segunda-feira, 13 de maio de 2013

Isso e fechos éclair

Sempre tive para mim que a maior dor era a perda. A irreparável e definitiva separação dos entes queridos. A morte, o fim de uma relação. 
Mas, olhando em volta, o que atormenta realmente as pessoas é o ressabiamento causado pela traição. 


3 comentários:

Conto de Fadas disse...

Bem, acho que uma coisa nem é comparável com a outra, a morte será sempre mais dolorosa. Maaaaas... percebo perfeitamente o ressabiamento. Pessoalmente acho que nunca fui traída, se o fui não soube, no entanto imagino o desespero de seres traído por quem amas, teres assim noção de que não és amado de volta e, se tiveres a decisão racional de deixar essa pessoa, cheira-me que a única pessoa que vai sofrer és mesmo tu. Enfim, muito complicado!

Maria disse...

Está morto, morto está. Agora andar a pavonear-se por aí enquanto uma pessoa tenta gerir e equilibrar o par de cornos, haja dó.

Não se compara, claro. Depende de quem morre e de quem te enfeitou. Tudo muito relativo.

Bjos

Pedro disse...

Obviamente, é levado ao exagero.
O ressabiamento faz parte do luto, sim. Agora estar constantemente a demonstrá-lo haja dó. Sobretudo quando se passa a cuspir no prato onde se comeu.