quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Verdade ou Consequência II

Bem, a pedido de várias famílias e depois de até mesmo de amigas de longa data (convenientemente infiltradas) terem conseguido responder a duas que fossem, está na altura de desvendar o mistério.



- Já joguei basquetebol num clube desportivo. Verdade. Parece mentira, mas não é; é a mais pura das verdades. Foi no 5º ou 6º ano, não me lembro, tinha portanto 11, 12 anos. Mas não fui obrigado, porque os meus pais nunca me obrigaram a fazer nada que não quisesse. Obviamente que quando tive de ir jogar naqueles campeonatos regionais de infantis, achei aquilo tão mal organizado, que achei que não era para mim e não quis continuar. Perdeu-se um basquetebolista de primeira.


- Adoro andar de barco. Verdade. Como é que adorando praia, não gostaria de andar de barco? Só não tiro carta de marinheiro (a Mãe tem, do tempo em que ainda eram de pano), porque não tenho barco. E só não ando mais, porque os amigos com barcos são poucos (e contento-me com um bote!).



- Já toquei piano para mais de 100 pessoas. Mentira. As festinhas de fim-de-ano no Conservatório eram o meu terror. Bastou-me a primeira, que foi um desastre (tudo por conta das pautas que escorregaram do piano). Toquei sim, para perto disso, a Marcha Nupcial de Mendelssohn no casamento de uma grande amiga dos meus pais, a seu pedido especial, mas foi num orgão de foles.


- Aprendi grego clássico. Mentira. E porque fui muito estúpido, até porque sempre tive mais jeito para Línguas Mortas. No Liceu onde andei havia essa opção e cheguei a assistir a algumas aulas, porque tinha um furo a essa hora e uma amiga que as frequentava. Vou deixar isso para quando não tiver nada para fazer.


- Ia sendo trocado no hospital onde nasci. Verdade. E foi na Cruz Vermelha. O que não quer dizer nada - nem pelo médico fui assistido, que estava na missa (é o que dá nascer ao Domingo, dia de não fazer nenhum). Fui amparado por uma parteira timorense. Sei que numa das mamadas a enfermeira trouxe outra criança que não eu à minha mãe, que disse logo que aquele não era o filho dela.


- Cada vez gosto mais de dormir. Verdade. Lembro-me de quando era pequeno dizer que era um desperdício. Mas cada vez me sabe melhor. Tomara era eu conseguir dormir mais, mas o Diniz não deixa...


- Detesto vísceras (iscas, pipis e outras coisas afins). Verdade. E fui obrigado, como todas as crianças, a comer mioleira e iscas, que eram aconselhados pelos médicos. O máximo que consigo, é o recheio do perú, que leva fígados e aqueles paté de foie gras fingido. E aí até lambo os beiços.


- Saí de casa dos meus pais aos 18 anos. Mentira. Foi apenas aos 23. É nessa altura que se encaixa a história da belga.


- Quando era pequeno, a minha mãe besuntava-me tanto com protector solar, que as mães das outras crianças achavam que eu tinha uma doença de pele. Verdade. O que é certo é que ainda hoje continuo a besuntar-me com protector solar, ecrã total, a ponto de me perguntarem o porquê de ir à praia.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Podia ser mentira...

...mas não é!

Esta semana sonhei com uma... bloguista? Blogueira? Teresa, é favor de vir dar a sua douta opinião, sff. Agradecido!

E não, não dizer com quem foi. Até porque não teve nada de (muito) interessante.

O mais curioso é que não a conheço pessoalmente; nunca falei com ela por telefone, messenger ou gmail, quanto muito um ou dois mails há uns meses atrás.

