domingo, 28 de junho de 2009

Le roi est mort

Vive la Reine!
Vogue, VMA, 1990
Isto só porque já não se aguenta ouvir falar do senhor. Sobretudo por todas as manifestações públicas, a maior parte das quais eu acho bastante idiotas. Se quando foi da morte da Princessa de Gales, na altura me pareceu fazer algum sentido, passados 10 anos, com The Queen, achei tudo aquilo muito ridículo, de facto. Agora, já acho, portanto daqui a 10 anos, o que acharei?

4 comentários:

Bartolomeu disse...

Caro Pedro,

são símbolos de uma época, merecem no mínimo o nosso respeito por aquilo que possam ter representado. É a melhor altura para o lembrarmos, tal com o foi, depois será só história e aquilo que a história fizer dele.

Abraço


Bartolomeu

P.S. - Por ironia a Rainha, par deste Rei, é Madonna.

Pedro disse...

Caro Bartolomeu:

Ninguém faltou ao respeito a MJ, mas sim às manifestações públicas de pesar, que roçam o histerismo colectivo, que é dispensável.

Quer-me parecer que não reparou atentamente na imagem que acompanha o post.

Abraço

Adão disse...

Já não tenho paciência para a morte do Sr. Jackson...

Dylan disse...

Uma criança num corpo de um adulto. Era assim Michael Jackson. A sua candura contrastava com a atitude arrebatadora que exibia em palco, uma espécie de predestinado com um talento invulgar e que enfeitiçava todas as gerações. A educação rígida traçou-lhe o futuro mas sonegou-lhe a infância, enquanto o seu direito de viver recatado era ameaçado à medida que os holofotes da fama acompanhavam o seu crescimento. Pulverizou recordes de vendas mas também era o primeiro a dizer presente às causas humanitárias onde terá doado milhões de dólares. A sua timidez, e porque não dizer a sua extravagância, originavam todos os tipos de rumores, nunca provados.
Goste-se ou não do estilo, revolucionou o mundo do entretenimento artístico e musical impulsionando de vez o respeito e o reconhecimento pela cultura negra.

http://dylans.blogs.sapo.pt/