terça-feira, 30 de novembro de 2010
Já a outra,
a senhora do bar, finalmenteljá se calou com o concerto do Tony. Como? Deram-lhe uma árvore de Natal e respectivos efeites para as mãos .
Como estragar uma carreira académica em 10 segundos
Só precisam de ser homem e terem assistência, de preferência um bar cheio de gente.
Nada como ajeitar as partes pudendas em público, metendo as mãos por dentro das calças (tipo dois em um).
Só não tenho o que não quero
Lembram-se de vos pedir ajuda para me encontrarem um topo para a árvore de Natal de cor marfim? Pináculo, estrela, anjo, o que fosse? Pois bem, este sábado foi a uma loja da baixa (há outra nas avenidas novas) e lá estava ele à minha espera. Filho único, em vidro, (como eu gosto) exactamente da mesma cor das bolas em vidro que já tinha, compradas há um montão de anos atrás e super em conta. O que me faz pensar que se começar a focar-me mais em coisas realmente importantes e as quais quero para a minha vida, elas realmente acontecerão.
Bem sei que o frio é psicológico
Mas o rapaz que ia só de pólo Lacoste no autocarro acho que estava a exagerar.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Já não aguento
ouvir a senhora do bar aqui do sítio onde estou, falar do concerto do Tony Carreira. Desde sexta-feira que não se cala. Se não fosse o histerismo, até diria que era uma coisa boa, que nunca a vi tão simpática como nestes dias.
E antes que perguntem
Não, não estou apaixonado.
O dia é aquilo que fazemos com ele
É segunda-feira, está frio e chuva; acordei atrasado, demorei-me ainda mais a tentar tirar pêlos de gato da roupa (e podia fazer umas analogias com isto, mas é muito cedo e este blog tenta ser respeitável), perdi o autocarro, estive 20 minutos à espera do seguinte, sinto-me encharcado, já tive de aturar criancinhas mal-criadas aos berros e é provável que não consiga ir hoje ao ginásio, pois marcaram-me uma reunião chatíssima ao final do dia. But, who cares? Cá dentro faz sol.
domingo, 28 de novembro de 2010
O que tu queres...
Gosto muito quando, em vez de perguntarem como estou, perguntam como vai o meu coração. Como se mais nada interessasse. E não estamos a falar do quão redutor isso é. Estamos mesmo a falar de como frases como: " Só quero saber porque sou muito teu amigo" me dão a volta ao estômago. Porque, como diz a minha amiga L., ainda estão a pensar em fazer a quermesse, já venho eu com o dinheiro das rifas. Agora livrar-me de gentinha medíocre é que ainda não aprendi (parece que tenho iman, ca nerves!). Sugestões?
sábado, 27 de novembro de 2010
Post a modos que interesseiro
A minha amiga L. fez anos em meados de Outubro. Ora os meados de Novembro já passaram e eu continuo sem presente para a L. Isto tudo porque este ano queria algo diferente. Cansei-me das carteiras, das écharpes (e muito haveria a dizer sobre este assunto). O presente já está pensado, ainda não encontrei exactamente aquilo que queria.
E a propósito da dificuldade que por vezes temos em escolher presentes (eu tenho, mas eu não gosto de oferecer só por oferecer) lembrei-me de deixar aqui alguns filmes que, por não ter visto ou ter vontade de os rever não me importava nada de os ter.
E começamos com este:
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Como eu daria um excelente caso clínico
O meu problema, ao contrário dos demais (pelo menos as pessoas que conheço), nunca foi saber se o copo está meio cheio ou meio vazio. Foi saber o que está dentro do copo. E saber o que está dentro do copo, não me deixa descansar.
Nunca a sabedoria popular fez tanto sentido
Nem de propósito, nada como uma vaga de frio para ajudar à crise. Agora sim, há que trabalhar para aquecer.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Momento Filipa Vacondeus (essa grande querida)
A pedido de várias meninas (os meninos devem estar à espera que os bolos lhes apareçam feitos certamente), aqui vai a receita do Bolo de Canela. A receita foi publicada naqueles pequenos livros distribuidos com a revista Activa (eu prefiro a Mulher Moderna na Cozinha - deve ser mesmo muito moderna), da colecção Cozinha Regional Portuguesa, no volume dedicado ao Ribatejo.
3 ovos
380 g de açúcar
3 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa rasa de canela (eu ponho sempre mais, mas sou cinnamon addicted)
2,5 dl de leite
200 g de farinah de trigo com fermento (eu não tinha, juntei 2 colheres de sobremesa de fermento)
banha e farinha para untar e polvilhar a forma (uso manteiga ou margarina)
Batem-se os ovos com açúcar, junta-se a manteiga amolecida, a canela e depois o leiteBate-se de novo e adiciona-se, aos poucos, a farinha, sem bater.
Deitar a massa numa forma untada e polvilhada e vai ao forno.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Eu já andava a bater com a cabeça nas paredes nos últimos tempos
Mas hoje fui literalmente com os cornos a uma prateleira de uma loja. Um galo e duas pequenas feridas. (Não é preciso chamar os paramédicos, só se for para vós, que eu estou bem).
terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A minha primeira vez
Terão concerteza comentadores anónimos. Daqueles mesmo bons, à séria, que destilam veneno e vos chamam nomes, tudo quanto há e assim. Mas não têm comentadores anónimos como eu, que comentam e depois apagam os comentários. Esquecem-se porém que vai tudo parar à caixa do correio aqui do estaminé.
(mas não, não disseram mal, tudo perfeitamente inócuo. Temos pena. Serão admiradores?)
domingo, 21 de novembro de 2010
Quer dizer...