E para banda sonora, que está prometida à Ana há já algum tempo (e não, não foi com ela com quem sonhei.)







terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Carnaval

Ao contrário do que possam pensar, eu até gosto de Carnaval. Pelo menos, de uma boa festa de Carnaval. Os meus amigos é que não. Por isso, para a próxima convidem, certo? É que tenho duas máscaras Venezianas à espera de serem estreadas há muitos anos já.
A minha dúvida é se é muito cedo para as decorações de Páscoa...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Aviso(s) à Navegação IV

Ainda se encontram inscrições abertas para a mostra de Porta-chaves, é favor participar. Só têm de enviar uma fotografia do(s) vosso(s) porta-chave(s). E ainda lhes é dedicada uma música, há pois é, que ninguém sai daqui de mãos a abanar!

Quanto ao desafio,Verdade ou consequência, devo dizer que para além de ninguém ter acertado, andam todos muito longe! Portanto, vá de participar também, senão nunca mais conhecem a verdade verdadeira!

Finalmente, parece que deixei de ser seguidor de toda a gente. Mas estão cá todos, portanto presumo que seja um erro do blogger.

O meu tio Óscar



Já que toda a gente fala dos Óscares, devo dizer-vos que nunca vi nenhuma cerimónia dos Óscares, nem bocados que fossem, muito menos em directo. Nunca achei normal a histeria – os vencedores e os vestidos sabem-se sempre no dia seguinte e já sabemos que é sempre pior do que se estava à espera.

A única vez em que me convenceram a ver os Óscares, acedi, porque foi na cama. Mas não tiveram grande sorte, porque meia hora depois, se tanto, já dormia. Já deviam saber que o melhor se guarda para o fim e não para o princípio.

(Em contrapartida, no Liceu fiz umas filmagens de uns pretensos Óscares – para Inglês, seria?, com direito a alta produção, guarda-roupa, banda sonora, recriação dos filmes e afins. Os vencedores desse ano, nos meus Óscares foram Braveheart, Pulp fiction, Prêt-a-porter e Sense and Sensibility. Não me lembro se havia mais, nem das categorias, o que demonstra a minha falta de interesse pela coisa).

Verdade ou Consequência?

Ora aqui está um desafio a que achei graça e estava à espera que me o passassem. Foi a Elanor que o fez. As regras são: "Você diz 9 coisas aleatórias a seu respeito, não importando a relevância. Tendo de ter 6 verdades e 3 mentiras. Quem recebe o desafio, deverá postar as 3 coisas que acha serem as mentiras do blogueiro que lhe passou o desafio. Este desafio é «jogado» apenas uma vez, portanto atenção a quem o passa".


- Já joguei basquetebol num clube desportivo.


- Adoro andar de barco.


- Já toquei piano para mais de 100 pessoas.


- Aprendi grego clássico.


- Ia sendo trocado no hospital onde nasci.


- Cada vez gosto mais de dormir.


- Detesto vísceras (iscas, pipis e outras coisas afins).


- Saí de casa dos meus pais aos 18 anos.


-Quando era pequeno, a minha mãe besuntava-me tanto com protector solar, que as mães das outras crianças achavam que eu tinha uma doença de pele.

Obviamente segue o desafio para quem o quiser apanhar. E este desafio serve de pretexto para dar entrada de uma grande senhora do fado, que ainda não tive oportunidade de lhe dar aqui voz: Maria Teresa de Noronha, num dos seus fados, do qual gosto muito.



[Adenda: depois de ter publicado esta entrada, verifiquei que a Teresa me tinha desafiado. A Teresa oferece um prémio, eu nem sequer tinha pensado nisso...]

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Mostrem-mos V

Hoje é a vez do Adão que, como a Cora, se lembrou de fotografar todos os porta-chaves que tem. A minha questão é: onde é que ele carrega tanta chave?, mas isso é outra conversa.




Ora temos o porta-chaves castanho (imitação de pele, mas como foi oferta da marca do carro, (que por sinal é uma marca que gosto - relativamente naquilo que gosto de carros - frase obviamente roubada à minha querida Natália Correia, já vos aqui trouxe de onde) vá, disfarça. Tem a vantagem de trazer consigo o número de telefone, suponho das avarias, o que dá sempre jeito. Mais não seja para combinar um café com quem está do outro lado da linha.

