segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Alfama é lindaaaaaaaaaaaaaaa!

Desejos de ouvir cantar o fado, sexta-feira lá rumei ao coração de Alfama, para ouvir fado vadio.
Tasca mal amanhada, alguns estrangeiros já aportuguesado, e os pintas lá do bairro.
Quase no final da noite, ouve-se um: "Olha que a bófia anda aí", dito por alguém que chega da rua. E foi vê-los a levantarem-se, três e quatro, e a sairem porta fora. Ah, o que eu gosto de Alfama!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O we'll always have paris e eu

aconselham a visita à Vida da Poeta Sophia de Mello Breyner Andresen. (Mais não seja pelas fotografias, pelas quais tenho verdadeiro fascínio.)

Não percebo

as pessoas que vão fumar para as casas de banho públicas*. É isso e falar ao telemóvel.

*bom, há uma situação em que eu ainda consigo perceber. Mas ainda assim, podem sair os dois lá de dentro e ir apanhar ar, não?

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Isto é especialmente para a Ursa

A primeira sondagem está aí

Mesmo aqui ao lado. A Pólo deve ou não aceitar o meu convite?

Convite oficial para a Festa dos Corações Incendiados

*Pedro começa a falar, com a voz embargada, garganta seca, as mãos a ficarem levemente transpiradas e um pequeno tremor apodera-se do seu lábio inferior*


Ursa, atendendo a que se aproxima aquela data arrasadora dos corações que ainda não encontraram a sua metade (um mal nunca vem só), gostaria de te convidar para a comemorarmos em conjunto. Sugeria, para tal, fazermos uma fogueira onde todo e qualquer coraçãozinho encarnado que seja especialmente fofinho (vós sabeis o quanto gosto desta palavra e das suas variações). Só aceito um sim como resposta. Obviamente que se tal acto Nérico pode ser seguido de um jantar, se tal nos tiver aberto o apetite.

(e agora devia aparecer duas caixas, uma com um sim e outro com um não, mas não temos tempo).

E atendendo

ao facto que aqui no trabalho, graças à contenção de despesas, o meu dilema tem sido ou colocar o sobretudo pelas costas ou nas pernas, podem imaginar que sentir-me nu não é muito agradável.

Sinto-me nu

Esqueci-me de pôr um cintinho hoje.

Dia dos Namorados

Estou à espera que a Pólo Norte me convide para jantar com ela (sou péssimo a fazer convites).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Não percebo

o preconceito contra a chamada conversa de taxista. Experimentem almoçar um dia (basta um) numa cantina de um qualquer serviço público para verem o que é bom. Fossem pérolas e tinha fiadas até aos pés.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

2010

Soube desde o início que não iria ser nem um ano bom, nem um ano mau. Iria ser o prolongamento de situações anteriores, sem grandes alterações. E assim foi.

Talvez o desafio mais importante deste ano, tenha sido o facto de ter acompanhado de perto e com mais responsabilidade, a doença de alguém muito próximo. Um filme outrora visto, mesma doença, outra pessoa pessoa igualmente próxima. Foi duro, muito duro. Mas, como da outra vez, o que não nos mata torna-nos mais fortes.

Foi também o ano em que literalmente o passado me bateu à porta, até bem ao ano findar. Pessoas que de repente entraram novamente na minha vida  - esperemos que para ficarem-, outras que apenas pediram perdão dos erros cometidos, outras ainda que, tal como apareceram, voltaram a desaparecer.

Aprendi também que não é toda a gente que nos magoa. Porque podem querer, podem tentar, podem ser realmente muito maus (e há gente que de tão má, se torna patética), mas nós só sofremos se quisermos. Tudo passa pela importância que lhes damos. E felizmente, somos dotados dessa coisa maravilhosa que se chama livre arbítrio, que nos permite mover montanhas.

E depois o tempo, esse velho aliado, que nos permitiu ultrapassar as dores, mostrando-nos de que nada adianta sofrer em demasia e de que nos preocupamos demasiado no tempo presente, pois quando o presente se torna passado, deixa de ter o significado que anteriormente detinha. 

Vistas assim as coisas, que muitas delas não passam de lugares comuns, mas que no dia-a-dia nos esquecemos frequentemente, não posso dizer que tenha sido um ano mau. Um ano, sim, de aprendizagem, que eu espero ter presente nos que se seguem.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Afinal encontrei-o


A noite de passagem de ano foi em casa, com meia dúzia de pessoas amigas, num jantar decidido à última da hora. À meia noite, para além das sultanas e espumante, confetti (não é muito ecológico, bem sei, mas fez um efeito bem bonito).
Andava eu hoje, a retirar tudo o que era decoração natalícia (deixei mais dois presépios à vista, ambos oferecidos), quando no festão da varanda, o encontrei. Perfeito e encarnado. Este vai ser um ano bom.