terça-feira, 31 de março de 2009

Mostrem-mos X


O Danies enviou-nos a foto dos seus dois porta-chaves. Mais um dejà-vu. Segundo ele, o porta-Chaves da Madonna é um recuerdo do Concerto dela no Pavilhão Atlântico e que tem as chaves de casa, do correio, da entrada do prédio (raramente usada porque a porta dispõe de um código) e de um cofre que passa anos sem ser aberto e por isso, segundo o próprio, já não sabe o que tem lá dentro. O que me leva a pensar o que será dos porta-chaves quando todas as portas disporem de códigos (e das nossas cabeças, para decorar tanto código. Adiante.).

O outro porta-chaves tem a chave do carro. É um porta-chaves da Adidas, oferecido pela mana mais nova e faz conjunto com uma carteira. O Danies gosta sobretudo da cor e da estética (seja lá o que isso quer dizer!).

Pois, como é óbvio lá vão ter de levar com Madonna (eu não disse levar com a Madonna, 'tá? Queriam!)

Bem, mas como já passou um terço do ano e toda a gente está ansiosa de férias, aqui fica Holiday, versão da Re-invention Tour.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Lura



Habitualmente, não gosto de domingos. É aquele dia em não apetece estar em casa, mas em que todos os sítios transbordam dde gente, geralmente com criancinhas aos berros. E depois dos excessos de sábado à noite, é tudo, menos isso, que nos apetece.
No entanto, este acabou por ser um domingo diferente, pois houve tempo para tudo e algo mais. Com um par de horas de sono em cima e para além da exposição da Casa-Museu Anastácio Gonçalves, ainda tive tempo para assistir à apresentação do novo álbum da Lura, no auditório Fnac, Colombo. Graças à L., que se lembrou que eu havia gostar de ir, interrompendo (e muito bem!), a minha leitura / banho de sol, no anfiteatro da Gulbenkian (que bem que se estava - para a próxima levo uma manta e vou para a relva!). Este novo álbum chama-se Eclipse e promete!


Fiquemos com um clássico: Flor de Nha Esperança que, curiosamente (ou não!), foi por si cantado no filme Fados, de Carlos Saura.





domingo, 29 de março de 2009

Gostos reais

Se há compositor que não acho muita graça, é Wagner. E com maior autoridade que eu, foram muitos os compositores e escritores que também o acharam - Baudelaire, Fauré, Nietzsche, Rossini, Mark Twain e o meu adorado Tchaikovsky.




E hoje, após a visita à exposição Os anos de Exílio da Rainha D. Amélia Colecção Rémi Fénérol, (de 20 de Novembro de 2009 a 30 de Abril de 2009) na Casa-Museu Anástácio Gonçalves, sorri-me ao ler esta passagem, extraída do catálogo da exposição:
"(...) quando o chefe da orquestra lhe pede o que gostaria que interpretasse, pede bem disposta: «Isto não irá agradar aos snobs que querem Wagner, mas tanto pior para eles, toque-me o Danúbio Azul». A valsa de Strauss fora tocada no baile de casamento de D. Amélia com D. Carlos."

sexta-feira, 27 de março de 2009

Filmes caseiros

Parece que vou mesmo de ter de participar num filme de propaganda (soa tão mal, não soa?) para o Centro a que pertenço. O que vale é que não há grandes, nem pequenos papéis, se é que me faço entender. A questão é: e quem é que faz o meu trabalho? E só se lembram de nós para isso? E com tanta coisa para gastar dinheiro, realmente importante, tinha logo de ser um filminho?
Vão mazé fazer filminhos caseiros, !

