foi o fio que deu de si e estilhaçou um prato como estes, em faiança das Caldas, com um ramo de pessegueiro e respectivos pêssegos. O que me aborrece não é saber que custa no mercado entre 200 e 300 €, mas por saber que era de casa dos meus bisavós. A sorte foi nem eu nem o Diniz estarmos na cozinha nesse momento e a água do depósito da máquina do café, ainda que tenha derramado sobre fichas eléctricas, não ter provocado nenhum curto-circuito. Mesmo assim, estilhaçou outro semelhante, com peixes. O que seria uma boa desculpa para reformular a decoração da cozinha, mas haveria métodos menos violentos.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Tragam as pipocas
Pela forma sincopada com que a cama da minha vizinha do lado bate na parede, qualquer dia tenho-a a ela, ao namorado e à cama, no meio da sala*.
* Cá para mim devem querer alguém para bater palminhas.
Dúvida XXI
O que fazer com aquelas pessoas que acham que têm graça e de quem toda a gente se ri nas costas (e não da graça-que-não-tem-piada), para além de ter pena?
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Faria hoje
65 anos, a minha violoncelista preferida, caso estivesse viva. Vitimada por esclerose múltipla (ainda voltarei a este tema), talvez a sua interpretação mais conhecida seja o Concerto para violoncelo e orquestra, de Elgar (o mesmo da Marcha Pompa e Circunstância). No entanto, é a morte do Cisne, de Saint-Saëns que aqui vos trago. Porque todos os dias há algo que morre em nós.
Jacqueline du Pré - O Cisne, Carnaval dos Animais
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