Eu sempre soube que os açorianos tratavam as vacas como ninguém!
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
O mundo seria um lugar tão mais feliz
se, já que não conseguis ser vós próprias, em vez de tentardes ser a Carrie Bradshaw, tentásseis ser a Samantha Jones. Seríeis tão mais felizes... e nós também.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Para a próxima cobro bilhetes
Acabei de fazer um ecocardiograma, precisamente no hospital onde nasci. Ao entrar para o gabinete, diz-me a auxiliar: faça favor de entrar e dispa-se da cintura para cima, atrás do biombo.
Mal entrei no gabinete, 8 m2, mais coisa menos coisa, que eu sou péssimo a avaliar essas coisas, para além do médico (ao telefone), outras três funcionárias. Uma à secretária, outra à janela (!) e outra para dar as indicações de como me posicionar na marquesa. Pensei para os meus botões: não querem chamar mais ninguém, não?
Olhei para o biombo. Disposto em U, uma das faces paralela à parede (o que dá imenso jeito). No interior do U, o cabide de pé e um banco, que obviamente ocupavam o meio metro quadrado que o biombo ocuparia.
Acho que a última vez que me despi com tanta gente à volta, deve ter sido praí na recruta.
Como os meus amigos conseguem ter uma mente mais imaginativa que a minha
Sábado à noite, Bairro Alto. Abeiro-me ao balcão e peço três gin tónicos. A parte do gelo e limão até correu bem. Mas depois, a criatura mal consegue acertar com o gin nos copos. As mãos tremiam-lhe que nem varas verdes. A água tónica é derramada pelo balcão, sob o meu olhar perplexo. O troco estava certo.
Viro-me para os meus amigos e pergunto-lhes se presenciaram a cena. - Pudera, é o efeito que provocas nas pessoas!
Eu cá continuo a pensar que a criatura tinha era muita droga naquela cabeça.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Tenho de deixar de ver a TVI
Nova novela da noite. Duas irmãs gémeas, uma rica, outra pobre. Onde é que já vi isto?
(vá lá, não são ceguinhas...)
Mais uma aos berros
Naqueles dois minutos que antecedem o telejornal da TVI, onde a própria Judite de Sousa debita o alinhamento noticioso, não percebo se pretende imitar a Júlia Pinheiro ou as peixeiras do Bolhão. Espero que sejam estas últimas, que são, sem margem para dúvidas, muito mais castiças.Ma
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
"I'm going to make a cake"
Virginia Woolf, por Man Ray, 1935
(25 de Janeiro de 1882 – 28 de Março de 1941)
O sentido de humor das recepcionistas
Tenho de fazer análises de rotina. Sangue e urina. Hoje fui marcá-las. A recepcionista deu-me, para a recolha de urina, um recipiente como o da imagem:
.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Constatação
Há gente que dá muita importância à blogosfera em particular e ao meu blog em geral.
(estão a ver a exposição de arranjos florais no salão paroquial de Alguidares de Baixo? Este blog não almeja a tanto).
(estão a ver a exposição de arranjos florais no salão paroquial de Alguidares de Baixo? Este blog não almeja a tanto).
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
O fim
Não é preciso mais desculpas. Há que encarar os factos. Chega o dia em que o amor acaba. Finito. The end. E essa sim, é a verdadeira razão para o término das relações. Não é por surgir alguém mais interessante, por irmos viver para outra cidade a km de distância, nem tão pouco por querermos estar sozinhos nesta nova etapa da vida. Todas estas desculpas que damos a nós próprios - estejamos nós em que papel estivermos na relação que agora finda - são apenas uma, ou várias, das muitas desculpas para a verdadeira realidade - a morte do amor. Talvez porque o amor seja um saldo que se esgote, talvez porque as relações necessitem de um esforço mútuo contínuo, talvez porque as pessoas por quem nos apaixonamos - ou a imagem que construímos delas - acabam um dia por morrer. E com elas, o amor.
