terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Confirma-se

Entrar em casa de pessoas que têm animais torna-me a pessoa mais anti-social que possam imaginar. Com os humanos, claro está. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Não há fome que não dê em fartura

Já há muito tempo que não me lembrava de pedir que o fim-de-semana acabasse depressa, para ver se durmo e deixo de comer e beber.


Antes a 2.55

Confesso não perceber o fascínio que os brunchs exercem sobre os bloggers em geral e as pessoas em particular. Eu continuo a achar que os melhores pequenos-almoços de Lisboa são os que me são servidos na cama.


Tudo o que tenho a dizer sobre os Óscares











sábado, 23 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Já dizia a Amália, que o mal era conhecermos os poetas

Não são as caras bonitas, os quadris concupiscentes, os olhares lânguidos, os elogios mais ou menos disfarçados. Nada disso vos faz destacar da massa anónima, por não primar pela originalidade. 

Agora experimentem dar-me poemas, se querem ver o brilho de meus olhos. 


Não, isto não é um aviso

A imaginação é uma arma eficaz. Ter a noção de que, se quisesse, podia ser bastante mau. Péssimo. Não mau de cortar o pescoço a alguém, como se faz às galinhas, quando queremos ter uma canja suculenta no prato. Não. Um mau de colocar a um canto qualquer vilãzeca de novela, pela perversidade que por vezes me assola a mente. Depenar a galinha a galinha ainda viva, pena por pena. É impressionante as ideias maquiavélicas que me ocorrem. Se quisesse, magoava-te. Mas não. A imaginação é tanta, que sobeja.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Anos Luz

Eu nunca gostei de stand-up comedy. Pelo menos dos Markl, Nogueira, Niltons, aquele-da-boina-que-nem-sequer-sei-o-nome (nem quero) e por aí fora, que isto o mal de Portugal é começar um, que vai logo tudo atrás, como se fosse uma coisa muito boa.
Até que depois percebi porque é que eu não gostava de stand-up. Porque eu de facto não conhecia stand up-comedy. Se esta mulher não vos fizer chorar a rir, então não sei quem o fará.

Parece mentira, mas não é ou cada um é para o que nasce e pior, não sei o que vestir

Há quem seja convidado para vernissages. Estreias de teatro e cinema. Os melhores restaurantes da cidade. Lançamentos de bens e produtos. Eventos blogosféricos

Eu acabei de receber um email, tratado com a maior deferência, convidando-me para uma visita guiada a um cemitério. Conseguem melhor?


É fazer as contas

Com apenas três explicações, menos de 5 horas, a minha explicanda passou do 9 do penúltimo teste, para um 12, neste último.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O problema da nossa classe política



Por vezes,

penso ter um buraco negro em vez de estômago; passado duas horas de almoçar, às vezes nem tanto, e já o sinto a dar horas.


É um bocadinho como aquela história

À pergunta: já tiveste um caso com ela?, é mais preocupante o facto de a resposta ser negativa; eu pelo menos não gosto de deixar coisas por resolver.


Pergunto-me


se os pares de cornos não serão sobrevalorizados na nossa sociedade.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Há gente muito estranha

É uma frase que digo com frequência. Mas sei que é o que as pessoas pensam, quando olham para mim.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Hoje ficámos a saber

que a nossa classe política tem uma cultura cinematográfica muito reduzida e que ainda tem muito a aprender:

 

Sabes Luna,

como eu tenho uma mente um pouco poluída (para não dizer porca, mas isso tem a Pólo eu diria antes que 2012 foi um ano em que a blogosfera tirou a barriga de misérias.


Pardon my french

Se não fosse a inseminação artificial e a avaliar pela prenhice da blogosfera em geral, eu diria que afinal, bem ou mal e contra todas as expectativas dos comentadores anónimos, andam todas fodidas.


Excepto os ursinhos de peluche, ok?

