Neste momento, a varinha mágica é a minha melhor amiga. E o que me apetecia mesmo era um alto e suculento. A sangrar. Um belo bife, pois então!
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Gastro... quê?
Vamos ver se nos entendemos. É certo que gosto imenso de cozinhar, como já devem ter reparado. E sim, tenho falado bastante em comida aqui no estaminé. Mas isso não faz de mim um gastrossexual. Passo a explicar.
Em primeiro lugar pelo termo em si, que me faz lembrar certos e determinados filmes de Pasolini - nada contra, mas não estamos nem aí.
Depois, segundo consta, são solteirões na casa dos trinta. Lamento, mas ainda tenho vinte e nove anos (e meio, é certo), mas não é a mesma coisa. E convenhamos, solteiro, solteiro, nunca estou – ainda que possa parecer, tenho há muitos anos uma relação de amor ardente comigo próprio e parece-me que é para casar!
Finalmente, ainda que os meus dotes culinários (e não gastronómicos)* sejam na maior parte das vezes irresistíveis, suponho que haja coisas em mim igualmente irresistíveis, que dão igualmente prazer, mas muito menos trabalho.
*Ok, confesso, já recorri a esses dotes, convém ter sempre um plano B. E toda a gente sabe que o caminho mais curto para se chegar ao coração é pelo estômago. Mas verdade seja dita, soubesse o que sei hoje, não me tinha dado a tanto trabalho!
Em primeiro lugar pelo termo em si, que me faz lembrar certos e determinados filmes de Pasolini - nada contra, mas não estamos nem aí.
Depois, segundo consta, são solteirões na casa dos trinta. Lamento, mas ainda tenho vinte e nove anos (e meio, é certo), mas não é a mesma coisa. E convenhamos, solteiro, solteiro, nunca estou – ainda que possa parecer, tenho há muitos anos uma relação de amor ardente comigo próprio e parece-me que é para casar!
Finalmente, ainda que os meus dotes culinários (e não gastronómicos)* sejam na maior parte das vezes irresistíveis, suponho que haja coisas em mim igualmente irresistíveis, que dão igualmente prazer, mas muito menos trabalho.
*Ok, confesso, já recorri a esses dotes, convém ter sempre um plano B. E toda a gente sabe que o caminho mais curto para se chegar ao coração é pelo estômago. Mas verdade seja dita, soubesse o que sei hoje, não me tinha dado a tanto trabalho!
domingo, 7 de dezembro de 2008
Charada
O que servir num jantar para cinco pessoas, sendo que:
A não come vaca, borrego e coelho.
B não come tomate e oregãos.
C não come queijos.
D não come bacalhau e gila.
E é boa boca (e está-se mesmo a ver quem é!)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Sawa ou a Biscuit Maker
Tinha pedido à Mãe, há já alguns tempos, que me dispensasse algumas das suas formas individuais – as de pudim, altas e estreitas; as das Tortas de Azeitão- a única receita que peçam, chorem, esperneiem, mas não dou – ordens superiores!, rectangulares e baixas; as dos queques, redondas e baixas – porque ando com imensas saudades de Pastéis da Aldeia Rica (vulgo pastéis de leite), porque ando com desejo e sem formas, não há meio de o satisfazer.
Pois bem, juntamente com algumas das formas acima, vinha a Sawa. Ou melhor, a Kakasprutan (como podem ver na imagem). Trata-se de uma espécie de seringa para bolos, mas indicada para fazer... biscoitos! E com um apetrecho especial, devidamente incluído, permite a decoração de bolos.
Segundo a Mãe, fez parte da sua lista de casamento... (sim, é para rir!) Obviamente, e nem é preciso conhecê-la a fundo, para perceber que só foi usada meia dúzia de vezes... Se tanto! Aliás, não me lembro de ter visto, comido, seja o que for, feito com a Sawa.
