domingo, 28 de junho de 2009

Dos abraços

Bons, mas mesmo bons, foram dois dos abraços que recebi ontem. Um deles, de uma vizinha aqui do lado, que finalmente nos conhecemos pessoalmente naquilo que foi um blind date muito sui generis. Que serenidade e boa disposição!
O outro, de uma amiga que, por mal-entendidos, julguei que tivesse perdido. Estes abraços valerem pelo mundo.

Ou da simpatia

Depois há os casos contrários. Aquelas pessoas que até são simpáticas mas que em determinadas situações se tornam bastante chatas, quando basta apenas um olá, como tem passado e aproveitam para falar de tudo, sem dizer nada. É dessas que passamos a noite a fugir. Sobretudo quando num momento estão à distância de cinco metros e no momento imediatamente seguinte estão já a menos de dois. É nessa altura que temos uma grande vontade de ir ao bar. Sobretudo, porque nunca fomos muito dados a calcular distâncias.

Da presunção

Também acho graça aqueles idiotas (no caso até foi aquela, que isto da presunção não escolhe géneros) que fazem de tudo para fingir que não nos estão a ver. Como se alguma vez me desse ao trabalho de lhes ir falar. Porque uma das coisas boas que nos vem com a idade, é preferirmos sermos tomados como mal-educados, do que sermos estúpidos e irmos falar a quem nos deixou de falar sem razão plausível aparente. E até porque nunca tivemos pachorra para sermos hipócritas.

O insólito

Ver uma minhota devidamente trajada, cheia de ouros, numa paragem de autocarros por cima da A5.

Le roi est mort

Vive la Reine!
Vogue, VMA, 1990
Isto só porque já não se aguenta ouvir falar do senhor. Sobretudo por todas as manifestações públicas, a maior parte das quais eu acho bastante idiotas. Se quando foi da morte da Princessa de Gales, na altura me pareceu fazer algum sentido, passados 10 anos, com The Queen, achei tudo aquilo muito ridículo, de facto. Agora, já acho, portanto daqui a 10 anos, o que acharei?