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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Cada um tem as redes sociais que merece

A pessoa farta-se de publicitar o seu trabalho, conferências, palestras, seminários. Mas a avalanche de likes - e de pessoas que já julgávamos mortas - só acontece quando dizemos que vamos aparecer na televisão. 


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Computer says no


Envio um email para uma repartição pública. Passado um minuto respondem-me, dizendo que terei de pedir informações para outro departamento, pois esse é que trata as datas em questão. Fiz-lhe ver que não, que as datas que pretendiam eram anteriores e por isso era com esse departamento. Dois minutos depois, recebi um novo email, lamentando, mas que a informação que pretendia não constava dos seus índices. Ainda não percebi se são muito eficientes ou se me estão a enfiar o barrete...

terça-feira, 13 de maio de 2014

Não, não casei

Ontem foi um dos dias mais felizes da minha vida  - desculpem lá esfregar isto nas vossas caras, até porque isso não significa que tenha uma vida de conto de fadas, que não tenho, mas como na vida de qualquer pessoa, há dias melhores que outros. Encerrei um capítulo da minha vida que se prolongava há bastante tempo, tempo demais, que teve repercussões em todas as outras áreas da minha vida, na maior parte das vezes negativamente. Foi reconhecido publicamente todo o trabalho que tive durante todo esse tempo, de forma pública, e exaltado todo o mérito que esse trabalho representa. Quando não estamos habituados a elogios - por as pessoas serem habitualmente parcas em fazê-los, por feitio ou sabe-se lá Deus porquê - isto sabe, efectivamente, muito bem. Mas, provavelmente mais importante do que o fim desta etapa e o reconhecimento desse mérito, foi sentir o amor das pessoas que me rodeavam - carinho, amizade, seja o que queiram chamar. Não que desconhecesse a sua existência, mas mais uma vez devemos fazer esforços para o demonstrar - é efectivamente isso que levamos desta vida.


segunda-feira, 31 de março de 2014

As pessoas deixam-me tão confuso que não sei se prefiro saber o que querem ou manter-me na ignorância

Situação: viagem futura ao estrangeiro devido a projecto no qual continuo inserido (e pelo qual não sou remunerado).
Um dos colegas, com problemas pessoais que não interessam para o caso, tem de estar impreterivelmente em Lisboa no dia seguinte ao das reuniões. Recebe email com marcação dos voos, para serem confirmados, email esse que não recebo. Envia-me SMS para eu dizer qual dos voos escolhi, porque quer ter companhia na viagem. Viagem essa que demora cerca três horas de avião, na Europa, seguida de viagem de comboio, num país com língua estranha (e feia), mas ainda assim na Europa, não na China ou no Kiribati (eu sei, são países, não são continentes).
Digo-lhe que não recebi email, o qual me reencaminha. Só lhe apresentam uma proposta, a qual pediam que confirmasse. Respondo-lhe que, para mim, esse voo seria o ideal, porque coincidia com o dia de regresso que havia escolhido anteriormente - não quero regressar no próprio dia das reuniões, visto que isso implicaria perder algumas delas, bem como só terei de estar em Lisboa impreterivelmente cinco dias depois (além de que não me colocaram qualquer hipótese de escolha ou confirmação, ao contrário dele). 
Como não quer regressar sozinho, deve ter acabado por escolher o voo que lhe propuseram. Mas, ainda assim, muito contrariado e com muito medo de não chegar cá a horas.

Agora pergunto: e eu com isso? Queria que eu voltasse um dia mais cedo para lhe fazer companhia, porque tem compromissos pessoais inadiáveis? Chega a este ponto a inexistência de noção das pessoas?


sexta-feira, 28 de março de 2014

O post que nunca esperei escrever

Se há coisa que nunca consegui explicar foi a minha vocação para a área onde escolhi desenvolver os meus conhecimentos, os meus estudos e, consequentemente, a minha profissão. 
Desde pequeno que, a par da literatura dita normal, foi a que sempre a que mais me interessou. Aos dez anos, após uma visita de estudo, relacionada com a minha área profissional, escrevi uma composição de três páginas relatando a visita; era notório o interesse que despertava em mim. Portanto, embora tenha feito os testes psicotécnicos no nono ano, foi para mim sempre evidente que deveria seguir humanidades. 
O curso, bem o curso não sei se satisfez a minha busca de conhecimento. Tanto assim foi que decidi continuar os estudos e enveredar por uma suposta carreira de investigação, a par de um mestrado já concluído e de um doutoramento entregue, falta a defesa. Isto significou, é claro, não apenas o desenvolvimento e integração da equipa de vários projectos científicos, todos relacionados com a mesma área, mas também um sem número de apresentações em congressos, e a publicação em revistas científicas ou em livros de actas. 
Posso dizer que, apesar de tudo, a vida me foi correndo bem. Nunca estive mais do que três meses sem trabalho, à excepção deste momento, em que já passaram mais do que seis. Os primeiros ainda deram jeito, sempre deu para terminar trabalhos pendentes, mas a situação está a torna-se insuportável.
Depois de ter recebido anteontem uma resposta negativa de uma bolsa que estava convencidissimo que ganharia (poderia explicar o motivo porque fiquei em segundo e não em primeiro, mas é pouco relevante), fez-me pensar seriamente, mais uma vez, em todo o meu percurso e nas escolhas que fiz, para ter chegado onde cheguei. 
Custa-me dizê-lo, não por ter havido tanto gente que me procurou abrir os olhos, mas sobretudo pelo orgulho em não querer dar razão aos que nunca acreditaram, não propriamente em mim, mas pela total incompreensão que demonstram perante a minha escolha. 
Está na hora de dizer chega. Não à área que escolhi e pela qual os meus olhos brilham sempre que falo nela, mesmo sendo a velha namorada de sempre; mas sim aos moldes que tenho escolhido para desenvolver. Na verdade, nos últimos anos não me tenho sentido feliz. Mas, burrinho que dói, não tenho percebido até ao telefonema de anteontem que, felizmente, me fez as coisas com maior clareza. Nem com os exemplos da Maria ou da Rafa, mulheres que souberam, antes de fazer escolhas, dizer alto e bom som, Eu não quero isto para mim.  Não é somente a precariedade da investigação em Portugal, não só a nível financeiro como da pouca durabilidade e sem qualquer tipo de assistência como sucede qualquer outra profissão. Acresce a isso a constante avaliação, a necessidade de demonstração de produtividade, que só pode ser feita fora das horas ditas de expediente, o trabalho solitário quase constante. Sobretudo, sentir em que não caminho em direcção nenhuma e que os sacrifícios feitos de nada servem para cumprir um propósito maior. Até porque a vida tem de ser vivida aqui e agora e não pode haver necessidade de se penar para se ser feliz.
Se sei o que vou fazer? Não. Posso mudar de ideias amanhã? Posso. Mas logo vou beber vinho, para festejar. 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