Estreei-a com uma das receitas que acompanha o instrumento, devidamente testada, como asseguram, pelo Instituto Culinário de Munique (certamente a mais alta sumidade na questão nos idos anos setenta...). Era a única que não levava ovos, que não tinha em casa e não me apeteceu, com o frio que estava, ir à rua comprá-los. Receita essa, era capaz de jurar, igual à receita das Areias lá de casa (ainda não tive pachorra de confirmar e de cor, só sei a receita da Charcada): 100g de açúcar, 200g de margarina e 300g de farinha – receita 1,2,3 (não é preciso explicar o resto, pois não?). Foi este o resultado:Obviamente, é só para fazer quando se tem alguém em casa (para depois as despacharmos para o visitante) ou para o oferecer. É que são impossíveis de resistir!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Aviso
Já há Natal na Loja do Gato Preto. E no site do Ikea também.
Era só para informar.
Mas o que me apetecia mesmo era que alguém aparecesse cá em casa com um balde de gelado. Morango, como é óbvio. Isso é que era. (ok, já era mais do que suficiente um daqueles Magnuns de morango e chocolate branco...)
Era só para informar.
Mas o que me apetecia mesmo era que alguém aparecesse cá em casa com um balde de gelado. Morango, como é óbvio. Isso é que era. (ok, já era mais do que suficiente um daqueles Magnuns de morango e chocolate branco...)
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
I'm going to tell you a secret II
O que ia mesmo bem agora era uma caixa de pastéis de Vouzela. Inteira, de preferência, que isto hoje não ia lá com menos.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
I'm going to tell you a secret
Sempre gostei de cozinhar e, pelo menos, o sucesso costuma ser garantido junto aos meus amigos. Nunca nada na cozinha teve segredo para mim. As maioneses sempre subiram, o molho béchamel nunca engranitou, os doces com muitas e muitas gemas tiveram sempre o ponto correcto de açúcar.
É certo que ainda me faltam aprender algumas técnicas - nunca me aventurei a fazer um souflée (até porque a maior parte dos meus amigos atrasa-se sempre quando há jantaradas cá em casa) e a massa folhada é sempre de compra.
E na hora de servir, não se tira apenas a melhor loiça nem a melhor toalha: há sempre cebolinho a dar um ar da sua graça e mesmo o arroz, que já ninguém serve em forma de coroa p'raí desde os anos 70, eu continuo a servi-lo assim.
Foi por isso, que há uns tempos atrás, andava eu à cata de abóbora-gila no supermercado para fazer doce, (até se decidir plantar algumas na quinta, porque a quantidade de doces que em casa se fazem com gila é surpreendente), fiquei surpreendido quando a rapariga da secção dos legumes nunca tinha ouvido falar de tal coisa: para ela, a gila que conhecia vinha em frascos. O que me faz lembrar aquela história presenciada por uma pessoa amiga, que num famoso salão de chá ali para os lados da Lapa, deliciou-se a ouvir, entre duas dentadas num scone, o diálogo entre duas senhoras, em que uma interrogava de onde viria a compota que era servida. Ao que a outra respondeu: "Então, vem da quinta! Das pessoas!"
Pois bem, uma das vezes em que senti mais vergonha na minha vida foi quando me mudei para esta casa e a abertura do gás se atrasou mais do que o previsto. Banhos resolvidos em casa dos amigos mais próximos; faltava a questão das refeições. Para quem, como eu, gosta de analisar as compras dos vizinhos da frente na fila do supermercado, não teria dúvidas em me rotular de solteirão, que nem um ovo sabe fritar (efectivamente, é bem mais fácil fritar um ovo do que fazer uns bons ovos mexidos ou mesmo um mísero ovo quente): ele era pizzas e lasanhas congeladas; bacalhau com natas e almôndegas com puré de batata também congeladas, enfim, tudo quanto há. Só faltavam mesmo as cervejas, coisa que só mesmo no verão e pouco mais.
Saí dali o mais rapidamente possível, com vontade de ir pôr bacalhau, ou feijão, de molho!
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