sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pela manhã

Ela sorvia pela palhinha o leite achocolatado da garrafa, como quem bebia uma tequilla bum-bum. E aquela migalha de palmier* que lhe pendia do lábio inferior, mais não era que a feliz recordação do rapaz que tinha conhecido na noite anterior naquele bar.

*neste caso leia-se pálmiére.

3 comentários:

Planante sombra viva disse...

Podia ser eu...se o leite estiver quente, claro, e independentemente da estação do ano em que estivermos. Simples, o palmier, por favor.

Maria Manuela disse...

E ninguém estendeu um guardanapo à moça?

:)

Pedro disse...

Planante sombra viva: eu acho que era recheado!

Maria Manuela: não foi bem um guardanapo, foi mais uma bochecha!