Este fim-de-semana em casa de amigo houve alguém que se lembrou disto. Que já conhecia, mas há muito que não revia, tendo-me arrancado valentes gargalhadas (o que não é difícil). Mas agora pergunto. O que terá acontecido a essa grande c'rida (para alguns), que é a Ana de Sousa Dias?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
4 dias
têm 96 horas. Ou 5760 minutos. Ou 345600 segundos.
(além de me dares a volta a cabeça pões-me também a fazer contas)
(além de me dares a volta a cabeça pões-me também a fazer contas)
Brio profissional
PR, directores de marketing, secretárias em geral: então mas responde-se a um e-mail de um potencial cliente usando o Cc com o e-mail de outras pessoas da instituição? Não deveria ser antes o Bc, se é a eles que têm de prestar contas? E não deveriam retirar o FW do assunto da resposta que vos deram, para nos ser transmitida?
Obviamente respondi de volta a chamar a atenção para estes pequenos pormenores; se fosse há um tempo atrás nem me daria ao trabalho, mas essa acaba por ser uma atitude muito mais orgulhosa de minha parte.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
BILF Award 2011
Ou o concurso que coloca os Oscares em qualquer chinela (cá em casa sempre se disse sapato de quarto) - Assim está bem, Pólinho?
Não são muitos os blogs que me deixam com tusa. Mas existem. Ora como ninguém me disse quantos blogs teria de nomear, achei por bem, e para aumentar a lenda de que sou um grande maluco, decidi escolher 6: 3 meninas e 3 meninos, tudo à molhada, porque assim é que é bom. E vão já todos de seguida, que eu tenho gente à espera.
A I., d'O doutor dá licença porque ter sexo com ela seria praticamente o mesmo que masturbar-me (e sexo comigo é, obviamente, do melhor). Pela razão de que muitos dos seus posts poderiam ter sido escritos por mim;
Helena do 2 dedos de conversa. Não que assinasse tudo o que escreve, mas quase. E sendo mãe, BILF rima claramente com MILF;
A Sofia, do Dias assim. Primeiro porque já sonhei com ela (nada de erótico, infelizmente) e depois porque a experiência me diz que sexo com professorinhas primárias é sempre bom:
O Kawamura, do All these things porque já trocámos receitas culinárias e toda a gente sabe que um homem se apanha pelo estômago (bem, a mim mim vão ter de se esforçar um pouco mais).
Noite de Oscars
Sabem o que isso quer dizer, não sabem? Durante esta noite e o dia de amanhã, as bloguettes vão virar experts em moda (e muito pouco em cinema, mas para isso temos os chatos dos hipsters) e inundar esta blogoesfera com imagens de vestidos, sapatas (não, não é gralha, eu chamo sapata a tudo, que ninguém tem paciência para ouvir falar em peep toes e pumps e afins). O que aliás agradecemos, porque como é óbvio vamos dormir esta noite que nem uns anjinhos e amanhã quando acordarmos, sem olheiras, temos a papinha toda feita.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Por outro lado
é preferível desvendar a lista de BILF do que a de BIAF (Bloggers I've Already Fucked).
Isso não quer dizer
que eu não saiba quais são os meus BILF. A questão é saber se me apetece revelá-los.
Espero bem
não ser nomeado para o BILF award 2011. É que já me basta quem me queira levar para a cama na vida real e uma pessoa não pode baixar a qualidade só por excesso de quantidade; há toda uma reputação a manter.
Já estou a imaginar
Fim-de-semana de sol. Esplanadas cheias, tudo à pinha, sem lugar sequer para estacionamento. Filas intermináveis de trânsito na marginal. Criancinhas a berrarem em tudo o que é sitio e paizinhos a precisarem de um par de estalos nas trombas. As primeiras reportagens na praia. Pior, uma semana a levar com bloggettes a falarem dos fim-de-semana nos spots da moda, da roupinha de verão que já estrearam. Que queridas que são (ao longe e caladas).
