de entrar num centro comercial, levar com a porta na cara, porque ao contrário do que antes acontecia, as portas agora só abrem para fora; ir a uma perfumaria e a rapariga que me atendeu gritar para a loja cheia - O batôn é para este senhor (que era eu), mas tão alto a ponto de ser chamada à atenção por uma colega, o que, naturalmente, ainda deu mais nas vistas; e, como se não bastasse, estar a sair da loja e os alarmes começarem a tocar freneticamente e ter de voltar para o interior da loja?
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Antígona
Ama - Pronto. Aí está Antígona como sempre quis estar. Só e ameaçada, como num campo de batalha.
Sófocles, Antígona, trad. Hélia Correia
Ou então nunca quis. Mas, entre mortos e feridos, alguém há-de escapar.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Outra das tradições
estrangeiras que acho piada é à noite de Santa Luzia, comemorada na Suécia, por exemplo. Que me faz sempre lembrar este filme: Fanny och Alexander, de Ingmar Bergman. Não me lembro se retrata esta festividade em particular, mas pelo menos a ceia de natal está presente. Aqui.
Assim de repente não me lembro de nenhuma amiga muito loira, senão havia festa na certa...
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Dos mortos
E porque os meus mortos são só meus e porque a falta que me fazem é a mesma que os vossos vos fazem, prefiro falar antes de outros mortos. Os blogs que fecharam.
Para quem não sabe
hoje sim, é que é o dia dos Fiéis Defuntos. Ontem foi o dia de Todos os Santos. São coisas diferentes. E depois há o dia das Bruxas, que é dia 31 de Outubro. É pena as cabecinhas ocas confundirem isso tudo.
Mas depois eu é que gosto de importar tradições, não é? Mas ao menos sei ler calendários. E até gostava de saber quantos de vós, defensores fervorosos das tradições portuguesas, têm um galo de Barcelos em casa. Ou um Santo António de barro. Vá, não exijo uma Nossa Senhora de Fátima que mude de cor, presumo que tenham bom gosto.
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