As deadlines são as coisas mais vivas que já conheci.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
La voix humaine - A voz humana, Teatro da Trindade
Quem nunca adormeceu com o telemóvel na mão, à espera de um SMS, de uma chamada do amante? Quem é que no dia seguinte mudou a roupa da cama e pôs a mesma, enrolando o telemóvel, na máquina de lavar (isto provavelmente só eu)? Quem nunca deu em doido com o terminar de uma relação?
É sobre isso que Jean Cocteau nos fala. Uma mulher à beira de um ataque de nervos, em conversa telefónica com o ex-amante, que vai casar no dia seguinte com outra.
Levar à cena nos dias de hoje, quando os meios de comunicação sofreram uma enorme evolução desde 1930, um monólogo, cujo principal temática, para além do impacto do abandono e do sofrimento causado pelo fim de uma relação amorosa, obviamente actual, é precisamente o da comunicação tem vários desafios pela frente. Infelizmente, nem todos ultrapassados pela produção em palco no Teatro da Trindade.
A interpretação de Cármen Santos pautou-se mais por um monólogo que por uma conversa telefónica acompanhada de um olhar vago e disperso, condicionado também pela pouca iluminação em palco que impossibilitou a visualização da sua expressão facial. Faltou a exaltação daquilo que faz a peça de Cocteau actual - a profundidade de uma mulher à beira de um ataque de nervos, ao saber-se trocada. Sobretudo quando a encenação, e bem, manteve-se fiel ao tempo histórico da peça, quando as convenções sociais espartilhavam, muito mais do que hoje, não só sentimentos, como a própria condição feminina. Ser-se mulher, abandonada e trocada em 1930, não tem exactamente o mesmo significado que em 2013. E ainda bem.
A interpretação de Cármen Santos pautou-se mais por um monólogo que por uma conversa telefónica acompanhada de um olhar vago e disperso, condicionado também pela pouca iluminação em palco que impossibilitou a visualização da sua expressão facial. Faltou a exaltação daquilo que faz a peça de Cocteau actual - a profundidade de uma mulher à beira de um ataque de nervos, ao saber-se trocada. Sobretudo quando a encenação, e bem, manteve-se fiel ao tempo histórico da peça, quando as convenções sociais espartilhavam, muito mais do que hoje, não só sentimentos, como a própria condição feminina. Ser-se mulher, abandonada e trocada em 1930, não tem exactamente o mesmo significado que em 2013. E ainda bem.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
"´É que era tal e qual"
Depois de um amigo ter visto um sósia meu numa discoteca; outras duas no IICT - médico ou enfermeiro; esta história; hoje a funcionária de certa instituição onde há muito tempo não punha os pés diz-me que me viu na televisão no mês passado, quando esteve de férias.
E cá vamos nós outra vez ou não mudes de vida rapidamente, não
Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Pensava que disto já não houvesse
Certas pessoas passarem a tratar-nos com maior deferência depois de nos terem visto a falar intimamente com determinadas pessoas, consideradas (por si), de estatuto superior.
sábado, 3 de agosto de 2013
"that, my darling, is my most treasured possession in the whole wide"
Se calhar, se fosse menos pobrezinho, pensaria de modo diferente e não me causaria tanta confusão o dinheiro que se gasta em objectos que outrora pertenceram a pessoas já defuntas. Nem é, provavelmente, a questão do dinheiro. É certo que, a nível artístico, ou até mesmo literário, não há outra forma de adquirir determinados objectos, arte ou livros, senão herdando-os. Também ainda consigo perceber, ainda que pouco, o fascínio que certos objectos possam ter, exactamente pela aura do antigo possuidor. Por razões que não me interessam, já me passaram pelas mãos documentos escritos por diversas personalidades. Reis, políticos, artísticos. Ao fim da terceira, já nos parece tudo o mesmo. Indiferente. Até agora, as cartas da Rainha Vitória e de Sarah Bernhardt foram as únicas que até agora me provocaram alguma comoção, mas não a suficiente para me lançar nas aventuras de compra e venda de antiguidades, memorabilia e afins.
Posto isto, percebo que, no meio desta história toda, o que me faz revirar os olhos é realmente a cagança que rodeia a aquisição de objectos, cujo valor só está nos olhos de o faz (e assim inflacionar, de forma extravagante, o seu preço - são as leis do mercado, estúpido). E isso, só me faz lembrar esta cena.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Cada qual com as suas referências
(a propósito de dois casais do meio académico barra intelectual barra mediático barra não digo mais nada senão descobrem quem são, em que um dos fulanos já fora casado com uma das fulanas e agora estava casado com outra)
Eu, para a colega: - "E ao que parece, de há uns tempos para cá, dois anos, mais coisa menos coisa, parece que se chatearam publicamente, não me lembro se ele com a ex-mulher, se a actual mulher do ex-marido com o actual marido... Assim uma coisa tipo ABBA, mas em pobrezinho, estás a ver?"
Subscrever:
Mensagens (Atom)

