domingo, 29 de junho de 2008

São Pedro

Porque hoje é o dia do Santo do meu Nome

Museu de Francisco Tavares Proença Júnior - IPM

Oficina de Viseu, 1ª metade século XIV

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sex & City II

Para quem repara em pormenores, terá reparado que no gabinete da editora da Vogue, está um móvel, género contador, com molduras douradas e com uns puxadores igualmente dourados, tal qual estes do aparador cá de casa.

E na produção de moda com Carrie, era exibido um candeeiro como este, também com lâmpadas redondas. Este, está minha casa de banho.


Portanto, tenho uma casa Vogue e não sabia.


E se pensam que vão ouvir o Vogue, de Madonna, estão muito enganados, seria demasiado previsível.
Madonna - I Love New York

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sol Posto I

Há quem fique contente por ter visitantes estrangeiros.
Eu cá por mim, fico mais contente quando tenho alguém de terras lusas que não seja da Grande Lisboa. Por isso, um grande beijinho para Gulpilhares (quem não sabe, fica em Vila Nova de Gaia!) Estamos é a sentir a falta do ilustre visitante de Sarzedo (Covilhã), que há muito tempo não nos visita... Concerteza já descobriu os horários das camionetas da carreira da cidade...

domingo, 22 de junho de 2008

Carros VS Automóveis

Porsches e Lexus em Portugal.
Vão é à praia na Costa da Caparica.
De facto, cada um tem o que merece.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Ne me quittes pas VII

Com tradução de David Mourão Ferreira, Simone de Oliveira também canta Ne me quittes pas - Não me vás deixar, no álbum Nunca mais a Solidão.



Não me vás deixar
importa esquecer
trata de esquecer
o que há-de passar
esquecer o tempo
dos mal-entendidos
e o tempo perdido
em busca do vento
esquecer de vez
o que sem parar
nos tenta matar
com tantos porquês
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar


Por mim te darei
pérolas de chuva
dum país sem chuva
que nem água tem
deixarei tesouros
depois de morrer
para tudo te encher
de luzes e de ouro
um reino farei
onde a murmurar
de sempre te amar
só tu serás rei
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar


Não me vás deixar
inventar-te-ei
palavras que nem
se podem escutar
e falar-te-ei
de quem por amor
destrói o terror
de todas as leis
e a história de um rei
morto de pesar
por não me encontrar
também encontrei
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar


Já mesmo se viu
do fundo de um mar
que nunca existiu
o fogo brotar
acontece enfim
um campo queimado
dá um perigo mais grave
que o melhor Abril
e ao cair da tarde
vão-se misturar
sob o céu que arde
tantas cores aos pares
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar


Não me vás deixar
nada te direi
nem chorar já sei
vou ali ficar
dali te verei
dançar e sorrir
e escutar-te-ei
a cantar e a rir
até me sentir
sombra de uma sombra
que há na tua mão
sombra do teu cão
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar
Não me vás deixar

segunda-feira, 16 de junho de 2008

O Sexo e a Cidade



O Sexo e a Cidade revelou-se um epílogo que deixou algo a desejar. Algo lamechas, muito do mesmo e um pouco à parte do que a série nos habituou.
No entanto, 3 surpresas agradáveis – os desenlaces de Charlotte, Miranda e Samantha.

Charlotte, porque é aquela que, no final de contas, todos queremos ser. Pode não ser por aquilo que tem, mas por aquilo que sente. Não se sente todo o dia feliz, mas todos os dias se sente feliz. Mesmo depois de um casamento de sonho de toda uma vida fracassado e de um novo casamento que em nada faria supor a sua longevidade. O marido de Charlotte não é, de todo, aquilo que sempre sonhou para si, mas a relação perdura.

Nunca supus que Miranda perdoasse a Steve após a traição. Porque das três, talvez Miranda fosse a que mais acreditasse no Amor. Só assim se justifica que pensasse que só por amar uma pessoa, seria o bastante para que essa relação durasse. Talvez seja esse o erro praticado na maior parte das relações, acreditando que o sentimento, por si só, seja o suficiente.

Também nunca imaginei que Samantha fosse fiel até ao fim ao namorado (pelo menos em acções!). Mesmo anulando-se continuamente, em prol da relação, este também um dos erros mais recorrentes das relações. E porque nem todas as pessoas são iguais, nem todos temos de o padrão “Casal” (hesitei em usar a palavra monogâmico, que não me parece ser o mais correcto neste contexto), não me entristece minimamente que Samantha fique só.