Não ocorre de um dia para o outro, não. Também ninguém se apaixona de um momento para o outro. O desejo sim, nem sempre; a mim excitam-me as pessoas inteligentes, por isso talvez goste de pessoas caladas. E com óculos, mas isso talvez seja por querer que me vejam melhor. Também o amor quando morre vai desfalecendo, um sufoco imperceptível, sou eu que não quero perceber os sinais - já não me olha nos olhos quando diz que me ama, agora já nem diz, o sexo tornou-se numa actividade mecânica, marcada pelo compasso do relógio à espera que algo aconteça como que por milagre, a cumplicidade deixa de existir nos pequenos gestos, há quanto tempo não me deixas escrito um bilhete dentro da minha pasta?
O amor morre. Não tenhamos medo, não arranjemos mais desculpas para o nosso fracasso, o excesso de trabalho, o nascimento dos filhos, a boazona do decote pronunciado, o colega carente e mal fodido.
Foram precisos... dez? dez anos para meter na cabeça que o amor acaba. Finalmente posso terminar aquele dia de Setembro (ou foi Agosto?) - talvez antes até, eu estava de manga curta, sem mangas, sem roupa, sem ti, o meu mundo tinha acabado e eu tinha tido o meu primeiro grande desgosto de amor. Hoje, volto a casa, a outra casa, nunca conhecerás esta casa. Deito-me na cama, sei que me deixaste de amar. Apago a luz e sei que já nada disso me importa.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Agora também ao domicílio
Comecei a dar explicações. (por enquanto é só uma explicanda e nem sequer sei se será o resto do ano lectivo. Não paga as contas, mas ajuda às despesas, enquanto não acontece nenhum milagre).
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Ficamos a saber que os nossos amigos
são mesmo nossos amigos porque nunca nos mandam calar, por mais disparates e piadas secas que digamos. E olhem que há dias que nem eu próprio me aturo.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Amarelo Mãe ou amarelo telepatia
A história tem mais de vinte anos, vinte e cinco, talvez. Numa obstinação qualquer, de quem gosta de rosas amarelas e carros desportivos amarelo-canário, muito embora a cor preferida seja o azul, a Mãe meteu na cabeça que eu haveria de ter um blusão de fazenda à senhor, nada mais nada menos do que cor amarelo mostarda. Ou amarelo cáca de bebé quando estão com diarreia.
Muito provavelmente terá sido uma das grandes divergências que tive com Mãe. Houve outras anteriores, é certo, mas duvido que com esta dimensão. Porque eu não queria ter de todo um casaco amarelo mostarda. Pior, amarelo cáca de bebé. Não sei que argumentos usei na altura - se calhar não havia fazenda dessa cor - mas o que é certo é que o dito blusão acabou por ser azul-escuro.
Esta história ficou esquecida algures no tempo durante estes vinte, vinte e cinco anos. Até há duas semanas atrás, quando me dirigia ao médico, pela segunda vez numa semana, com uma gripe que me deixava num estado febril. Despertada não sei por quê, a recordação surgiu, vinda do nada, talvez consequência do estado febril em que me encontrava.
Ora, qual não é o meu espanto quando este fim-de-semana, ao chegar a casa de meus pais, tinha à minha espera, feito pela Mãe, um cachecol em lã, malha inglesa de que cor? Adivinharam. Amarelo mostarda. Ou caca de bebé.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Dúvidas XXV
Não sei o que é pior: as pessoas que se afirmam frontais para dizer o que lhes vai na real gana ou aquelas para quem o "estava só a brincar" serve de desculpa para ofender e magoar as outras, usando a ironia e o sarcasmo para fins que não o humor e a boa disposição. E de repente, percebemos que nunca saímos do Liceu.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
"Não são de Deus, as interpretações?"
Sonho recorrentemente com cães. Esta noite sonhei que morava numa outra casa, num r/c com um quintal traseiro. Também podia ser um primeiro andar. Certo é que tinha um quintal traseiro, com uma área razoável, num qualquer quarteirão de Lisboa, cujas traseiras de qualquer prédio confinam entre si.
Era noite, estava acompanhado, quando de repente umas criaturas do prédio ao lado, de um andar superior, atiram para o meu quintal, não um, mas dois cães. Amorosos, mas um pouco mal-tratados.
O que é certo é que, em vez de dar a assistência conveniente aos animais, contentando-me em lhes dar alimento e guarida, dei muito mais atenção à tentativa de denunciar e até punir as criaturas que abandonaram os cães.