As chaves de casa estão no porta-chaves de Nova Iorque, devidamente camuflado porque tem o seu nome gravado e o Adão não gosta de dar autógrafos.

Finalmente, as chaves do trabalho estão devidamente seguras com o porta-chaves que é uma fita azul (e por mais que eu aumente a imagem, não consigo ler o que as letras dizem. Mas dá para reparar que esse conjunto de chaves tem mais porta-chaves... um outro de Nova Iorque, mais pequeno e três daqueles normalíssimos, pretos, que permitem colocar umas etiquetas com o local a que se destinam. O que obviamente facilita imenso a vida aos ladrões, quando nos roubam as chaves.

Agora vem a parte difícil, que é escolher uma música para o Adão. Porque, tirando Amy Winehouse, os nossos gostos musicais são diametralmente opostos.


Decidi-me por Alanis Morisette. Não porque ache graça, mas porque me faz lembrar os meus tempos de liceu. E assim, já tem alguma coisa a ver comigo.



sábado, 21 de fevereiro de 2009

Il neige sur mon coeur

Há uns anos atrás partilhei casa com uma belga. E não, não estou a falar das bolachas. Foi uma situação que durou meia dúzia de meses. Mais nova que eu, mais alta que eu, mais loura que eu e mais bronzeada que eu. Tinha um namorado português execrável que, entre outras coisas, ressonava alto. Ensinou-me quais as melhores pralinés e com ela comi as melhores gauffres do mundo – as feitas pela sua avó. Estas, certamente não as irei comer novamente. Acabou com o namorado e voltou para a Bélgica. A pouco e pouco fomos perdendo o contacto e há muito que não sei dela.
Ficou esta música que me deu a conhecer, do Brel (que fazia questão de frisar a toda a hora, que era belga e não francês), acerca da cidade que a viu crescer.
Porque, muito embora os dias estejam maiores e mais cálidos, é bom recordar os dias em que vimos neve pela primeira vez e em que sentimos saudades das águas profundas que nos habitam.

Jacques BrelIl neige sur Liège

Il neige il neige sur Liège
Et la neige sur Liège pour neiger met des gants
Il neige il neige sur Liège
Croissant noir de la Meuse sur le front d'un clown blanc
Il est brisé le cri
Des heures et des oiseaux
Des enfants à cerceaux
Et du noir et du gris
Il neige il neige sur Liège
Que le fleuve traverse sans bruit
Il neige il neige sur Liège
Et tant tourne la neige entre le ciel et Liège
Qu'on ne sait plus s'il neige s'il neige sur Liège
Ou si c'est Liège qui neige vers le ciel
Et la neige marie
Les amants débutants
Les amants promenant
Sur le carré blanchi
Il neige il neige sur Liège
Que le fleuve transporte sans bruit
Ce soir ce soir il neige sur mes rêves et sur Liège
Que le fleuve transperce sans bruit

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Nunca ninguém sabe

Mas depois, basta ir para fora cá dentro e descobre estas coisas (e não há dúvidas que é dele, porque é com Z):






Casa montada na província... Que outros segredos esconderá?





O Suspeito (o ar inocente é só para disfarçar!)





Se alguém tiver conhecimento de alguma actividade ilícita do indivíduo suspeito (caça ilegal de pombos, assédio sexual a gatas vizinhas, assalto a dente armado de produtos alimentares, posse de substâncias ilícitas, como papéis de rebuçado, rolos de cartão ou talões de supermercado), queira ter a bondade de me contactar. Agradecido.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Das amizades

As novas amizades são como amantes que se descobrem pela primeira vez, segredos que vão caindo, pedaços de corpo que se desvendam por entre os dedos que tacteiam milímetro a milímetro de pele. Com medos, com incertezas, sem saber se se vai agradar ou não. Carícias murmuradas ao ouvido e lábios sôfregos, mas hesitantes.
As velhas amizades não. Os corpos são velhos conhecidos - já não escondem segredos. As carnes flácidas são carnes flácidas, as rugas são rugas. Corpos despudoradamente esventrados. Mas o beijo, esse, é certeiro.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

