quarta-feira, 4 de abril de 2012

É assim que surgem os boatos (ou como voltei ao Liceu e não sei)

Depois do jantar recebemos 3 telefonemas, a perguntar se estava tudo bem. Sim, estava. Só a terceira pessoa se descoseu. Que a primeira pessoa que nos ligara tinha reparado que não éramos amigos em comum no Facebook* (o que é natural, pois as definições de privacidade de ambos - por causa de colegas de trabalho e família e também de um sem número de voyeurs -  não permitem ver os amigos em comum sequer) e portanto tinha achado que tínhamos rompido (nem fazem a coisa por menos). Confesso que fiquei na dúvida se a preocupação era real ou se havia ali uma pontinha sequer de comportamento animal, qual abutres que vêm cheirar sangue.
É claro que a mim me coube o papel de quem teria feito merda - sem pensar muito no assunto ainda bem, que os papeis de vilão são sempre mais sumarentos. No entanto, hoje estou com uma vontade imensa de encher o meu mural com músicas e barra ou poemas sobre separações e rompimentos. Nada como iludir gente tonta preocupada. 

* não, não vou sequer discursar acerca de quem confunde realidade com Facebook ou blogosfera.

5 comentários:

trollofthenorth disse...

Gosto tanto de conseguir passar uma semana sem ir ao FB. Sinto-me bem. E se 2 semanas tivessem passado, nem sequer reparava.
FB, a estragar o ser humano desde 2004.

S.o.l. disse...

E tudo isso não te fez sentir um adolescente novamente?? :))

costela de adão disse...

Viver através do FB e as conclusões que se tiram pelo que lá aparece - ou não - é uma coisa assim meio estranha.

Pedro disse...

Não é o Fb que estraga, será mais o que se faz dele.

S.o.l - há formas melhores de nos sentirmos adolescentes ;)

Costela: há gente muito estranha por aí ;)

Bookworm disse...

Existem pessoas estranhas... A mim perguntam-me sempre o que aconteceu ao meu gajo, porque é que não estamos "numa realção" no Facebook?! Ora sua cambada de cuscos, porque ninguém que ver com a minha vida!