Carrie sempre foi a tonta de serviço. E novamente voltou a sê-lo. Porquê insistir numa relação de 10 anos, que teve mais altos que baixos e que lhe trouxe tanto sofrimento? Até porque sempre que acabava com Mr. Pig, perdão, Big, fazia realmente algo de útil da vida – assim se explica a remodelação que fez no apartamento, que finalmente, ficou com ar de casa.

E se as três primeiras relações reflectem o quão importante é o sexo na relação amorosa – Charlotte por o ter; Miranda por o desvalorizar e Samantha por o não ter como tinha – Carrie deixa-nos outra mensagem. A da amizade. Porque sem aquelas 3 amigas, o que seria dela?

Por isso, o único toque de Amor de todo o filme cabe à personagem da assistente de Carrie que, apesar de absolutamente deliciosa, é, no meu entender, acessória e desnecessária em toda a trama.

É Amor que falta ao filme. E a nós também.

Por isso, fiquemos com

Amy Winehouse – Love is a loosing game

domingo, 15 de junho de 2008

Vida em Imagens

Jarra. Casa Museu Anastácio Gonçalves © IPM

Par de jarras. Museu Abade de Baçal © IPM



Solitário

sábado, 14 de junho de 2008

La Bayadère III

No final do I acto, Gamzatti dá a conhecer a Nikya que vai casar com Solor.
No Palácio do Rajá, têm lugar os festejos do casamento.
Aqui, a dança dos papagaios, pela Ópera de Paris.



sexta-feira, 13 de junho de 2008

Santo António

Museu Nacional de Arte Antiga © IPM


Grande Marcha de 1968. Letra de Vilar da Costa

Lisboa, gaiata, de chinela no pé
Lisboa, travessa, que linda que ela é!
Lisboa, bailarina, que bailas a cantar
Sereia pequenina que nos guarda pelo mar

Lisboa, vem pra rua que o Santo Antônio é teu
São Pedro deu-te a lua e o mundo escureceu
Comprei-te um manjerico e trago-te um balão
Em casa é que eu não fico ó meu rico São João

Lisboa faz surgir, ai, que milagre é aquele?
Cantigas a florir num cravo de papel
Nos arcos enfeitados poisaram as estrelas
E há anjos debruçados nos telhados das vielas

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Câmara de Gás

Os senhores da Lisboa Gás achavam que tinha uma, algures, escondida cá em casa. Em dois meses, quase sete mil metros cúbicos de gás é obra.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Quem tem filhos...

... tem cadilhos.

E nada de mais verdadeiro. S. A. (I. e R., claro!), só come o que lhe apetece. Felizmente, hoje já gostou da nova ração. Estava difícil!

E que contente eu fico, quando as fezes começam a normalizar. Vamos ver se é desta...

(é o que as mães e os pais fazem, verdade? Falar de alimentos e de fezes, certo? Estou quase lá...)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Feira do Livro II


Comprei As Ondas, de Virginia Wolf em 1999, na Feira do Livro. Era o livro do dia. Ontem, nove anos depois (mais coisa, menos coisa) também era.

Feira do Livro I

Fui hoje à Feira do Livro. O cheiro a naftalina era dos livros ou das pessoas que lá andavam?

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Diniz II

O Diniz chegou hoje. Além de adorar colo, ronrona que se farta. É, ou não é, lindo? (e eu super babado?)
E obrigado à Teresa, que disponibilizou o Duetto buffo di due gatti, obviamente com a sua Edita Gruberova e com Vesselina Kasarova

terça-feira, 3 de junho de 2008

Diniz

E para quem tenha ficado curioso, chama-se Diniz, tem dois meses e é um belo exemplar da raça felina, de coloração cor-de-laranja. E enquanto não tenho fotos dele, deixo-vos com o Duetto di due Gatti, de Rossini, com Rockwell Blake e Gérard Lesne, que descobri no youtube (o imeen não tinha e também não tenho nenhuma versão do dueto. Não se assustem com a piroseira das imagens, é tipo Ann Guedes, mas com gatos). E como é cantada por vozes masculinas, achei bem mais interessante que as habituais. E porque o Diniz é menino!