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sábado, 13 de dezembro de 2014

Madrid, cidade...


Um amigo meu chama a Berlim a Cidade dos Anjos. Não só por ser a sua preferida, mas por ser uma cidade onde as pessoas se cruzam amiúde, sendo frequente encontrar o mesmo anjo aqui e ali.

Madrid... bem, Madrid não sei como lhe chamar. É certo que hoje dei de caras com um blogger português mas, em compensação, não havia viva alma no Panteão dos Homens Ilustres (muito bem recomendado por um amigo) que hoje visitei, nem mesmo o porteiro /guarda / senhor da bilheteira / segurança. 

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Qualquer dia sou um blogger a sério (as if...)

Ao longo de seis anos que este estaminé esteve aberto, nunca foi política cá da casa conhecer pessoas através dele; para isso sempre serviram as redes sociais e sites de encontros (sim, sim, já usei, tanto uns como outros). Mas sempre entendi que um blog era um lugar para passar uma ideia, por escrito (raios partam os music web player, que sempre deram dores de cabeça). Comunicar, no fundo. Um remetente, vários destinatários, bloggers ou não bloggers. Por acaso ou não da vida, calhou que acabasse por ir conhecendo outros bloggers: porque nos líamos mutuamente, por existirem pontos em comum, ideias, gostos, fosse o que fosse. Aconteceu também conhecer outros bloggers (onde há um, há sempre dois ou três). Não quer isto dizer que passemos a ser os melhores amigos do mundo, de um dia para o outro (sim, tornámo-nos amigos no facebook, rimos das mesmas piadas). Há também o caso daqueles que só conhecemos do facebook e dos blogs, mas que ainda não tivemos o prazer de conhecer pessoalmente.
Isto tudo para dizer que foi um dia histórico porque fui conhecer uma leitora / seguidora (o que lhe quiserem chamar - eu por acaso sei o nome dela, mas não vos vou dizer) que está em Madrid a viver há um ano e que me indicou um monte de sítios giríssimos para ir (alguns deles já comprovadíssimos). Tomámos brunch (um blogger é como a mulher de César, não lhe basta ser, tem de parecer), passeámos pelo bairro de Salamanca e acabámos num dos sítios preferidos de ambos, o Parque do Retiro.

Miúda, muito obrigado pelas dicas e sobretudo, pela companhia!





domingo, 7 de dezembro de 2014



Daqui a pouco, vou à Catedral de Almudena para a vigília da Imaculada Conceição, coisa que, à partida, soa um bocadinho fascizóide, qual espera à Pátria. No entanto, queria assistir de perto à devotio espanhola. Não estamos em Sevilha, não é a Páscoa, mas é o que se arranja. E depois, digamos que tem graça ir celebrar a nossa Padroeira desde 1640, depois do fim da monarquia dual - ou da Restauração, como preferirem -  precisamente na capital do reino de Espanha, cuja padroeira também é Nossa Senhora da Conceição.

(e espero sinceramente que isto não seja tipo vigília pela paz, em que as pessoas ficam trancadinhas no interior da Igreja pela noite fora, na véspera de 1 de Janeiro...)

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

É preciso estar no estrangeiro* (o que as pessoas fazem para dizer que estão no estrangeiro) para este estaminé reabrir as suas portas ao público em geral e a mim em particular


Há 24 horas em Madrid. Ainda sem bagagem de porão (mais um beijinho especial para os senhores das greves da TAP; começo a achar que temos um relacionamento especial) e ainda sem me ter cruzado com um português (como é que é possível?).
Posto isto, e derivado ao facto de aqui chegar praticamente apenas com a roupa do corpo, devo dizer que já gastei mais dinheiro em livros do que em roupa. Prioridades. (mas pelo sim, pelo não, vou pedir para me interditarem a entrada na Casa del Libro).

*Badajoz também já é estrangeiro, não é?

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lucky bastard

As várias viagens que tive este ano tiveram um acontecimento em comum - em todas elas tropecei num casamento nativo - Glasgow, Haia e Madrid. Em Glasgow, kilts e gaitas de foles. Haia, um cortejo pós-cerimónia. Madrid, os ensaios da organista e da soprano. Foi na igreja dos Jerónimos e fez-me sentir verdadeiramente afortunado. Pela segunda vez. A primeira, em plena Catedral de S. Paulo, na qual se cantavam hinos anglicanos. Desta vez, esta ária do Messiah de Handel. 



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

A pessoa sai do avião

sem direito a manga e pensa quão glamoroso é a descida pela escadaria, ao lembrar-se de certas imagens.











 Pelo menos, até entrar no autocarro da Carris.



segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Para quem vá para aqueles lados

(e é bom que se saiba que é dica de turista), aconselho vivamente a tarte de maçã quente, acompanhada de gelado de canela e chantilly (ainda que o chantilly não seja nada de extraordinário) daqui. Não há fotos para documentar, mas garanto-vos que é de comer e chorar por mais (isto atendendo ao facto que tarte de maçã é um simples upgrade de uma mera maçã assada de convalescência). Se forem ao de Haia, visto ser pertinho do Parlamento, arriscam-se a encontrar ministros e secretários de estado. Ou até mesmo apresentadores de televisão.


