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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Doze badaladas em 365 dias

É sempre uma dificuldade pensar em 12 desejos para acompanhar cada badalada - convenhamos, se não formos para desejos materiais concretos, ninguém consegue completar os 12 desejos!
E porque afinal de contas, estou a meio do ano, do meu vigésimo nono, que ele continue a ser tão bom como até agora.
Acima de tudo, que logo à noite, nesses 12 segundos, não gastem a alegria toda do novo ano que começa. E sejam felizes, que só depende de vós! (e com esta já podia ir escrever horóscopos para uma qualquer revista ou apresentar um programinha matinal da televisão!)

sábado, 27 de dezembro de 2008

Espectadores


Na véspera de Natal. Com certeza, a fazer tempo para que o Bolo-rei levedasse (em dias normais, 3 já são um record...)

Obrigado,
David, pela foto!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Have yourself a merry little Christmas

Esqueci-me de que toda a gente comemora o Natal hoje, ao passo que cá em casa é só amanhã. Por isso, antes que seja tarde e enquanto o recheio do perú está ao lume e eu me preparo mentalmente para o falta fazer (que é tudo!), aproveito para vos desejar um Santo Natal, com bochechas rosadas e com o coração quentinho, rodeados de quem vos quer muito e bem!

(que é a minha música de Natal preferida)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Gastro... quê?

Vamos ver se nos entendemos. É certo que gosto imenso de cozinhar, como já devem ter reparado. E sim, tenho falado bastante em comida aqui no estaminé. Mas isso não faz de mim um gastrossexual. Passo a explicar.


Em primeiro lugar pelo termo em si, que me faz lembrar certos e determinados filmes de Pasolini - nada contra, mas não estamos nem aí.

Depois, segundo consta, são solteirões na casa dos trinta. Lamento, mas ainda tenho vinte e nove anos (e meio, é certo), mas não é a mesma coisa. E convenhamos, solteiro, solteiro, nunca estou – ainda que possa parecer, tenho há muitos anos uma relação de amor ardente comigo próprio e parece-me que é para casar!

Finalmente, ainda que os meus dotes culinários (e não gastronómicos)* sejam na maior parte das vezes irresistíveis, suponho que haja coisas em mim igualmente irresistíveis, que dão igualmente prazer, mas muito menos trabalho.

*Ok, confesso, já recorri a esses dotes, convém ter sempre um plano B. E toda a gente sabe que o caminho mais curto para se chegar ao coração é pelo estômago. Mas verdade seja dita, soubesse o que sei hoje, não me tinha dado a tanto trabalho!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Concurso de Natal 2008 - Baltasar

A Barbearia do Senhor Luís lançou este ano mais um concurso de Natal, desta vez dedicado ao tema Baltasar. Foi através de Miss Pearls que soube do concurso - e tivesse eu sabido nos anos anteriores, dedicados aos temas de Árvores e Vacas de Presépio. É pena, que cá por causa abundam belíssimos exemplares desses.
Aqui fica um dos meus Baltasares. O mais inchado, por estar a concurso. Que ganhe o melhor (que não serei eu, que só quero fazer a vontade ao piqueno).

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Os amigos

Há dias que começam especialmente bem. Outros, ainda melhor. Quando o carteiro toca duas vezes e nos deixa um embrulho. Este. Porque nunca ninguém tinha feito nada assim. Obrigado!


Les amoureux de la Bastilles. 1957 @Willy Ronis/ Agence Rapho



Os Amigos



Esses estranhos que nós amamos
e nos amam
olhamos para eles e são sempre
adolescentes, assustados e sós
sem nenhum sentido prático
sem grande noção da ameaça ou da renúncia
que sobre a luz incide
descuidados e intensos no seu exagero
de temporalidade pura.


Um dia acordamos tristes da sua tristeza
pois o furtuito significado dos campos
explica por outras palavras
aquilo que tornava os olhos incomparáveis.


Mas a impressão maior é a da alegria
de uma maneira que nem se consegue
por isso ténue, misteriosa:
talvez seja assim todo o amor.

José Tolentino de Mendonça

(A banda sonora teria de ser o final do III Acto do Il Trovatore mas, com esta fotografia, acho que esta música será a mais adequada.)

Yan Tiersen - Comptine d'une autre eté l'après midi

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Da blogosfera

Almocei ontem (é impressão minha ou este blog está com atraso de um dia?) com uma das senhoras aqui do lado. Já nos conhecemos há algum tempo, mais ou menos de vista (já tinhamos dialogado uma ou outra vez). Mas não foi a blogosfera que nos juntou - o acaso e um amigo em comum trataram do assunto.

Acredito que não saiba que eu sei que tem um blog, ou melhor, que aquele blog é o seu. Tenho a certeza que não sabe que tenho um blog. Pelo menos, este blog, que a visita regularmente, bem como lhe deixa alguns comentários.

