sexta-feira, 1 de outubro de 2010

E não é que tinha razão?

Lembro-me quando se virou para mim, há uns anos atrás, no seu jeito peculiar, comunicativo por natureza e me disse: "Pedro, é o pior que me podem fazer, é quando estão na palheta com os amigos e lançam aqueles olhares do género - eu estou-te a topar. E no momento seguinte, ignoram-nos como se fossemos uma parede". E eu calei e aquilo não me fez grande sentido - a R. nem sempre é para levar a sério. E hoje, há meia dúzia de horas atrás percebi exactamente o que quis dizer.

6 comentários:

Tulipa disse...

há coisas que só compreendemos quando sentimos na pele :)

David disse...

Ao menos, antes de te ignorarem, não se riram na tua cara... :p

TLD disse...

Sou só eu a achar que isso não tem que ser uma coisa má?

Pedro disse...

Tulipa: ora nem mais!

David: pode ser sempre pior, sim.

TLD: o significado pode ser bom; o que senti no momento é que não foi bom ;)

TLD disse...

Então? Medo de ser feliz? ;)

Pedro disse...

Não TLD. Não gostar de ser ignorado. (medo de ser feliz são outros 500, quase que merece um post :) )