Se calhar gostam que eu lhes escreva
Não consigo compreender. Produção após produção, lá o bom do Pedro envia um mail para a companhia Nacional de Bailado para saber aquilo que qualquer outra companhia de dança em qualquer parte do mundo disponibiliza. Vá, uma boa companhia - leia-se aquela que respeita o seu público. Uma coisa tão simples como os elencos. Porque, meus queridos (se eu fosse politicamente correcto acrescentaria um minhas queridas e em primeiro lugar, mas piroso é coisa que tento não ser) da CNB, há um público que está farto de conhecer os bailados de trás para a frente e que por isso vai sim assistir à actuação da CNB e de certas e determinadas pessoas em particular (e não, não é quem vocês pensam). E se são simpáticos o suficiente para disponibilizar essa informação sob solicitação, porque não disponibilizá-la desde logo?
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Convite à dança
Columbano Bordalo Pinheiro, Convite à valsa, Casa-Museu Anastácio Gonçalves, © IPM
Os pais estão casados há 40 anos (fazem 41 no próximo mês) e ainda hoje discutem entre si qual deles quis conhecer o outro.
Eu ia falar da Primavera,
dos morangos que comi segunda-feira, do bichinho-da-conta que vi ontem no chão, da andorinha de voo rasante à minha frente quando ia entrar hoje pela manhã no trabalho. E das borboletas no estômago, tantas que há dias em que me tiram o sono de não caberem em mim - nem eu.
Mas depois de ler isto, só vos tenho a dizer que a árvore de Natal este ano vai ser muito '90. Dourado e prateado. E eu nem gosto de juntar metais, mas há uma primeira vez para tudo, verdade?
(se soubesses o que me faz feliz arrancar-vos sorrisos...)
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Estou farto de gente gorda
E dizeis-me vós: Pedro, isso não se diz, nem sequer se pensa. As pessoas gordas são pessoas como as outras. E são. Mas não é de excesso de peso que estou a falar. Que até podia, mas não me interessa. As pessoas gordas a que me refiro são as pessoas abrangentes. Aquelas pessoas que se colocam à porta do metro e não nos deixam sair, pois não se desviam nem para um lado nem para outro, deixando-nos como única alternativa passarmos por cima delas (já faltou mais); aquelas pessoas que ao conduzir não sabem muito bem em que faixa ir, se na delas, se na dos outros; aquelas pessoas que são capazes de demorar eternidades a fazer um pedido em qualquer balcão, mesmo estando uma fila gigantesca já formada atrás delas. Estou farto de gente gorda. Anafada. Com demasiada massa gorda, gordurosa no cérebro. E depois aquelas pessoas muito cheias de si mesmas, que se acham muito boazinhas, sempre dispostas a ajudar o próximo mas em seu proveito próprio, porque afinal de contas só pensam em si mesmas e na sua gordura e ainda assim continuam, claro está, os seres mais infelizes deste mundo. Já vos disse que estou farto, fartinho, de gente gorda?
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Os meus leitores são um bocadinho tótós
Amorosos de tótós que são, mas tótós. E digo isto com imenso amor e carinho, com vontade de vos passar a mão pelo pêlo e fazer cutxi cutxi enquanto vos aperto as bochechas tipo tia velha.
Então mas achavam que um dos melhores partidos de Lisboa (só não digo o melhor porque não sou rico. Ainda.) ia estar solteiro ad eternum? E achavam mesmo que não iria comemorar o dia dos namorados com a cara metade da forma mais tradicional possível (leia-se pirosa), comme il faut? Pensavam que o meu interesse pela Pólo Norte era real (toda a gente sabe que és para lá de gira, mas até agora, uma vez que não te conheço pessoalmente, só me podes estimular o cérebro - muito, é certo.)? E achavam que eu ia armar-me em empata-f*das (não há outro nome) e estragar o jantar romântico da Pólo Norte? Os meus leitores não me conhecem. Mas são amorosos (cá beijinho) Tirando aqueles onze que não queriam que fosse jantar com a Pólo Norte, claro está.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Uma questão de português
Nunca achei razão de ser chamar encalhados aos solteiros. Antes pelo contrário. Os solteiros andam a navegar, à deriva, atracando aqui e ali. Nada os prende. Os não solteiros não. Há amarras, há âncoras que os fazem permanecer. Os verdadeiros encalhados. A todos eles, um dia para amar.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O que eu gosto do povo
É pôr uma fotografia inócua no Fb e vê-lo a fazer filmes. Comentários, mensagens, SMS e até telefonema. O que eu gosto do povo!