E sem eu ter aberto a boca, disse-me: “- Temos de saber enterrar no passado aquilo que nos magoou, as desilusões de não sermos correspondidos naquilo que damos aos outros, seja no amor, na família ou nas amizades. E felizmente já aprendi a viver com isso.”
E eu ouvi, revi-me e calei.
Tem mais do dobro da minha idade e trabalha num sítio que costumo freguentar mais ou menos habitualmente. E enquanto arrumo os meus pertences, tenho tido a sorte de ouvir os mais importantes ensinamentos, sem pretender-me ensinar o que quer que seja. Apenas procura partilhar o que a aflige. Sem saber que o fazendo, adivinhasse o que ocupa o mais profundo do meu pensamento.
O problema é que mais dois meses se reforma e eu deixarei de a ver e de conversar consigo. E não terei muito mais gente que me adivinhe. E por mais 30 anos que viva, nunca terei tantas certezas como as dela.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

À rapariga da paragem de autocarro

O facto da minha pasta do portátil ter caído mesmo a teus pés, obrigando-me  a curvar-me perante ti, não foi premeditado. Nem sequer um chamariz para despertar a tua atenção (e, com ela, o teu interesse). Seria, de facto, uma boa táctica. Espero lembrar-me dela em outras alturas e situações, quando tudo o mais falhar.
Foram mesmo as ferragens da alça que se desprenderam. Para sempre se apartaram, obrigando-me a esperar horas para conseguir uma nova pasta, mais gira, é certo, mas mais apertada, que não me permite andar com tudo atrás como antigamente. Há que fazer escolhas.
Queria, no entanto, agradecer-te a preocupação - a tua careta de horror e pena não enganava, senti-te solidária comigo, na eventualidade do portátil estar desintegrado em mil pedaços. Mas não, felizmente. É dele que te escrevo e que te envia muito saudar.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Mostrem-mos IV



A Cora seguiu à risca o desafio. Porque não mostrou um, nem dois, nem três, mas sim quatro chaveiros. Chaveiros porque a Cora está lá do outro lado do Atlântico. E ainda tivemos direito a Anna ou, como a Cora chamou, da curiosa de plantão (mas qual dos felinos não o é?). Escolhi esta foto, exactamente por a Anna estar deliciada, bem com a língua de fora!
Ora, a chave do carro tem um chaveiro que é uma bola, com um certo ar de pêndulo (com certeza para hipnotizar possíveis assaltantes. A de casa, um lindíssimo olho de Medusa, para proteger contra o mau-olhado (em certas zonas de Portugal chama-se quebranto). As chaves da casa de campo (ou chácara, como a Cora explicou) têm dois: um gato prateado e uma fita da Motorola. Finalmente, a chave sozinha, uma garrafa de coca-cola. Diz a Cora que é o da chave secreta... (hummm... aceitam-se palpites... já que a Anna não é a única curiosa!).
Obviamente que a escolha musical só poderia ser a portuguesa mais brasileira da história da Música, cujo centenário de nascimento se comemora este ano! Carmen Miranda!

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sou só eu...

... a gostar mais de molhos de flores embrulhados em papel pardo do que de ramalhetes de florista, envolvidos em crepes e laçarotes, ou há aí mais alguém?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Percebe-se logo...

que amanhã é dia de festa pela pouca quantidade de preservativos expostos nas prateleiras do supermercado.

E por falar nisso, já repararam no preço a que estão? Pensava que fosse o IVA que os encarecesse, mas não, taxados a 5%. Curioso é reparar que o preço de marca para marca é muito semelhante. Estaremos perante um cartel das preservateiras?

