sábado, 30 de agosto de 2008
Ne me quitte pas IX
Nana Mouskouri - Ne me quitte pas
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
I'm going to tell you a secret
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
What Happened to... IV
Não é a minha mais antiga recordação do Festival da Canção, mas é uma das minhas canções preferidas: Silêncio e tanta gente.
Letra e música: Maria Guinot
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar
Que descubro afinal aquilo que sou
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
O tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou um grito
De um amor por acontecer
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
E deixo também esta versão em alemão (!), que encontrei no imeem.
Maria Guinot - Augenblik der illusion
sábado, 23 de agosto de 2008
Comunicado oficial
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Imagem e iliteracia
O que me faz verdadeiramente espécie (como eu adoro isto, de piroso que é! - e que convém dizer omitindo o i) é o porquê de percebermos que há pessoas que passam horas em frente ao espelho e no fim aparecerem-nos à frente como se se tivessem vestido às escuras.
Donde (tinha uma professora na faculdade que começava cada frase assim) se depreende que as pessoas compram revistas de moda, não para lerem dos artigos, mas para verem os corpos esculturais que lá aparece (seria mais fácil comprarem a Playboy ou a Playgirl, embora socialmente incorrecto).
Ou isto, ou a completa iliteracia em que se vive. Quer-me parecer que o Plano Nacional de Leitura está a falhar redondamente neste campo...
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Bist du bei mir
Bist du bei mir, na voz de Elisabeth Schwarzkopf é o que me apeteceu ouvir e quis partilhá-lo convosco.
Atribuída durante muito tempo a Bach, por se encontrar no Livro de apontamentos da segunda mulher do compositor, Anna Magadalena. Na verdade, pertence ao alemão Gottfried Heinrich Stölzel e só em 2000 é que a sua verdadeira autoria foi descoberta.
Elisabeth Schwarzkopf é talvez a grande incongruência nos meus gostos relativos a vozes de soprano. Possuidora de um timbre vulgar, não tem uma voz excepcional, não detem um dramatismo superior à média. No entanto, há coisas que não se explicam e esta é uma delas.
Aqui fica a letra, com a respectiva tradução (e espero não vos deprimir ainda mais!)
Bist du bei mir, geh' ich mit Freuden
zum Sterben und zu meiner Ruh'.
Ach, wie vergnügt wär' so mein Ende,
es drückten deine lieben [schönen]1 Hände
mir die getreuen Augen zu!
If you are with me, then I will gladly go
to [my] death and to my rest.
Ah, how pleasant would my end be,
if your dear, fair hands shut
my faithful eyes!
Elisabeth Schwarzkopf - Bist du bei mir
Gaspacho
Podia ser pior e dar-me para Bloody Marys...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
3 de seguida
Pois bem, no meu caso, comia-as.
Para o Senhor ou Senhora de Viseu
Também gosto de: "Of all the gin joints in all the towns in all the world, she walks into mine." Casablanca, also.
Adenda: Porque a Teresa pediu, aqui vai:
.bmp)
E já agora música, que já estou farto de Bach mal tocado! (Imaginem se fosse Czerny...):
terça-feira, 19 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
15 anos
domingo, 17 de agosto de 2008
Elogio envenenado
Isso quer dizer então que há 5 anos atrás me achavas um barril. Obrigadinho, sim?
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
A Callas em Lisboa
Foi com algum medo do que me esperava, que transpus a porta do Museu da Electricidade, apesar de conhecer a competência de algumas das pessoas que estiveram envolvidas na montagem da exposição.
Logo à entrada, um casal que saía interpelou-nos: a exposição era maravilhosa e imperdível. A senhora estava em êxtase.