"- Temos de esperar."

Foi o que disse ao gato miador, parado em frente à porta da sala, fechados lá dentro, enquanto a camada de cera assentava lá fora, no corredor de madeira. Num instante, não sei se fui eu quem lhe disse, se eu quem me disse: "- Temos de esperar."


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

WTF?

Sucesso nos tempos que correm: dar uma conferência e no dia seguinte ter o facebook inundado de pedidos de amizade.

domingo, 6 de outubro de 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

E cá vamos nós outra vez ou não mudes de vida rapidamente, não

Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado. Almoçar sozinho é melhor que almoçar mal-acompanhado.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ainda falta muito para o Natal?

Falando exclusivamente de trabalho,  continuo sinceramente sem saber o que é menos mau, entre o trabalhar totalmente só, o que é para lá de aborrecido, sobretudo quando nem companhia para o almoço se tem e que ao final de duas semanas estamos com vontade de: a - dar um tiro nos miolos, b - sonhar com um mundo encantado onde há reis, princesas, dragões ou então trabalhar com colegas chatos e chefes ainda piores com os quais nada temos em comum senão o trabalho que desenvolvemos e que ao final de duas semanas estamos com vontade de: a - dar um tiro nos miolos, b - sonhar com um mundo encantado onde há reis, princesas, dragões.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Melhor

Conseguiram a proeza de me porem a fazer coisas que já estavam feitas.


E achava eu, que eu próprio era indeciso

Acabou de ligar. Diz que afinal, talvez passe por cá à tarde. Para nos reunirmos. Mas que avisa. Resta saber a que horas avisa. E a que horas pensa reunir. É isto. E consulados em Boston.

Claro que

as pessoas que marcam reuniões às duas da manhã para o próprio dia, também desmarcam reuniões à meia-noite para o dia seguinte. 

Só não percebo como é que esta gente ocupa os lugares que ocupa, sendo tão pouco profissionais, tão desligados da realidade, com tão poucas competências sociais.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Lei de Murphy II (ou como estou farto de aturar divas)

Reunião marcada para as 9. Marco o despertador para meia hora mais cedo que o habitual, para ter a certeza que chego antes da hora. Vinte minutos de avanço relativos à hora habitual, fazem-me chegar 40 minutos antes. 8:20. São nove e meia e a pessoa que marcou a reunião ainda não chegou.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Obrigado


Posso dizer (digo muitas vezes), que sou um gajo com sorte. Não é que não me aconteçam merdas como aconteçam aos outros mortais. Acontecem e não são poucas. Há sempre fortes probabilidades de tudo correr mal, mas do género impedimentos de última hora assim como então toma lá mais este desafio para o ultrapassares, que isto da vitória não é só o dá cá por esta palha, como se todo o caminho até então percorrido – escalado – não tivesse servido para nada e afinal o que contasse fosse aquele último desafio final que não estava programado. Mas no meio disto tudo e de muito drama, toda a gente tem a sua forma de lidar com o medo e o sofrimento, tantas inseguranças, lá comecei a trabalhar desde o início deste mês, depois de 3 meses parado sem ganhar dinheiro, uma dúzia de entrevistas, outras quantas negas, queria saber como era se lhes pedisse em namoro. E agora, seis meses pela frente, na melhor das hipóteses, mal remunerado  mas na área, apesar das tarefas chatas, não nos podemos queixar, mas até quando recebemos um presente de merda dizemos obrigado.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Parece mentira, mas não é ou cada um é para o que nasce e pior, não sei o que vestir

Há quem seja convidado para vernissages. Estreias de teatro e cinema. Os melhores restaurantes da cidade. Lançamentos de bens e produtos. Eventos blogosféricos

Eu acabei de receber um email, tratado com a maior deferência, convidando-me para uma visita guiada a um cemitério. Conseguem melhor?


É fazer as contas

Com apenas três explicações, menos de 5 horas, a minha explicanda passou do 9 do penúltimo teste, para um 12, neste último.