quinta-feira, 26 de março de 2009

A Sucessora

Eu, pecador me confesso. Mas quem diz a verdade, não merece castigo. A Cora que não me oiça, mas sempre tive grande dificuldade em ler autores brasileiros. Desde os meus 11 anos, quando fiz a primeira comunhão e me ofereceram O Meu pé de laranja lima, que nunca mais consegui ler mais nada em português do Brasil. E não foi por ter chorado baba e ranho (quem é que diz que aquilo é livro para crianças?!?).
Várias vezes que tentei ler Jorge Amado, sem o conseguir. Ouvir o português musical não me faz confusão nenhuma. Mas ler... às tantas o meu cérebro já fala também com sotaque brasileiro e é uma grande trapalhada e não vou além das cinco primeiras páginas.
Eis senão quando, um destes dias em que saía à pressa de casa, mas queria levar alguma coisa para ler, apanho um livro que estava à mão ("herdei" imensos livros há pouco tempo portanto leitura não me falta para os próximos anos). Chama-se A Sucessora, de Carolina Nabucco. Rumores há, que Daphne du Maurier se terá inspirado nela para escrever a sua obra-prima, Rebecca, que devo ter lido a primeira vez com 15 anos, numa edição que trazia 5 ... novels (romance não é a tradução indicada) de suspense, de diversos autores.
Se esse foi o primeiro que li dela, outros se lhe seguiram.
Com algumas diferenças substanciais, visto a acção de A Sucessora desenrolar-se principalmente no Rio de Janeiro, durante a década de 30 e não existir nenhum crime por desvendar, este não lhe fica, no entanto, atrás. E foi com grande satisfação que, ao fim de tantos anos, retomo os autores brasileiros.
No entanto, falta ainda ver uma das obras primas de Hitchcock, Rebecca. Não consigo encontrar o filme à venda e sempre que a Cinemateca o passa, é sempre a horas em que estou a trabalhar. É protagonizado por Laurence Olivier e Joan Fontaine, irmã de Olivia de Havilland, a Melanie Hamilton de E tudo o vento levou (e também a Mariam, de Robin Hood, com Errol Flynn - mas não vamos falar desse senhor, senão há uma prezada leitora que fica com calores). Curiosamente, Vivien Leigh foi uma das actrizes pensadas para desempenhar o papel principal (era à data namorada de Laurence Olivier), mas não conseguiu o papel.
Fiquemos com o início do filme.

*A tradução que tenho, há bem 20 anos, de A maravilhosa viagem de Nils Holggerson pela Suécia, da Selma Lagerlöf é também em brasileiro, e numca a consegui ler... Infelizmente.

quarta-feira, 25 de março de 2009

O que me faz rir

Tanto o David como a IAna (Marie, não me esqueci de ti, o desafio está em lista de espera ;)) desafiaram-me para lhes contar quais as sete coisas que me fazem rir.
Pois bem, aqui vai (desculpem lá, mas agora a parte de escolher tantos blogs é que já é mais complicado - que os há, é certo, mas não me apetece!).
1.º O meu próprio riso. Sobretudo quando me chamam a atenção para a sua sonoridade. Já me perguntaram a meio de uma peça de teatro (estava eu na primeira fila) se me importava de parar, porque nem conseguiam concentrar-se.
2.º Anedotas porcas. Mas têm de ser boas, (diria mesmo boazonas), senão nada feito.
3.º Aquelas situações onde não se pode, a todo o custo, rir. Como ver alguém estatelar-se no chão. Como alguém estar a cantar (mal) em público.
4.º O Diniz, sobretudo quando faz disparates. Naquelas alturas em que é preciso dar-lhe um raspanete, mas não consigo. Ainda tento pôr um ar sério, mas nada feito. No outro dia atirou-se para a terceira prateleira da estante e veio parar ao chão, com dois livros do Garcia Marquez e um do Ballester. Não sei se quereria um desses, ou algum que estivesse por detrás, em segunda fila.
5.º Que me tomem por parvo. Que muitas vezes até sou (tolinho mesmo), mas nem sempre. Aí ponho o meu ar mais sério, digo sim a tudo... mas por dentro... rio até mais não.
6.º Dizer disparates com os meus amigos. Então se estiver para aí virado... sou a alegria de uma casa! É preciso é empatia, o que vai sendo raro.
7.º Não me fazem gargalhar, mas fico com um sorriso de orelha a orelha - manifestações de carinho entre velhinhos. Acho tão ternurento!

terça-feira, 24 de março de 2009

Granada

Parece que vou lá, no final do Verão. A trabalho, claro está, mas espero poder-me baldar um ou dois dias e conhecer a cidade. E há que tempos que gostaria de lá ir. Parece que é desta. A chatice é viajar sozinho. Qual o interesse de ver coisas belas e não as poder partilhar?
Para banda sonora, lembrei, obviamente de Granada, por um qualquer tenor (difícil seria escolher, não há nenhum que não tenha gravado). No entanto, deparei-me com esta, do Vicky Cristina Barcelona, do qual ainda não tive oportunidade de falar. Finalmente reconciliei-me com Woddy Allen (aquele Match Point foi intragável, e já sei que sou o único a achar isso). Porque todos nós nos dividimos em Vickys ou Cristinas e qualquer que seja o caminho que escolhamos... nada nos garante a felicidade numa relação.

