Saí para dançar, como já algum tempo não saía.
As caras de sempre, outras de outros lugares.
Outras, novas. Por enquanto.
Em todas, a mesma expressão.
A estampa do desejo.
O desejo que essa noite seja diferente.
O desejo de não se ir só para casa.
Não fiquei para o fim. Deve-se sair quando a festa está no auge. E para não se ver a desilusão estampada nos mesmos rostos.
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domingo, 6 de abril de 2008
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