Faz-me espécie aquelas pessoas que tentam ser amigas à viva força. Acontece(-me) muito, sobretudo nas redes sociais. Fazem o pedido de amizade a pessoas que não conhecem de parte nenhuma, esperando que de repente, por se ter carregado num botão, a amizade cresça e de um momento para o outro, as pessoas se tornem amigas de uma vida. Não sei como conseguem , através de uma simples foto 4x4 cm, tirar tantas conclusões que os façam querer ser amigos dessas pessoas. Depois lançam um ataque cerrado por meio de mensagens, onde os elogios são mais que as próprias palavras. Pareces ser isto, pareces ser aquilo, tanta ilação, tanta ilusão. Mas continuam, sabendo que estão a chatear, a ser inconvenientes e eu pergunto-me se acham que nos vencem por ingenuidade ou por cansaço ou se partem do princípio que somos tão inseguros e carentes como eles.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
E voltamos às parábolas
É verdade que grande parte das críticas, seja em que contexto for, não são construtivas, ainda que pudesse ser esse o objectivo, tenho dúvidas se louvável, de quem as profere. Mesmo nessas situações, raramente se tem a humildade de reconhecer as falhas que possam existir. A natureza humana é assim mesmo, assenta na defesa, mesmo quando essa defesa é o ataque.
Por isso o jargão "o que tens é inveja" é-nos habitual aos ouvidos, ou até mesmo no interior das nossas cabecinhas, qual grilo falante. Curioso como me faz recuar aos bancos da escola primária. Todavia, de todos os ditos desse tempo que me ficaram, o que me parece aplicar-se mais adequadamente aos dias de hoje é o "quem diz é quem é".
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
"- Temos de esperar."
Foi o que disse ao gato miador, parado em frente à porta da sala, fechados lá dentro, enquanto a camada de cera assentava lá fora, no corredor de madeira. Num instante, não sei se fui eu quem lhe disse, se eu quem me disse: "- Temos de esperar."
Bem sei que as superfícies comerciais não ajudam, de Outubro a Janeiro
Sabendo da minha panca pelo espírito natalício, um amigo mandou-me esta imagem pela manhã:
Obviamente, senti logo uma enorme solidariedade, nascida da identificação com a pessoa que ouve música de Natal o ano inteiro (embora não às sete da manhã).
No entanto, eu não percebo qual o preconceito com a música de Natal ouvida fora de época. É preciso morrer alguém para ouvir um Requiem? Ser domingo para ouvir uma Missa? Vestir um tailleur Chanel para qualquer composição clássica? Fumar umas ganzas para ouvir Janis Joplin?
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
E já agora pintem a cara e dediquem-se ao malabarismo também
Bem sei que vós, mulheres, sois exímias na arte de fazer várias coisas ao mesmo tempo, inclusive usando em simultâneo saltos altos. Coisa que nós, homens, como seres inferiores que somos, jamais conseguiremos, por muito que nos esforcemos. No entanto, da próxima vez que fordes ao multibanco evitai, por favor, atender o telemóvel, sobretudo quando tiverdes pessoas atrás à espera de o usar. Porque, como diz a sabedoria popular, depressa e bem, não há quem. Pelo menos com estilo.
Por vezes
demonstrar disponibilidade é o primeiro grande passo que podemos dar. Para a amizade, para o amor, para o perdão. Resta saber se o outro lado compreende sem termos de fazer desenhos ou sinais de luzes e se também está disponível. Mas isso já não é problema nosso.
(por isso, em vez de acharem que o cabrão se está a meter convosco, vejam lá se afinal não vos está a estender a mão)
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Queridos vizinhos
Bem sei que andarão a escutar mais ruídos de teor sexual provenientes da minha casa; mas é mesmo preciso haver retaliação e usar o berbequim tão cedo durante dois dias seguidos?
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Melhor ainda
era ter um amigo que sofresse de distúrbios obsessivo-compulsivos com limpezas e que as viesse fazer cá para casa, pro bono (vá, pagava em bolos).
Descobri a minha profissão de sonho
Ser um dos júris da versão portuguesa do Britain's Best Bakery. Definitivamente, eu é mais bolos.
domingo, 13 de outubro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Pearls are the girls best friends XXIV
Rubens- Ana de Áustria, Rainha de França, infanta de Espanha
c. 1622-1625, © 2012 The Norton Simon Foundation
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
Como sabemos que o restaurante onde jantámos não é assim tão bom?
Estava o filho de uma conhecida jornalista televisiva também a jantar.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Tenho a certeza que faz de propósito
Sempre que alguém toca à porta para vender o que quer que seja - tapetes, serviços de telefone e televisão por cabo, a palavra do Senhor e sabe Deus o que mais, sustenho a respiração para que não percebam que está alguém em casa (sou anti-social, o que querem?). Em compensação, o Diniz coloca-se à porta e mia como se não houvesse amanhã.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Mas afinal
a frequência de greves do Metro é por ainda não se terem atingido as metas sindicais e o acordo pretendido com a entidade patronal (e pela frequência percebe-se que não estão a ir a lado nenhum) ou por as anteriores terem tido tanto sucesso, que a luta continua e já devem estar na semana de 30 horas semanais e ninguém sabe? Confesso que ainda não percebi, mas há tanta coisa que não percebo...
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
WTF?
Sucesso nos tempos que correm: dar uma conferência e no dia seguinte ter o facebook inundado de pedidos de amizade.
domingo, 6 de outubro de 2013
Porque é que nunca vou gostar de Beckett
Estive todo o dia fechado em casa à espera de uma importante chamada de trabalho via skype que não chegou.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Na volta é só preguiça
Lamento, mas há dias em que simplesmente não me apetece falar com ninguém. Sobretudo ao telefone, Jesus, Deus me livre. Não é que esteja mal-humorado (estou muitas vezes, é um facto), que esteja preocupado (também costuma acontecer), ou que se passe algo em particular (geralmente passa-se muita coisa na minha cabeça, mas nada que vos interesse). Mas comunicar verbalmente é efectivamente uma tarefa que me custa, articular palavras, fazer vibrar cordas vocais, deixar que a linguagem corporal esteja de acordo com a linguagem verbal. Uma trabalheira. Por isso, quando me virem calado, em vez de perguntarem o que tenho, deixem-me da mão, sim? Agradecido.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
A star was born
Se falo tanto no facebook neste blog, porque é que este blog não tem uma página no facebook? Enganam-se. Já tem.
Retiro o que disse
Alguns membros da plateia até ficavam bem despidos. Mas preferencialmente na minha cama.
(sim, correu bem, obrigado pela preocupação)
Subscrever:
Mensagens (Atom)