[E já agora, fui só eu a achar a Patricia Clarkson parecida com a Claudine Cadaval, mas em bom?]

segunda-feira, 23 de março de 2009

Mostrem-mos IX


Apanhei um susto quando vi a foto que a Manana me enviou com os seus porta-chaves. Foi assim como um dejá vu. Um dos porta-chaves é do merchandising da Sticky and Sweet Tour, o outro da penúltima edição da Moda Lisboa que, como diz a Manana, é extremamente prático, porque é brilhante e muito fácil de encontrar na carteira. Além disso, trazem-lhe ambos boas recordações e por isso nunca se esquece das chaves (boa táctica!).
O curioso é que eu já usei (embora não ao mesmo tempo), o porta-chaves da digressão anterior da Madonna, que passou por cá (Re-Invention Tour) - tal como a Manana (desta última comprei só o programinha) e também uma destas fitas da Moda Lisboa (que não era mais do que uma fita de cetim, de cor duvidosa - esta sim, é mil vezes mais gira).
Obviamente que a banda sonora só pode ser... Madonna!

(Pode ser que resulte como mensagem subliminar...)

sábado, 21 de março de 2009

Solidão

"Mas afinal o que é isso a que chamamos solidão [...] não pode tratar-se simplesmente da ausência dos outros: podemos estar sozinhos e não nos sentirmos solitários, assim como podemos estar sozinhos e não nos sentirmo-nos sós. Então o que é? [...] Bom, não tem apenas a ver com o facto de outros lá estarem também, de ocuparem o espaço ao nosso lado. Mas mesmo que eles nos aprovem ou nos dêem um bom conselho numa conversa amigável, um conselho inteligente e sensível - mesmo então pode acontecer que nos sintamos sós. A solidão, portanto, não é algo que tenha a ver com a presença dos outros, nem com aquilo que eles fazem. [...]
Estou deitado ao lado dela, oiço a sua respiração, sinto o seu calor - e sinto-me terrivelmente sozinho. [...]
Quando os outros nos negam a afeição, o respeito e o reconhecimento, por que é que não podemos simplesmente dizer-lhes: não preciso disso, basto-me a mim próprio? O não sermos capazes de o fazer não representa uma horrivel forma de dependência? Não nos torna escravos dos outros?"
Pascal Mercier, Comboio Nocturno para Lisboa

sexta-feira, 20 de março de 2009

Começar bem o dia é...

esgatanharem-se para nos darem um folheto publicitário daqueles que inevitavelmente vão para ao caixote do lixo, acompanhados de um bom dia, saído de um sorriso rasgado. Mas melhor ainda, era que pegassem em nós e nos fizessem dançar.
E depois chegamos ao trabalho e temos este mimo à espera, com os parabéns pelo dia de ontem, como que adivinhassem. Obrigado, Ana!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Parabéns!

(Gentilmente oferecido pelo Adão, para comemorar a efeméride! Obrigado!)

We'll always have Paris I



Foi assim que começou, faz agora um ano. Parabéns, não sei se a mim, se a ele. Tem sido um prazer enorme estar com ele e convosco!