Às vezes, damos demasiada importância ao acessório, em vez de nos ocuparmos do que é realmente importante.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Mais parece um salão de cabeleireiro, mas não quero que vos falte nada*
Princesa de Gales, Baile de Gala, Melbourne, 1985
Retrato oficial da Duquesa de Bragança, ostentando a tiara D. Luís, 1995?
Duques de Bragança, casamento de Alberto do Mónaco, 2011
Duques de Bragança, casamento de Guilherme do Luxemburgo, 2012
*a bem da verdade, este blog também nunca teve pretensões a mais (e salão já é muito bom)
Já eu, para 2013
Queria que a Duquesa de Bragança tivesse uma nova tiara, para variar da tiara D. Luís e daquela inovação com que se apresentou no jantar por ocasião do príncipe-herdeiro do Luxemburgo, que me fez recordar a Princesa de Gales num baile de Gala em Melbourne, há quase vinte anos. Isto porque vai haver certamente mais casamentos reais este ano e ao menos que façamos boa figura, melhores que ministros no revelhão em Copacabana.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Aquela marca de telemóveis
que no passado se meteu com Divas e a coisa não correu muito bem, voltou a pôr o pé na poça. But, once on the internet, always on the internet: alguns dos vídeos continuam no youtube. Procurem e descubram os desejos dos nossos fashion bloggers para 2013.
No fundo, o mundo continua igual
Quando a Susan Boyle foi ao Britains got talent, era vê-los partilhar o I dreamed a dream, porque afinal uma velha gorda e feia até sabe cantar.
Agora, com a estreia em filme de Os Miseráveis, é vê-los a partilhar o I dreamed a dream, porque afinal uma nova magra e gira até sabe cantar.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O reverso da medalha
O que me verdadeiramente incomoda não é as pessoas do passado nos procurarem passados 5 anos. É não sabermos o que fazer para recuperar as outras que ali perdemos. E no caso de algumas, não sei mais o que fazer para o conseguir.
Por falar em lixo...
O que fazer quando um ex-engate de há p'raí cinco anos, de quem nunca mais ouviste falar, te liga com a desculpa de precisar de uma dica profissional nossa?
Será isto a caridadezinha?
É sempre bom saber que o nosso caixote do lixo é um tesouro nas mãos de outrem.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Tomara ganharem juízo, quanto mais prémios...
E aqueles que tanto criticam o smoking D&G de Messi, estavam à espera de quê? Milagres? O senhor ganhou a Bola de Ouro, não foi o Sapatinho de Cristal (de sola encarnada, claro está).
Por exemplo
É um bocadinho como aquelas pessoas que acham uma piroseira a passagem de ano no Terreiro do Paço, mas amavam passá-la em Time Square.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
As nomeações, as votações e os prémios
Valem o que valem. Por exemplo, toda a gente sabe que o melhor blog do ano de 2012 é o Febre dos Fenos. Que nem está sequer nomeado pelo Aventar. Portanto, é esperar pelos BILF e esperar que se faça justiça.
Era isto ou um lança-chamas apontadinho aos intelectualóides que por aí pupulam
O problema não está nas pessoas verem telenovelas, jogos de futebol ou reality shows. O problema, se é que de facto há algum, está no facto de apenas verem isso.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Scones & Crêpes
Feitos para o pequeno-almoço, não me torna o melhor namorado do mundo, mas torna-nos o casal que melhor recupera as calorias gastas durante a noite.
sábado, 5 de janeiro de 2013
Metas para 2013
Conseguir pôr gotas na vista, sem fechar os olhos - checked! - Demos graças à conjuntivite.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Ah, as recordações de infância!
Tinha enviado um email, a propósito de assuntos profissionais, congressos e afins, a uma tipa - e colega - chamada Heidi. Na resposta ao mail, pergunta-me se me pode tratar só por Pedro (atenda-se que eu nunca assino sequer com a indicação de grau académico). Estou aqui a fazer um esforço enorme para não lhe perguntar pelo Avozinho. Ou pela Clarinha.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
E depois
de uma excelente noite de passagem de ano, cheia de amor, amizade e glamour*, comme il faut - vão ter de acreditar em mim, que não há fotos nenhumas a comprová-lo - vamos falar do que realmente interessa:
daqui a exactamente 6 meses faço anos.
*bom, e certamente alguns milímetros a mais na cintura
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