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

O que queria mesmo, era lambuzar-me em gelados


Ontem, quando saía da estação em direcção ao hotel, pensava como iria passar a tarde numa cidade que parece ser uma pasmaceira, onde já se viu o que há para ver e onde passar mais do que uma hora numa esplanada sozinho seria um tormento. Até que passei pela alameda onde se situa um antigo palácio real de inverno, convertido em museu. Pasmaceira o tanas. Mercado de velharias e antiguidades, comes e bebes, dois palcos e um monte de barraquinhas a distribuir flyers (teatros, escolas e afins, pareceu-me, que continuo sem perceber nada desta língua.) E claro que me lembrei do Alvarinho. Que não deve nunca ter comido gelados dos bons.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Janela da Pinacoteca de S. Paulo


Hoje é dia de ir visitar o mais novo. Há duas semanas que não o vejo. A próxima semana vou estar ausente de Lisboa, também por razões profissionais, portanto achei preferível deixá-lo em casa de meus pais durante todo o período (que ainda vai ser longo), do que andar com ele de um lado para o outro. Está bem, já se adaptou às rotinas de uma outra casa. Mas isto de dormir sem um peso nos pés...

quinta-feira, 24 de maio de 2012

E a próxima


Foto daqui.


viagem, também a trabalho, vai ser por estas terras. Que é quase como se fosse ao estrangeiro, pois que me lembre, nunca pus os pés em Trás-os-Montes (por escassos quilómetros). Vamos ver se consegue destronar o meu adorado Minho.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Giselle, Het Nationale Ballet, Lucent Danstheater


Viajar e não aproveitar a oportunidade de assistir a um espectáculo seria um disparate. Sobretudo quando se trata do Het ballet, que já tinha tido a oportunidade de ver há uns 9 anos atrás no CCB, com uma produção do Lago dos Cisnes, à qual chamaram de Black Swan, ainda Natalie Portman começava a dar os primeiros passos na sua carreira cinematográfica.
Desta vez, Giselle, comemorando os 50 anos da Companhia. Irrepreensível, ainda que não genial, muito embora de qualidade substancialmente superior às duas outras versões que assisti, ambas pela CNB. Destaca-se sobremaneira a direcção musical da Holland Symfonia por Benjamin Pope, realçando colorações e instrumentos que até então me tinham passado despercebidos e a surpresa do guarda-roupa das personagens de carácter, muito obviamente trajadas à flamenga e não à francesa, como estamos habituados. 

(e gostei bastante do facto de apesar do bilhete ter sido carote, incluir o programa do espectáculo, o café ou chá antes da função e de uma bebida durante o intervalo).

Terapia de choque

Em vez de recorrer a terapia contra as vertigens, gastei 3,5€ para subir ao topo da Igreja nova de Delft (cada um tem o desporto radical que merece). 



Depois de 85 metros e 367 degraus de uma interminável escada em caracol de meio metro de largura, onde cada cruzamento com pessoas em direcções opostas se revelava mais complicado que jogar Twister, o esforço foi recompensado por esta vista, no caso para a antiga igreja.





terça-feira, 15 de maio de 2012

Diários de Haia

Interrompemos a emissão para breves impressões da nossa estada. 


Só choveu hoje, não vimos nevar e tem feito sol. Mas frio, muito frio.

No mapa parece tudo próximo, mas fica tudo a mais de meia hora de distância.

Novo conceito: engarrafamento de bicicletas.

Continuo sem perceber se a água dos canais é salgada ou não. E se for, como é que os solos são tão férteis.

Tenho jantado bem. As sandes do almoço são boas.

Turismo científico o tanas. Ainda não vi sequer uma loja aberta e não pus os pés num museu (não necessariamente por esta ordem).

Obviamente que o grupo mais bem-disposto é o dos fumadores.

Confirma-se que a portuguesa é louca.

A holandesa é uma graxista do pior.

A sérvia que vive em Praga é uma peidorrenta do pior. E o problema não é a poluição sonora.

Novak afinal é nome de homem.

A outra sérvia não janta depois das sete da tarde.

A francesa e a suiça rivalizam mais que um português e um espanhol.

A eslovaca tem feito jogging diariamente, mas o seu jantar tem sido uma tablete de chocolate de quilo.

Assim que pudermos, retomaremos a emissão.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

E diz que em Maio

foto daqui.


vou andar por aqui. Não invejem. Vão ser 6 dias de trabalho, com 9 mulheres loucas, segundo consta. Contarei depois, se sobreviver. Até lá, aceitam-se sugestões e dicas e assim, sendo que não devo sair de Haia.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Não é coisa que me preocupe, mas...

Seja em Espanha, seja na Escócia, não sei o que faço ou digo - ou como faço ou como digo -, que acham sempre que sou francês (ainda que tome pelo menos um banho diário).