(porque nunca me cantaram os parabéns de forma tão sensual)

quarta-feira, 18 de março de 2009

18 de Março

Há trinta e oito anos, a uma quinta-feira, casaram na Capela de certo convento, perdido na serra. Ela, levava um vestido que causou furor: não levava flores (tal como as primas não levariam), mas uma sombrinha. Levava, sim, pétalas no corpete. Ele, um cravo branco na lapela. Trocaram votos de amor e fidelidade perante família e amigos. Talvez sejam felizes ainda. Eu sou, sabendo-me filho deles.

terça-feira, 17 de março de 2009

Mostrem-mos VIII

A IAna brinda-nos com dois porta-chaves: a cara do Jack de The nightmare before Christmas (que atirado à cabeça de alguém deve doer...) e, para contra-balançar, uma flor. Verde. Esperança? Quer-me parecer que sim.
E escolher música para a IAna é fácil, sobretudo neste dia. Não teremos Elis Regina, que faz hoje anos, mas sim a filha, Maria Rita, com uma das minhas músicas preferidas.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Ouvido na Rua IX

Esplanada do Hotel Baía, Cascais. Fim-de-semana. Moda Lisboa. Duas senhoras, acima dos 65 anos, muito bem postas, cabelo armado. Levantam-se e uma diz para a outra:
- Vamos embora, que vais ver coisas que já não vês há muito tempo.

domingo, 15 de março de 2009

Noites alegres

Nem todas as noites alegres têm manhãs tristes. Mas agora, se não se importarem, bloguem baixinho, s.f.f.! Agradecido!

sábado, 14 de março de 2009

Gostei de te ver

Afinal, o que quiseste dizer com isso? Que o gillet que levava, meio azul escuro, meio azul petróleo, que não conhecias, me ficava bem? Ou referias-te ao meu novo corte de cabelo? Porque continuo com o mesmo peso e poucos mais cabelos brancos devo ter.
E porque o pretérito perfeito, se nem tudo foi perfeito?
E porque não ouvir, já que a voz em nada se alterou? Ou cheirar ? - se bem que continuo a usar o mesmo perfume que já usava antes de te conhecer. Sentir? O abraço que te dei não foi suficientemente forte? O beijo demasiado de fugida?
Não, o problema não está em saber o significado da tua frase. O problema está em não saber se foi sincera. E mesmo que fosse, que diferença isso faria?


Porque nos ficam as lembranças.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Heartcore

E porque não só de poesia vive o homem e eu até sou bastante fútil, fica uma pequena amostra do que vi ontem na Moda Lisboa. Infelizmente não consigo encontrar imagens de certo vestido JAT que, esse sim, foi poesia para a vista. Para ver mais aqui, de onde seleccionei alguns dos meus preferidos, p'rá menina e p'ró menino!

 José António Tenente, Inverno 2010


José António Tenente, Inverno 2010


Alexandra Moura, Winter 2010

Alexandra Moura, Winter 2010

quinta-feira, 12 de março de 2009

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha

Armando Serôdio, Doca de Belém, 1966. © Arquivo Fotográfico - Arquivo Municipal de Lisboa

Aos quase trinta torna-se patético ainda se gostar de Florbela. Mas também nem sempre nos vêm buscar ao entardecer.

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

Florbela Espanca, Charneca em Flor


Porque houve cansaços e abraços, beijos e desejos.

quarta-feira, 11 de março de 2009

O São Carlos no século XIX

Gravura Charles Legrand, litogafia Manuel Luis. © Biblioteca Nacional Digital
Fui ontem aos concertos comentados no Foyer no Teatro de S. Carlos. Durante o mês de Março, todas as terças-feiras às 18 horas (se bem que às 17:30 já não há lugares sentados), dedicados ao Teatro de S. Carlos durante o século XIX. Reportório, cantores, empresários, de tudo se fala um pouco (sobretudo se ficarem ao lado de alunos do Conservatório - com sorte, a Professora dos ditos senta-se ao vosso colo também).
E ontem foi cantado o terceto do terceiro acto da ópera Saffo, de Giovanni Pacini, que aqui vos deixo. É também uma gravação ao vivo, de Abril de 1967, de outro Teatro de São Carlos, o de Nápoles, com Leyla Gencer (eu avisei que voltaria a falar dela!), Tito del Bianco e Franca Mattiucci. Dirige a orquestra Franco Capuana.
(Pacini, Saffo)

terça-feira, 10 de março de 2009

Morangos

Hoje ao almoço comi, pela primeira vez neste ano morangos. Que nada tem de especial, se em minha casa não se dissesse, sempre que se come uma qualquer fruta pela primeira vez no ano, para se pedir um desejo. E dei por mim a pedi-lo. Tal como quando ponho cartas no correio e digo em voz alta a terra para onde vão. Para não se perderem. Há dias em que me queria encontrar criança. E lambuzar-me em morangos.