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Pontos de vista
Não sei se quem se sentou ontem à minha frente no cinema foi um leitor meu ou se eu é que sou leitor do seu blog.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Sempre tive dificuldade em lidar com os momentos de felicidade. Como se não fosse de bom tom vivê-los de forma intensa, como se não fosse de bom tom demonstrá-lo em público, como se a minha felicidade pudesse incomodar quem quer que fosse. Sentimentos de culpa, até. Finalmente, acho que consigo mandar tudo às urtigas. Quem não gosta, não come. E só quem gosta, é que interessa.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Há coisas que não mudam
Mais de sete anos após termos terminado, quatro que não nos víamos e a segunda pergunta que me faz é se estou solteiro ou não.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Black Swan - o filme II
Não consigo fazer upload no Fileden do final do Lago dos Cisnes, dirigido por Seiji Ozawa com a Boston Symphony Orchestra. É uma versão um bocadinho contida, mas é a que se arranja de momento. E porque o final, ainda que seja um final triste, penso que a música não o é, transmitindo de certa forma um sentimento de libertação e esperança
Black Swan - o filme
É um lugar comum falar deste filme, provavelmente o filme mais esperado deste ano. Mas na verdade filmes em que ballet esteja presente sempre me marcaram - The red shoes é um dos filmes da minha vida, devo tê-lo visto a primeira vez teria uns dez anos. Bastaria ter ballet, este bailado em particular (Tchaikovsky é, desde sempre, um dos meus compositores preferidos) e a interpretação de Natalie Portman (não me recordo se terei visto algum outro filme com ela). Alguns efeitos especiais magníficos, a banda sonora (a desconstrução das linhas melódicas do bailado). E apesar do final só poder ser aquele, ficamos até ao último instante verdadeiramente suspensos.
Não sei o que é dançar. Exercitar o corpo exausto, quebrado. Aguentar a exigência severa e fria dos professores de dança.
Mas andei no conservatório a aprender piano. Não é fácil, sobretudo se é inverno e está frio e os dedos gelados que se magoam em cada tecla, ter de repetir uma, duas, três, quarenta, cinquenta, as vezes que forem precisas cada compasso, retomando o início cada vez que há um pequeno deslize, recomeçando tudo de novo acrescentado um novo compasso, as dores nos pulsos pelos exercícios para tornar cada dedo separado e independente do resto da mão, com dedilhações que não lembram a ninguém; a insegurança de não sabermos ao certo o que está bem e o que está mal, porque tudo nos soa igual, porque não somos máquinas e é suposto a música verdadeiramente nos tocar e não a tocarmos nós. E numa idade em que a nossa experiência de vida é limitada (comecei a tocar piano aos 6 anos), é natural que não saibamos trabalhar os sentimentos que estão por detrás do processo criativo.
E no ballet, em que não basta a exigência física de um qualquer desportista, é necessário sentir. Cada movimento, cada gesto terá de expressão um sentimento que se quer tão verdadeiro quanto possivel. Só assim se poderá de facto atingir a perfeição. A técnica é essencial, porém apenas uma interpretação visceral permitirá a genialidade.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Lá vem ele outra vez com as suas teorias
Ontem tive oportunidade de observar com atenção no ginásio as movimentações dos halterofilistas (wannabe). E chego à conclusão que na infância não brincaram o suficiente com Legos. Em 24 minutos de passadeira, 12 de top, 24 de bicicleta e mais 20 de encíclica (na verdade é elíptica, eu é que lhe chamo assim), foi vê-los a andar de trás para a frente, a escolher pesos, a levar pesos, a montá-los, amontoá-los, a encaixá-los. Agora levantá-los que é bom...
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Também se pode medir
a crise, pela quantidade de pessoas desconhecidas que nos perguntam se podem partilhar o táxi connosco.
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