Tenho estado aqui a pensar, é raro, mas por vezes acontece, que já recebi cartas de amor ridiculamente ridículas, em papel de carta a fazer pendant com o envelope e uma caligrafia certinha, sem rasuras, como a esfregarem-me nas ventas o facto de ter uma letra pavorosa, que tantos puxões de orelhas me custaram; ramos de flores (vá lá, acertaram nas flores), inclusive daqueles que são entregues em casa, com ou sem cartãozinho - é tão bom receber flores anónimas, a imaginação continua a ser o que de mais erógeno temos; caixas de bombons em forma de coração (as caixas e os bombons), embora eu é mais bolos (ou alperces secos, dêem-me uma caixa de alperces secos que desaparece mais depressa do que bombons), o chocolate é afrodisíaco, descobri ontem que as bagas gogi também, vou deixar de as comer ao pequeno almoço. Mas entre presentes de dia de S. Valentim ou de aniversário de namoro - todos os pretextos são bons pretextos para festejar - nunca me ofereceram nem ramos de rosas encarnadas nem postais daqueles pirosos com coraçõezinhos e setas de cupido e animaizinhos, com rimas tão interessantes como as rosas serem encarnadas e as violetas azuis. E do fundo do coração, acho que não só ele resistiria a tanta foleirada, como até gostava de ter essa experiência. Porque no fundo, no fundo, o que realmente interessa, é o amor que nos une.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Haja quem goste deles...

Não gostam do dia de São Valentim, porque é um excesso de pirosada e coraçõezinhos (a parte dos peluches eu até compreendo).
Não gostam do Carnaval, porque não gostam de mascaradas.
Não gostam do seu aniversário, porque se lembram que estão a ficar mais velhos.
Não gostam da Páscoa, porque nem católicos são.
Não gostam do Halloween, porque não é uma tradição portuguesa.
Não gostam do Natal, que é um apelo ao consumismo desenfreado.

Mas afinal, gostam de alguma coisa?

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Já não me bastava

as sósias gémeas ceguinhas nas novelas da TVI, ainda tenho de levar com sósias de bloggers da moda nas bombas de gasolina?

Aceitam-se sugestões

Cara metade já deu a indirecta que vem cá jantar amanhã. Agora pergunto eu, o que vou fazer para o jantar? Como se não bastasse ter de se encaixar nos seus gostos... peculiares, terá de ser algo suficientemente piroso e bastante sensual? (supostamente, é assim que se quer o jantar de dia dos namorados, certo?)
Piroso faz-me automaticamente pensar em cocktail de gambas, que ninguém serve desde os anos 80 e seria sempre um motivo para pôr a uso as taças duplas, que nunca mais viram o dia desde essa altura. Já pensar em comida sensual, a coisa muda de figura, porque só consigo pensar em coisas porcas - eu e a minha mente porca. Acho que preciso da vossa ajuda.


 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Para grandes males...

Renegociei o meu contrato com a minha operadora de telecomunicações. Isto quer dizer que, para além de um abatimento mensal de dez euros, ainda fiquei com telefone fixo, que não tinha, a juntar à TV por cabo e internet. Um dia depois de ter sido instalado, e ainda antes de ter dado o número a alguém, já tinha recebido duas chamadas. Na primeira, perguntavam pelo senhor engenheiro qualquer-coisa, não fixei o nome, nunca fixo nomes de ninguém. Na segunda era uma senhora já de idade, que queria fazer uma sondagem sobre televisão portuguesa, menti-lhe dizendo que não via televisão, mas nem eu tinha vontade de responder a sondagens nem a senhora tinha identificado a identidade que estava a proceder ao inquérito. 
E isto tudo para dizer que se alguém anda a sentir-se só e com uma vida social monótona, experimente instalar um telefone.


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Não dá para acreditar

Como é possível existirem pessoas com contas abertas no BPI?


Só queria saber onde é que estavam elas há cento e poucos anos atrás...

Hoje é dia de colocar os colllants pretos, o tailleur de bom corte, também preto, e quiçá os casacos de astracã, com forro em seda. Hoje, as viúvas da monarquia estão de luto. E não há paciência para as aturar.