Lembra-me


O primeiro. Para ver aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Mostrem-mos VII


A Ana traz-nos um simpático senhor, com ar de cientista. Aliás, qualquer semelhança com o Prof. Pardal é pura coincidência!

Para a Ana, que gosta de nuvens e certamente da Lua,

domingo, 8 de março de 2009

River of No Return

Não, não fiquei abatido por dar de caras com o passado à minha frente. Nem tão pouco de ter sido ignorado. Um passado de... sete anos?, 10 quilos mais gordo. Só que os rios só correm para o mar. E de todas, só poderia escolher esta música. Lembras-te quando ma cantaste?



E só me lembrava daquela passagem do Príncipe Lichnowsky: " (...) via-a animada, satisfeita, e como costumam dizer os ingleses, naquele estado interessante em que os maridos gostam de ver as suas consortes."

sábado, 7 de março de 2009

Dos sábados de manhã

Acordei tardíssimo e fui ao pão. Ainda assim, tinha saído uma nova fornada, de maneira que me lambuzei com pãozinho quente (fresco, mais fresco, não há!). E agora, se não se importam, depois de me armar em mete nojo com o pão quente (deixem lá, vai tudo acumular-se na barriga, portanto não invejem) vou só ali fazer a faxina ao som de Diana Damrau, que ontem foi a minha banda sonora o dia inteiro, em modo repetir.
Isto para verem que não oiço só gente morta, nem quase defunta. O que ajuda a manter a esperança de futuros talentos de outrora.

Quando estive em Londres, obviamente que não pude deixar de entrar na Royal Opera House. À entrada da loja, tinha um pequeno cartaz, home made (uma simples folha em branco impressa) dizendo qualquer coisa como Madame Diana Damrau will appear in this theatre for a concert in November, qualquer coisa como duas semanas depois de me ir embora...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Equilíbrio

Estou a precisar de ir ao ballet. Saio sempre com uma leveza de espírito que me é impossível de encontrar de outra forma. Ontem quando cheguei a casa, pus-me a ver isto. A Bela Adormecida Tchaikovsky, coreografia de Petipa. É o Adágio da Rosa, com Alina Cojocaru, prima ballerina do Royal Ballet, que já tive oportunidade de a ver. Talvez consiga um pouco de equilíbrio assim.



quinta-feira, 5 de março de 2009

Das quedas

Lembram-se disto? Pois bem, hoje tive a prova provada de que não resulta. Esqueçam a táctica de atirar sacos ao chão para chamar a atenção de quem quer que seja. Pelo menos, de quem queremos chamar a atenção - certamente mais uma das imponderáveis Leis de Murphy. Ou então, porque simplesmente consegui equilibrar-me e não fui parar com os dentes ao chão, nem voaram sacos, nem caí para cima da pasta do pc. Valha-nos isso. Mas tenho ideia que os senhores da paragem em frente se riram...

quarta-feira, 4 de março de 2009

Mostrem-mos VI

Ora a nossa sexta concorrente é a Noiva Judia, que nos brinda com um alce (não é veado, nem cervo, nem rena, nem outra coisa qualquer)  e que ainda por cima é de Munique. E como tal, ruge (à falta de melhor verbo) em alemão.
E como a Noiva é uma rapariga do meu tempo e pelos vistos gosta de alemão...

terça-feira, 3 de março de 2009

Dos serviços públicos

Imaginem estar num serviço público de phones. E experimentem só por os phones, sem ouvir música...
A conversa aqui ao lado vai desde ginecologia, a chantilly, chocolate... e com os nomes todos que há (acabei de ouvir agora - estão a partilhar as suas experiências... e decididamente, há gente muito kinky... acho que vou tirar os phones, só para ver a reacção... ou não!).

E não, por incrível que pareça, isto não foi um exercício de escrita criativa...

segunda-feira, 2 de março de 2009

Filosofia de rua

Até porque não deixa de ter razão. Com tanto blog, tanto Hi5, Facebook, Twitter, Msn e por aí fora, não percebo como há tanta gente na rua.