quinta-feira, 23 de junho de 2011

'Bora ajudar?


«"Faz de conta" que eu tinha um video candidato a um prémio. Esse prémio era um Ipad. E os meus amigos todos iam lá e viam. E se calhar até gostavam. Então votavam nele e partilhavam com outros amigos para votarem também. Era assim. Que tal? ;) »


http://apps.facebook.com/consultaclick/videos.php?installed=1 (o vídeo é o da Inês, a única menina. E o mais giro também!)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Lá em casa (tudo bem)

Dizemos casa de jantar, em vez de sala de jantar. Sentamo-nos em cadeirões e não em poltronas. A luz não entra por causa dos estores e não das persianas. Os chinelos são sapatos de quarto e os sacos de desporto ou de fim-de-semana, invariavelmente malão. Toda a vida se chamou pregador às pregadeiras. Os roupões são sempre robes. Fazemos compras na praça e não no mercado. Às migas chamamos açorda e à açorda sopa de pão. Não comemos rabanadas, mas sim fatias paridas ou albardadas; as fatias de Tomar são da China. Já os pastéis de leite são da Aldeia Rica e as filhós, coscorões. Não temos baús, só arcas. Só conhecemos apara-tachos e não bases para tachos. E quando não nos lembramos do nome, chamamos coiso.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Eu stresso muito, sabiam?

Todos os anos a mesma coisa. Fazer ou não jantar de aniversário. Sim. Começo e fazer uma lista e dou por mim a passar longamente as quarenta pessoas. Ora, quarenta é um número exagerado. Não que não façam sentido lá estar; o critério é mesmo eu gostar dessas pessoas (se gostam ou não de mim, é-me indiferente). Também não é o facto de não encontrar um restaurante onde caiba tanta gente e em conta (sim, que está toda a gente em crise e não sou do género de aproveitar que vai toda a gente para ir a restaurantes caros porque, em crise ou não, há sempre alguém que não pode), porque isso até há e só para nós. O problema é mesmo dar atenção a 40 pessoas e estar realmente descontraído, sem estar a pensar se está toda a gente divertida, se se estão a dar bem. E começo a pensar se estou para isso. E volto à estaca zero.

E a minha vida é assim

Como se não bastasse a gaffe do ano passado, hoje quando acabei a reunião tinha três botões da minha camisa desabotoados (eu juro que quando cheguei estavam só dois). Só não tinha uma mama de fora, porque não são assim tão grandes, mas digamos que a vista era panorâmica.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Confesso não compreender

porque é que toda a gente se preocupa tanto em ser a boazinha quando, na realidade, são as boazonas que têm mais saída.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Maria Bethânia Especial Portugal




Foram precisos muitos anos. Foi algures em 1998, em casa do J., um grupo de amigos reunidos na sala. Ela recitava um poema em francês e irrompia-o a cantar. E eu, que sempre a tinha ouvido, comecei a ouvi-la de forma diferente do que até então tinha ouvido. Desde então poderia tê-la visto um montão de vezes. Mas, por variadissimas razões, tal nunca aconteceu. Até ontem. Porque a quiseram ver comigo.



Entrou selvagem, em saia de seda e cabelo indomável. E do princípio ao fim, só me apeteceu chamar-lhe nomes. Por abrir a boca e a voz sair-lhe como a água jorra das fontes. Segura e precisa. Foi uma viagem curta, de caminhos pouco trilhados. Mas, ainda assim, conseguiu arrebatar uma audiência aborrecida por meia hora de atraso. E arrancar-me emoções de mansinho.



quinta-feira, 2 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Se calhar é porque não tenho amigas góticas

Ainda estou para perceber porque é que as minhas amigas abetalhadas (as mesmas que me vão matar quando lerem isto) são as únicas que tratam os namorados por xuxu  *Pedro revira os olhos e segura o vómito*