E a razão não era para menos. A exposição está, de facto, muito bem elaborada. Duas secções inciais, uma dedicada a correspondência, outra a objectos decorativos, muitos deles ofertas que lhe foram feitas no decorrer da sua carreira (falta a Sagrada Família, em óleo sobre madeira, que Meneghini lhe oferecera e que a acompanhava para todo o lado). Dois outros espaços: os vestidos (quotidiano, de cena e noite - um dos quais teria sido usado quando cantou - e tocou - o trecho que aqui ouvimos e do qual falarei adiante) e as jóias de palco. Depois, a sua vinda a Lisboa, com direito ao cenário que foi utilizado num dos actos. Finalmente, programas de recitais, jornais e revistas, que antecediam o visionamento de três documentários, um dos quais português, realizado pela RTP, no início dos anos 80.
Por muito que estejamos rodeados de Callas, por mais do que a oiçamos, nunca saberemos quem foi Maria. Gostaria de a pensar assim, alegre, como a vemos na imagem que escolhi. Mas sei que, por Maiores que sejamos, poderemos não estar à altura da nossa própria felicidade. Por isso este Ah perfido, de Beethoven, gravado em 3 de Março 1976, em Paris, no Théàtre des Champs Elysées, o seu último registo sonoro.
Maria Callas - Ah perfido
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Drama Box
E porque estou já com saudades de ouvir os teus passos na escada...
Mísia - Ese Momento
domingo, 10 de agosto de 2008
Dúvida III
Até lá,
Liza Minelli - Money makes the world goes round
sábado, 9 de agosto de 2008
Madrugada
Dick Dale e Del-Tones - Misirlou (Versão Pulp Fiction)
Bom Dia, alegria!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Das finanças
Muito obrigado por ter usado a Internet para entrega do seu pedido de isenção do IMI.
O seu pedido, com o identificador XXXXXXXX, já foi apreciado e objecto de despacho pelo chefe de Finanças Competente, tendo sido deferido.
Poderá obter mais informação sobre o conteudo da decisão no site das Declarações Electrónicas http://www.e-financas.gov.pt/ em Serviços Online > Contribuintes > Consultar > Património > Pedido de Isenção IMI
Com os melhores cumprimentos,
O Serviço Declarações Electrónicas.
Obrigado pela boa notícia. Espero que não me estejam mesmo a confundir, porque não usei a Internet para entrega do pedido de isenção. Foi mesmo ao balcão. Obrigadinha, sim?
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Estou pior que estragado
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
A culpa é dos petit noms
F. - O J. traz a Uí?
P. - Não sei, não me disse nada.
Eu - Ah, não sabia que o J. tinha namorada!
A Wii é uma consola interactiva da Nitendo...
[É viciante, mas preparem-se para ficarem todos doridos no dia seguinte!]
domingo, 3 de agosto de 2008
Viúva Lamego
Viuvinha
Popular
Além vem a viuvinha
Ela além vem a chorar
É bem feito
Não há-de achar
Não há-de achar
Com quem casar
Refrão
Sou viuvinha
Das bandas de além
Quero casar
Não acho com quem
Nem contigo
Nem contigo
Nem contigo
Meu lindo bem
Viúva, triste viúva
Viúva triste
Triste coitada
Que por dar contas ao mundo
Vive só e abandonada
Refrão
Sou viuvinha….
Tenham dó da viuvinha
Que ela ainda tem valor
Deus levou-lhe o seu marido
Deixou-lhe no peito o amor
Refrão
Sou viuvinha
Das bandas de além
Quero casar
Não acho com quem
Nem contigo
Nem contigo
Nem contigo
Meu lindo bem
Sou viuvinha
Das bandas de além
Quero casar
Não acho com quem
Só contigo
Só contigo
Só contigo
Meu lindo bem
sábado, 2 de agosto de 2008
La Bayadère IV
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Diniz III
El Rei Dom Diniz (1261 – 1325). Não posso dizer que seja o meu Rei preferido - não se pode ter preferências nestas coisas mas é, sem dúvida, por quem nutro grande admiração. O Rei Poeta.



