domingo, 29 de novembro de 2009

Stefani Germanotta


Quem, perguntareis vós. A própria. Lady Gaga antes de se tornar (ainda mais) famosa.




Percebem agora porque se pode vestir enrolada em rolas de papel higiénico ou tampões pendurados a la Senhora Comendadeira de Vasconcelos?


Já eu, antes de ter um blog, chamava-me Ruben André.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Coisa ruim

Há dias em que me sinto a própria Manuela Couto neste filme. Mas em vez de ser da casa, é mesmo das pessoas que me rodeiam. Há com cada uma...



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Hotel suite



Simplesmente sublime, este segmento do New York I love you. Shekhar Kapur, um nome a reter.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Nem a mentalizar-me isto vai lá

Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro. Quando chegar a casa, vou passar a ferro.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O meu Pedro

Corto o cabelo com ela há já uns quantos anos, não muitos. Se a memória não me falha, desde 2003. Seis para sete anos. Pela primeira vez alguém que acertou com o meu cabelo (que apesar de liso tem imensos jeitos e remoinhos), fazendo-me olhar ao espelho e ficar verdadeiramente satisfeito com o meu cabelo. Ou o trabalho dela, não sei onde acaba um e acaba o outro (se bem que acho que a parte boa é de certeza a dela). Já mudou de espaço por uma vez e fui atrás. Só funciona por marcações, sendo nunca menos dois dias de espera (até nem é muito, comparado com outros). Desmarcações porque surgiram outro tipo de trabalhos como filmagens, produções de moda e são mais uns quantos dias para arranjar vaga. Já esperei por ela três e quatro horas, o que faz com que escolha agora sempre a primeira hora da manhã, fazendo com que seja atendido, no máximo, com meia hora de atraso.
Mas é a minha barbeira de eleição. Barbeira porque é como ela se trata, pois só corta. À navalha é como gosto mais: - Pedro, agora é que a lâmina está boa, já não está nova, mas ainda não está velha, vamos aproveitar? Vamos. A C. é que manda. Porque com ela é chegar e dizer-lhe: a C. é que sabe, faça o que entender. Porque fica sempre bem. Nem demasiado curto, nem demasiado comprido e com um corte perfeitamente adaptado ao nosso estilo e à nossa disposição.
Entre tesouradas e navalhadas, a conversa estende-se. Meia hora, uma hora, duas horas. Sim, o meu cabelo, que é tendencialmente curto, demora duas horas a cortar. Porque a C. não é só a barbeira que me corta o cabelo. Já tive conversas deliciosas com ela, já rimos, já quase chorámos. E tudo isto sem ter as conversas típicas de salão (you know what I mean).*

Hoje aproveitei a hora de almoço para ir marcar hora. Chamara-na, porque era ela que tinha a agenda.
- É o meu Pedro. Voltei-me. Era a minha C. E abraçou-me. E há abraços que valem por muitos cortes de cabelo.


* Vá, tirando a conversa de que não podia ter certas revistas à vista, porque havia clientes que achavam pouco próprias. Tão simplesmente revistas de moda, é certo com gente um bocado despida, mas tudo em prole do dézaine.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Percebemos que

está alguma coisa de errado quando o centro comercial mínimo e manhoso que temos em frente de casa (e no qual nunca pusemos os pés) já tem decorações de natal e nós não (a nossa casa, entenda-se). Com tanta coisa gira e tudo empacotado ainda... Nem um sininho, uma estrelinha, um raminho de azevinho, um burro extraviado, nada! E ainda não vai ser este fim-de-semana...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

80

É tão baixa, tão baixa, mas tão baixa, que mesmo que use micro-saia, fica-lhe sempre a meio das canelas.

8

Usava um vestido tão curto, tão curto, mas tão curto, que se levantasse os braços, ficava com ele acima do umbigo.

(por isso é que passou a noite toda sem se mexer).

Dúvida XIX

Como é que as maiores linguarudas de Lisboa ainda acreditam que conseguem esconder os seus próprios segredos?
(Tenho para mim que confundem credulidade com burrice).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

"Amor e escândalo

são os melhores adoçantes para o chá"*. O meu vai ser assim. Esperemos que com scones.

(eu espero que o convite da R. para jantar seja por ter saudades minhas, porque se for por ter acabado com o namorado, juro que vou começar a cobrar!)

*Henry Fielding

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Ouvido na Rua XI

Ele - Então como sabes que ele te engana?
Ela - Ah, porque mesmo antes de eu o conhecer ele já tinha sido infiel.

domingo, 15 de novembro de 2009

Dúvida XVIII

Depois do Dança comigo, do Dança comigo no gelo, seguir-se-á o quê? Dança comigo... no varão?

sábado, 14 de novembro de 2009

Esta

é uma obra de ficção.
Qualquer semelhança com nomes, datas e acontecimentos reais terá sido mera coincidência.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fading

Há dias em que não sei o que fazer com as saudades que trago.

Pelo sim, pelo não, vou metê-las num vaso com terra e regá-las com paciência.
Pode ser que algum dia floresçam. Quero acreditar que gostas de flores.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Est-ce Roskof?




Non, c'est Chanel pour la grand-mère. Mas serei o único homem a comprar estas coisas para oferecer? Vá, sem ajuda das funcionárias até acredito que seja. Gostam da cor? (mesmo que não gostem, sei que a Avó vai gostar!).



Para ouvirmos, a banda sonora de um dos anúncios da marca. Para mim, o melhor anúncio jamais realizado.


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Quais as probabilidades

de entrar num centro comercial, levar com a porta na cara, porque ao contrário do que antes acontecia, as portas agora só abrem para fora; ir a uma perfumaria e a rapariga que me atendeu gritar para a loja cheia - O batôn é para este senhor (que era eu), mas tão alto a ponto de ser chamada à atenção por uma colega, o que, naturalmente, ainda deu mais nas vistas; e, como se não bastasse, estar a sair da loja e os alarmes começarem a tocar freneticamente e ter de voltar para o interior da loja?

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Antígona

Ama - Pronto. Aí está Antígona como sempre quis estar. Só e ameaçada, como num campo de batalha.
Sófocles, Antígona, trad. Hélia Correia


Ou então nunca quis. Mas, entre mortos e feridos, alguém há-de escapar.


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Outra das tradições

estrangeiras que acho piada é à noite de Santa Luzia, comemorada na Suécia, por exemplo. Que me faz sempre lembrar este filme: Fanny och Alexander, de Ingmar Bergman. Não me lembro se retrata esta festividade em particular, mas pelo menos a ceia de natal está presente. Aqui.



Assim de repente não me lembro de nenhuma amiga muito loira, senão havia festa na certa...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dos mortos

E porque os meus mortos são só meus e porque a falta que me fazem é a mesma que os vossos vos fazem, prefiro falar antes de outros mortos. Os blogs que fecharam.

Tenho saudades da Guidinha e do Will.

Para quem não sabe

hoje sim, é que é o dia dos Fiéis Defuntos. Ontem foi o dia de Todos os Santos. São coisas diferentes. E depois há o dia das Bruxas, que é dia 31 de Outubro. É pena as cabecinhas ocas confundirem isso tudo.

Mas depois eu é que gosto de importar tradições, não é? Mas ao menos sei ler calendários. E até gostava de saber quantos de vós, defensores fervorosos das tradições portuguesas, têm um galo de Barcelos em casa. Ou um Santo António de barro. Vá, não exijo uma Nossa Senhora de Fátima que mude de cor, presumo que tenham bom gosto.