quarta-feira, 30 de junho de 2010

terça-feira, 29 de junho de 2010

Ai Pedro, Pedro, quem te manda seres tão imaginativo?

Hoje lembrei-me da Samantha, mais precisamente daquele episódio em que teve uma grande desilusão quando finalmente conheceu os vizinhos do lado. É que hoje de manhã cruzei-me com os meus.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

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E no fundo, no fundo, serviu para mostrar apenas que há determinadas coisas cujo prazo de validade já terminou há muito e que não merecem a pena ser conservadas; há que deixá-las ir, antes que sejam elas a deixarem-nos.

(E eu até vou fazer anos e tudo)

O coelhinho amarelo

O meu irmão foi sempre perito em partir brinquedos. Depois, com toda a desfaçatez, dizia: o pai arranja. Mesmo que estivessem literalmente todos partidos.

Eu era mais desmontar. Lembro-me de uma caixa de música, que era a cabeça de um coelho, amarelo (penso que mexia os olhos à medida que a música tocava). Até hoje, ficou por montar, com grande tristeza minha. Acho que esse foi sempre o meu problema – por gostar tanto das coisas, queremos saber como elas funcionam por dentro. Mesmo que isso implique retirar-lhes a singularidade.

Mas finalmente hoje ultrapassei o trauma do coelhinho amarelo. Ao sair de casa deixei cair ao chão o velhinho leitor de mp3 (500 mb, imagine-se!), que se esventrou, peças para todo o lado. Peguei nelas e consegui voltar e juntá-las, de modo a que funcionasse. Vá, vou ter de usar fita-cola para prender a caixa exterior e vou precisar de umas unhas afiadas para aumentar e diminuir o volume, já que essa peça não apareceu. Mas por enquanto, dá para os gastos.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Hoje

é novamente dia de festa. Para além da mãe, a Carlota faz anos. Um. Depois de meses de idas semanais à veterinária, de muitas noites mal dormidas, a Carlota tornou-se esta beldade de gata e, acima de tudo, saudável. Agora, vou só ali esfrangalhá-la um pouco e já venho