O almoço foi agradabilíssimo. Pouco ou nada se falou da blogosfera. Porque há vida para além disso. É de repetir, caso assim se proporcione.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Altares privados

Registo do Altares Privados

Foi através do David que conheci o seu blog. O David tem a capacidade suprema (muitas horas na internet é o que dá) de encontrar seja o que for. Sempre que lhe tento apresentar um blog, um artista (como uma que fazia esculturas com pregos - ou eram lápis?!), lá me dizia que conhecia.

Sabendo a minha predilecção por Registos (vou ficar sem dentes à conta da Diabba, cá para mim deve ter amigos dentistas...), mostrou-me o blog do Altares (que tem nome, mas isso agora não interessa nada). É ele próprio que o faz, com uma paciência infinita (sei, porque já os tentei fazer). Mas desenganem-se os que procuram passamanarias (palavra que me engasgo constantemente sempre que a tento dizer, mas sempre fui uma boca de trapos), galões e dourados. Apesar de alguns serem feitos a partir de estampas antigas, a abordagem é absolutamente inovadora, resultando em trabalhos muito bonitos.

Já há muitos anos, tantos que não sei precisar ao certo desde quando, que faço colecção de pagelas. A Avó deu-me as que tinha dentro de uma gaveta, foram-se procurar mais nos missais e bíblias lá de casa e a colecção foi crescendo. Muitas são-me oferecidas - compradas em alfarrabistas, outras sempre que alguém faz turismo religioso (sejamos modernos e utilizemos o termo).

E todas têm uma história. Desde a senha para a catequese, a oferta por um dia de anos ou pela primeira comunhão, pela ordenação de sacerdotes. Também as que eram compradas em romarias - pequenos registos em papel e cartão, geralmente enfeitados com vidrilhos.

Entre tantas, era natural que houvessem repetidas. Há uns tempos, já as tinha oferecido, mas sabia que teria mais. E tenho. E prometi ao Altares enviá-las, para terem um melhor fim do que serem as repetidas. Infelizmente, com a mudança, acabei por as perder de vista. Reencontrei-as este fim-de-semana (depois de ter andado um mês ao mais com uma perna de uma cadeira atada), quando andava à procura das decorações de Halloween (essa festa tipicamente portuguesa! - e sim, já há Halloween espalhado pela casa, se o Harrod's já tem Natal, porque não haveria eu de ter Halloween?)

As pagelas seguirão amanhã e ficarão em óptimas mãos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Ilustres visitantes

Há um pouco de tudo, na hora de vir a este mísero estaminé. Muitos são os que aqui chegam porque estão linkados, um ou outro amigo que sabe da existência do blog (não é coisa que faça alarde.)

Mas há aqueles que pertencem a várias instituições, públicas ou privadas. Ministérios. Universidades. Conhecidas sociedades de advogados. Trabalha-se muito por este país fora. É para descansar a vista, não é? Como eu os percebo!

Da Califórnia, um leitor assíduo de há uns dias para cá - dois em dois dias, por volta da hora de almoço (madrugador o senhor. Ou senhora.) Dúvida pertinente - vem cá para ouvir música, ver os bonecos, ou será que pesca português?

Adenda: Última hora - também de Câmaras Municipais. Obviamente que sabemos de quais, mas não revelamos! ;)

terça-feira, 8 de abril de 2008

Indexação

Acho que tenho mais etiquetas do que posts...

O blog pode não ser bom, mas ao menos está organizadinho!

Aprendam comigo indexação, senhores bibliotecários!

domingo, 6 de abril de 2008

quarta-feira, 19 de março de 2008

Ainda o blog

A idéia de um blog barra blogue barra blóguio perseguia-me há bastante tempo. Anos, diria, ainda que poucos. Cheguei a criar um, mas nunca postei lá nada. Ainda agora não estou seguro que caminho tomarei. Mas a pedido de várias famílias, cá vai!

Geralmente, o mais difícil é o nome. Este surgiu em conversa cibernáutica com a Teresa. E nem a propósito. Uma das mais famosas frases da história do cinema, de um dos meus filmes preferidos, um sítio onde queremos estar.

Já a morada foi sugerida pelo David; não me estava a agradar a ideia de ter algo como we''ll alway shave paris. É que Paris tem demasiada gente para barbear e parece-me que a Hilton deve ter feito depilação definitiva...

We'll always have Paris

Porque todos precisamos de um local onde nos encontrar.

Porque todos precisamos de um local onde nos reencontrar.

É aqui que guardamos os nossos sonhos, os nossos amigos, as nossas músicas, os nossos livros, os nossos risos e as nossas lágrimas.

Sejam bem vindos a We'll always have Paris. Que este seja também o vosso lugar!