Ouvido na rua VIII

Esplanada. Ele, para ela (que não consegui ver a cara, mas queria): - Claro que existem mulheres nas obras. As engenheiras civis. As encarregadas. Mas ninguém fala delas!

.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Do passe-vite

Estive a passar sopa no passe-vite. Geralmente uso só a varinha mágica, mas quando as verduras são mais fibrosas que o habitual, passo também pelo passe-vite (se tivesse chinês, era por onde passaria).

E hoje tenho a certeza de que o ouvi gritar: "- Lagarto, lagarto, lagarto", vezes sem conta. Mas olhei para trás e não vi nada. Se calhar enganou-se.

Dos desenhos animados

Estão a imaginar aqueles balões de pensamento que saem das cabeças dos desenhos animados? Agora imaginem o que era se as outras pessoas conseguissem ler esses balões. Não seria lá muito agradável, pois não?
O que é certo, é que a senhora gorda que se sentou ao meu lado sentiu necessidade de se explicar: - Ai desculpe, mas sabe, eu não gosto de ir de costas (estava sentada num lugar em que ia de costas). De qualquer forma, achei que o melhor era tirar o livro da pasta e pôr o ar de quem estou muito embrenhado na leitura. E não pensar em nada...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Respirar fundo

XC 154
1500
160




Então não se percebe logo que o que quero são os XC 154 1500; XC 155 1500; XC 156 1500; XC 157 1500; XC 158 1500; XC 159 1500 e XC 160 1500, mas que sou muito preguiçoso?


E o que me fazem 4 (quatro!) alminhas há dez minutos a olhar para as caixas? E só agora é que se lembraram de me perguntar se era mesmo aquilo que eu queria? E como é que eu posso saber mais do que eles, se não fui eu que dei aquela numeração?

Pronto, já respirei fundo, já desabafei, agora vou ali voltar ao trabalho!
(E tinham sido contactado antecipadamente e já sabiam de antemão o que precisava. Eles próprios mo tinham indicado - não ia por-me a inventar números, pois claro!)

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Mostrem-mos III

E o terceiro, de quem, de quem é?

É o da Maria do Consultório - a Pucca é mesmo para disfarçar! A Pucca é gira, eu só ainda não percebi se ela não tem nariz ou se não tem boca, mas concerteza que alguém fará o favor de mo dizer, que eu não posso viver nesta dúvida para sempre. Mas gostei por ser em banda desenhada. E a pen de 1 giga, o que terá? Backups, pois está claro, das fichas dos pacientes. Se as chaves falassem....






Para a Maria é muito fácil encontrar uma música! Só poderia ser Simone de Olivera, pois está claro! Neste caso, Não é verdade, com letra de Vasco de Lima Couto que, na opinião da minha mãe, dizia poesia como ninguém - infelizmente nunca o cheguei a ouvir.


domingo, 8 de fevereiro de 2009

Do fim-de-semana

Fim-de-semana fora, resta-me aproveitar este serão para mimar o Diniz (que ronrona ao meu ombro), depois de ter ficado aos cuidados de uma baby-sitter de primeira água. E para ficar a ouvir (tarefa impossível, pois claro) as 7 óperas de Gencer (que já aqui falei) e outras 7 da GORDAH (curiosamente, da mesma editora e mais baratas que aquela! - realmente as mortas devem valer mais), duas verdadeiras pechinchas.

Fiquemos com a GORDAH. Caballé, pois claro (com muito amor e carinho, que eu gosto muito da Senhora!) Não ficamos com nada do que comprei, porque estou com imensa preguiça!

