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sexta-feira, 1 de junho de 2012

I'm going to tell you a secret V

Eu, que detestava casamentos, ao ver as fotos de uma grande amiga vestida de noiva, ainda mais bonita que nos outros dias, como se fosse possível, no dia do seu casamento, ao qual, infelizmente, não pude assistir, ou as de um casal amigo, via facebook, que acabou de casar hoje em Antuérpia e ao qual também não pude, infelizmente, assistir, não posso deixar de confessar que os meus olhos ficaram meios húmidos perante uma e outra fotografia e das duas, uma: ou realmente a pessoa evolui ou este tempo não se compadece da rinite alérgica.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O que têm em comum as duas imagens?



O meu cérebro, que as confunde regularmente, quando ouve o cognome inglês da senhora de cima.


Degas, 1869. Óleo sobre tela 92,5 x 73,5 cm. 
Neue Pinakothek, Munique (Alemanha)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

I'm going to tell you a secret IV

Ok, ok, eu confesso. Todos nós temos aquelas coisas que não nos orgulhamos e até hoje continuo sem perceber como é possível rebolar a rir até perder o fôlego com a desgraça alheia. Mas é certo e sabido que, se fizer zapping e isto estiver a dar, vou ficar vidrado (pelo menos até ir a correr para a outra ponta da casa para conseguir respirar fundo).

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

sábado, 8 de agosto de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Podia ser mentira...

...mas não é!

Esta semana sonhei com uma... bloguista? Blogueira? Teresa, é favor de vir dar a sua douta opinião, sff. Agradecido!

E não, não dizer com quem foi. Até porque não teve nada de (muito) interessante.

O mais curioso é que não a conheço pessoalmente; nunca falei com ela por telefone, messenger ou gmail, quanto muito um ou dois mails há uns meses atrás.

E para banda sonora, que está prometida à Ana há já algum tempo (e não, não foi com ela com quem sonhei.)







quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

I'm going to tell you a secret III

É verdade, só sei fazer um nó de gravata. E não muito bem, segundo consta. Podia argumentar que não uso habitualmente no meu dia-a-dia, mas o que é certo é que não é por não precisarmos que não é necessário saber fazer. Pelo menos este tem sido sempre o meu lema. Há que saber fazer de tudo nesta vida (eu até nem gosto muito de leite, mas até gostava de saber ordenhar vacas - o exemplo é parvo, mas é verdadeiro - e poupem-me as piadas fáceis).
Isto tudo para dizer que até ontem só sabia fazer um nó de gravata. Horas de volta de uns bonecos e já consegui fazer o nó Windsor. Parece-me que não está mau de todo. Logo irei à inspecção, vamos ver se passa...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

I'm going to tell you a secret

Sempre gostei de cozinhar e, pelo menos, o sucesso costuma ser garantido junto aos meus amigos. Nunca nada na cozinha teve segredo para mim. As maioneses sempre subiram, o molho béchamel nunca engranitou, os doces com muitas e muitas gemas tiveram sempre o ponto correcto de açúcar.
É certo que ainda me faltam aprender algumas técnicas - nunca me aventurei a fazer um souflée (até porque a maior parte dos meus amigos atrasa-se sempre quando há jantaradas cá em casa) e a massa folhada é sempre de compra.
E na hora de servir, não se tira apenas a melhor loiça nem a melhor toalha: há sempre cebolinho a dar um ar da sua graça e mesmo o arroz, que já ninguém serve em forma de coroa p'raí desde os anos 70, eu continuo a servi-lo assim.
Foi por isso, que há uns tempos atrás, andava eu à cata de abóbora-gila no supermercado para fazer doce, (até se decidir plantar algumas na quinta, porque a quantidade de doces que em casa se fazem com gila é surpreendente), fiquei surpreendido quando a rapariga da secção dos legumes nunca tinha ouvido falar de tal coisa: para ela, a gila que conhecia vinha em frascos. O que me faz lembrar aquela história presenciada por uma pessoa amiga, que num famoso salão de chá ali para os lados da Lapa, deliciou-se a ouvir, entre duas dentadas num scone, o diálogo entre duas senhoras, em que uma interrogava de onde viria a compota que era servida. Ao que a outra respondeu: "Então, vem da quinta! Das pessoas!"
Pois bem, uma das vezes em que senti mais vergonha na minha vida foi quando me mudei para esta casa e a abertura do gás se atrasou mais do que o previsto. Banhos resolvidos em casa dos amigos mais próximos; faltava a questão das refeições. Para quem, como eu, gosta de analisar as compras dos vizinhos da frente na fila do supermercado, não teria dúvidas em me rotular de solteirão, que nem um ovo sabe fritar (efectivamente, é bem mais fácil fritar um ovo do que fazer uns bons ovos mexidos ou mesmo um mísero ovo quente): ele era pizzas e lasanhas congeladas; bacalhau com natas e almôndegas com puré de batata também congeladas, enfim, tudo quanto há. Só faltavam mesmo as cervejas, coisa que só mesmo no verão e pouco mais.
Saí dali o mais rapidamente possível, com vontade de ir pôr bacalhau, ou feijão, de molho!