quarta-feira, 10 de junho de 2009

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Lembro-me de há 20 anos atrás passar os dias compridos de Agosto atrás da Mãe e a perguntar-lhe: "Ó Mãe, o que é que vou fazer?".
Hoje tenho milhentas coisas para fazer e não me apetece fazer nada, porque não sei ainda o que me apetece realmente fazer.
Se me tivesse dado um estalo logo à primeira, teria sido mais profícuo, em vez de ter gasto tanto dinheiro empilhado agora em estantes.

8 comentários:

Tuga_a_Valer disse...

Como te compreendo...

Tuga_a_Valer disse...

O que vale é que o saber não ocupa lugar e os livros tornam uma casa mais confortável ahahahah :P

Formiguita Bipolar disse...

Nunca tive problemas com relação ao que fazer com o meu tempo. Até agora: realmente é como dizes há - regra geral - muito o que fazer, mas a maior parte das vezes não sei bem ao que me devo "atirar". Bah. Que farta estou disto...

Only Words disse...

Entendo-te, como te entendo! Que dias estes, de tudo e de nada!

Adão disse...

Isso são crises de meia idade.

Noiva Judia disse...

Como te compreendo...

teresa disse...

Revejo-me nos livros empilhados (e no ímpeto de continuar a comprar "buques" para aumentar a tal pilha) mas, no caso pessoal, fica sempre a intenção de os ler... e quando chegam as férias mais prolongadas lá se dá um avanço (embora no presente ano o trabalho acumulado possa vir a ser um enorme obstáculo):(

Pedro disse...

Tuga: sem dúvida que tornam, bem como dão mais trabalho a limpar ;)

Formiguita: e parece que o trabalho cresce!

Only: o nada é muito aborrecido...

Noiva: há que contrariar!

Teresa: o problema é quando o nosso trabalho é sobretudo ler, ler e ler... e as pilhas de livros são de trabalho!