A um mês da passagem de ano, ainda ninguém me ter perguntado onde e como vai ser a minha.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
Porque é que o Natal ainda não invadiu a minha casa?
Porque passei o dia de hoje na cama, a namorar e a fazer ronha. Levantei-me, fui ao pão, preparei o pequeno-almoço e voltei a enfiar-me na cama. É isto que se faz nos dias de chuva, não é?
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
What happened to... VIII
Tony Carreira do piano
Que é, como quem diz, Richard Clayderman. A esta altura, por onde andará? A dar concertos no Olympia? A tocar mais baladas para a D. Adelina, a vizinha do rés-do-chão direito? Bom, ao menos toca em pianos, cá nada de orgãos. E dos bons!
Agora a sério
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Sinais dos tempos
Quando era pequeno e me levavam a tomar alguma vacina e caso me portasse bem, os meus pais compravam-me plasticina. Lembram-se? Meia dúzia de paralelepípedos compridos que, todos juntos, ganhavam uma cor castanha. Ao Diniz, eu bem prometo uma taça cheia de ração húmida - a que ele gosta mais - mas o tipo farta-se de bufar para a médica veterinária.
Vergonha alheia II
O tal vídeo do Prof. Marcelo Rebelo de Sousa. Já nem falo da forma amadora com que foi filmando/produzido, nem a escolha do décor. Escusavam é de dar erros, como o mito urbano de que Portugal não participou no plano Marshall. Ainda por cima, há livros escritos sobre o assunto. Afinal, quando vamos deixar de ser chicos-espertos?
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Ainda a propósito do concerto
Queria mandar um grande beijinho à velhotinha (mesmo!) que se esqueceu de desligar o telefone e que, segundos antes de a segunda parte do concerto se iniciar, tivemos o prazer de ouvir a cavalgada das valquírias.
Aproveito também para dizer ao casal que ficou sentado a meu lado, que passar o concerto todo abraçadinho, aos segredinhos e sussurros, a ver sabe-se lá o quê ao telemóvel, a imitar os movimentos dos músicos ou do maestro, não é de todo forma de se comportar. Já tinham idade para ter juízo.
Concerto Orquestra Gulbenkian
Ontem lá fui à Gulbenkian (ou Gulbenkiã, como dizem as senhoras da Antena2, que se calhar é a pronúncia arménia que eu não sei, ou talvez as senhoras também dizem restaurã) assistir ao concerto dirigido pelo maestro Lionel Bringuier. Bilhetes ganhos num concurso do Fb, que os tempos não estão para gastos excepcionais. Tomara para bifes (nunca fui fã de papas). Muito embora a música em particular, mas a cultura em particular, possa fazer muito mais por uma pessoa que um prato cheio.
Do concerto, faziam parte duas peças de Sibelius e uma outra de Marc-André Dalvabie, a que carinhosamente denominei O voo do moscardo sob efeito de substâncias psicotrópicas. Felizmente, estas obras modernas subvertem até mesmo a concepção de concerto que, em vez dos habituais três andamentos, só tem um (e muitas graças a Deus damos por isso).
Se Lionel Bringuier já nos tinha preparado para Sibelius logo no início do concerto, devo dizer que, ainda assim, não estava preparado para a segunda parte do concerto, nomeadamente a sua direcção musical. Majestosa e efusiva, faz a Santa Teresa de Bernini parecer o que realmente é - uma fria estátua de pedra. Foi deliciosamente orgasmático, fazendo ferver todo o gelo finlandês.
Aqui, na batuta de Leonard Bernstein, último andamento.
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
E o prémio
para o gato mais mimado vai para o meu. Chama a atenção de todas as formas possíveis (atirar ao chão a correspondência da cómoda do corredor é o habitual); faz um berreiro desgraçado, como se o tivesse a matar; dirige-se novamente para o corredor, em vez de virar para a cozinha a mostrar-me a taça dos biscoitos (cheia) ou a roçar-se na porta do armário onde tenho a comida dele, encaminha-se para o meu quarto, para cima da cama, para que eu me deite e sua excelência se deite em cima de mim. Aí para de berrar e começa a ronronar. Como se eu não tivesse mais nada para fazer, do que servir de colchão.
Vergonha alheia
Criancinhas a cantar.
Bárbara Guimarães a dançar.
Velhinhos a cantar.
Bárbara Guimarães a apresentar o que quer que seja.
Pessoas, a propósito de nada, a dizerem que são isto ou que têm aquilo.
Bárbara Guimarães a dançar.
Velhinhos a cantar.
Bárbara Guimarães a apresentar o que quer que seja.
Pessoas, a propósito de nada, a dizerem que são isto ou que têm aquilo.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Noite de Halloween
Foi tão realística, mas tão realística, que só se viu gente feia e caracterização medonha.
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