Boa semana!


sábado, 7 de fevereiro de 2009

Amar VS Desejar

"Na hora da morte, Adriano percebia que não era fácil amar e desejar ao mesmo tempo: uma coisa e outra davam muito trabalho, juntar as duas era tarefa para super-homens"
José António Saraiva, As herdeiras de Adriano Gentil
Quer-me parecer que tem alguma razão, apesar da justificação ser fraquinha.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

My ikea hack

Uma das coisas que herdei foi uma cadeira dourada, de palhinha. Era da sala chinesa de casa dos meus bisavós. Fazia conjunto com outra igual, que realçavam a mobília preta, lacada, com embutidos de cores diversas, representando figuras humanas.
Bem, para dizer a verdade, quem a herdou foi o meu irmão. Assim o entendeu a Avó, que a despachou assim que comprou casa. Mas como o meu irmão não gosta de dourados (e ainda bem), ficou esquecida na quinta, onde foi parar. Ora, como eu até gostava da cadeira e ficava a matar no meu quarto, aqui está.
Mas o que eu queria mesmo, era um espelho dourado, alto, que ficasse por cima. E foi deitar mãos à obra.
Comprei um espelho baratíssimo no Ikea (não precisam do link, pois não?), um festão em gesso, que colei no topo e apliquei folha de ouro. Não está obviamente perfeito, mas a cadeira também já perdeu parte do dourado, não ficando nada a destoar. Portanto, nem só de estores percebe o homem. E o que queremos mesmo, é contribuir para o Ikeahacker!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Summer

Em minha casa não se ouvia muita música. Muito mais se ouvia em casa de meus Avós, onde a presença da telefonia, que estava sempre ligada, era uma constante.
Mas, ainda assim, ouvia-se. O meu pai gosta especialmente de Joan Baez. Não sei quantos vinis terá, mas são alguns. Que eu tenho vindo a substituir, lentamente por CD.
Ora, um destes fins-de-semana em que voltei a casa, aproveitei para gravar para mim esses álbuns. Só que nunca mais me lembrei deles. Até que soube que a senhora tinha estado em Portugal, por ventos próximos, coisa que desconhecia totalmente.
E ontem aproveitei para ouvir, muitos anos volvidos. E fiquei rendido a esta música, cujo original é de Stevie Wonder.
Porque muito dos meus amores também partiram no Verão.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Mostrem-mos II

Este é porta-chaves da Marie. Palavras para quê? A Marie é uma romântica. E assume-o. Perante toda a gente. Resta saber se o coração é a chave ou a fechadura.
Como um dos filmes preferidos da Marie é o Marie Antoinette, que eu também gostei imenso, o que temos para ouvir é uma das músicas da banda sonora, de um grupo que até gosto!


Vá lá, não se esqueçam de enviar as fotos dos vossos porta-chaves! Participem! Não levam com serenatas (e ainda bem, acreditem!), mas levam com música!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Desculpas

Não me venham com desculpas. Apresentem-me quem não padeça ou tenha padecido de carências afectivas (por mais feliz que tenha sido a sua infância). E aí calar-me-ei.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

domingo, 1 de fevereiro de 2009

6x6



Como sabem, geralmente não gosto muito de desafios. Mas comoa Elanor-Niphredil e a Síndrome do Stress Repetitivo pediram e como estou farto de ouvir que sou bastante reservado, pois aqui vai:

Regras:
1. Linkar o blog que te deu o prémio.
2. Escrever as regras no teu blog.
3. Contar 6 coisas aleatórias sobre ti.
4. Indique mais 6 blogs.
5. Comente o blog de quem escolher.
6. Deixe os indicados saberem quando tu publicares o teu post.

(obviamente, e já sabem como eu sou, os pontos 4, 5 e 6, não os vou cumprir!)

6 Coisas:

- Demoro tanto tempo a olhar para a ementa no restaurante, que acabo por escolher sempre o bife (que sei que nunca me desiludirá);
-A única peça de roupa preta que tenho, se exceptuar sapatos e cintos, é um pólo (para puder usar umas confortáveis alpercatas pretas);
-Não sei o que estarei a fazer profissionalmente daqui a dois anos e meio e isso assusta-me;
- Praticamente só não oiço música quando estou a dormir;
-As minhas gargalhadas fazem a alegria de uma casa;
- Ainda conto pelos dedos.



E fiquemos com a 6ª Sinfonia de Beethoven.