Se me deixarem, será mais ou menos isso...
(Contente agora, que já apareces na foto? Agora vamos lá a sossegar um bocadinho, que eu quero descansar e já me fartei de apanhar as molas que deitaste ao chão. Estás a ouvir? Não me vires as costas quando estou a falar contigo!)
Mr. Frosty and me
Depois de um serão até às quinhentas a ver o site da Martha (não precisa de links, pois não?), começo finalmente a carregar baterias. Estava mesmo a precisar de um fim-de-semana só para mim.
O bolo (de canela) está feito, Mr. Frosty saiu do armário (!), bem como o abafador kitsch - se acharem só piroso, não admira, é duplamente inglês. E eu ainda não sei se me vou dedicar a qualquer bricolage, se vou alapar no sofá a ver um qualquer filme, de preferência algum que já tenha visto. Bom domingo!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Dos meus dias
Passei o dia em arrumações. Uma lata de leite condensado fora do prazo. Só a cabeça não consigo arrumar. Quantas latas fora do prazo terei dentro de mim?
O mais tardar domingo faço um bolo. De canela.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Do comprometimento
O único compromisso que tenho na vida é com um gato. Nem partidos, nem religião, nada. Mesmo o meu trabalho não é um trabalho normal, das nove às cinco, como os têm as pessoas normais. Com chefinho, com coleguinhas, com uma foto por cima da secretária.
O que me faz falta é comprometer-me. E eu não sei como isso se faz. Porque já o tentei e, uma vez mais, não fui capaz.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Porque eu não sou capaz
Eu sei que a maior parte das pessoas não entende. Até porque esta coisa do: "ter um tempo para mim" acabar por ser ridícula, quando passo a maior parte do tempo sozinho. Vivo sozinho, tenho um trabalho solitário. Até as idas ao ginásio têm sido comigo e com o meu leitor de Mp3. Mas não me lembro da última vez que passei um fim-de-semana sozinho em casa, em que me levantei às horas que quis, andei o dia todo a pastelar pela casa, estando-me literalmente a borrifar para as limpezas semanais. Na verdade, era só isso que queria - eu e o Diniz, enrolados no sofá com uma manta a ver uma porcaria qualquer na televisão para a diarreia mental.
E depois olho para certas mulheres (sim, porque é ainda a mulher que chega a casa e tem de ir pensar no que vai fazer de jantar e se for preciso dar o banho aos filhos, ou mais não seja dar atenção e como deve ser difícil dar atenção aos filhos depois de um dia de trabalho em que o chefe pediu demais, que os colegas embirraram demais, fazer o dito jantar, deixar a cozinha arranjada, tratar da roupa e do resto da casa) e pergunto-me como é que são capazes. E com isto, ainda conseguem ter "tempo para elas", de estarem embrenhadas em qualquer outro projecto, estarem disponíveis para os outros, terem a depilação feita. E tudo com um sorriso. Invejo-as, a sério que as invejo.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Não sei
Todos nós gostamos de nos armar em heróis, mostrar que tudo sabemos, que de tudo somos capazes.
Passei 31 anos da minha insistência a caminhar em frente, muitas vezes sem saber muito bem ao que ia. “O caminho faz-se caminhando”. Mas sempre soube aquilo que não queria. “Só sei que não vou por aí”. Mais não fosse por capricho, arrogância ou aquele feitiozinho que já me trouxe alguns dissabores de ser do contra (na verdade nunca gostei de carneiradas). Que eu não tenho personalidade forte, mas tenho pêlo na venta, sempre fui o refilão lá de casa.
Eis que repente dou por mim, pela primeira vez sem saber sequer o que não quero. E não só não sei o que quero, nem o que não quero, como não sei lidar com isto. 31, diz-vos alguma coisa?
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Do Senhor do Adeus
Multiplicam-se as homenagens. Blogs e Facebook. Mas na realidade, nós só nos limitámos (e limitamos) a dizer adeus.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Tive umas das mais eminentes blogueiras a lanchar a meu lado
Bem, na verdade pediu só o chá com leite ao balcão e seguiu para a sua mesa. Mas em conversa com a amiga, (sim, eu sei que é feio escutar as conversas dos outros, mas estava mesmo ao meu lado) sai-se com um: "a fatalidade não existe". E embora não fosse nada que eu já não soubesse, é bom termos certezas.
Pró Natal, de presente, eu quero que seja
não a Minha Agenda, mas tempo. É isso que me falta. E faltando tempo, esgota-se-me a paciência também.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Enquanto o patrão está fora
podem aproveitar para irem ao Leilão da Maria (já conhecem a Maria, não já?) licitar alguma coisa; fazer uma criança feliz, é só entrarem em contacto com a @na; rirem um bocado com a Ursa mais querida da blogosfera (é a única e eu estou apaixonado por ela), ou então aprenderem a estender a roupa com a Inês, a anónima (também se podem inspirar nas novas tendências de pilosidades canárias).
É uma vedeta, lá isso é
Estão lembrados daquele documentário onde a Amália é entrevistada e após ser interrompida por uma mosca, até que finalmente a mata? O Diniz acabou de a imitar.
Não arranjei vida própria
Essa sempre tive. A vida é que me arranjou a mim.
Comunicado Oficial
Pelas dezenas de e-mails que recebi (talvez centenas, não os contei) a perguntar pelo meu estado de saúde, devo dizer que se encontra bom (finalmente) e que não é essa a causa do meu afastamento. Mas muito agradecido pela preocupação
Não, não morri
Mas confesso que não me sinto lá muito bem.
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